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Petrobras reduz preço de gasolina e diesel nas refinarias

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A Petrobras anunciou hoje (24) uma redução de R$ 0,11 nos preços do litro da gasolina e do óleo diesel em suas refinarias. A partir de amanhã (25), o preço médio do litro da gasolina passará a custar R$ 2,59, uma queda de 4%.

Já o litro do diesel teve uma redução de 3,8% e passará a custar, a partir de amanhã, R$ 2,75, segundo informações divulgadas pela empresa.

A nota divulgada pela Petrobras reforça que a companhia baseia os preços dos combustíveis em variações no mercado internacional e na taxa de câmbio. O preço para o consumidor final, no entanto, ainda sofre o acréscimo de impostos, da mistura obrigatória de etanol e das margens das distribuidoras e postos de combustíveis.

Edição: Fernando Fraga

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Dólar tem leve queda e fecha a R$ 5,71

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Num dia de bastante volatilidade, o dólar alternou altas e baixas, mas continuou acima de R$ 5,70. A bolsa de valores teve mais uma sessão de ganhos e fechou acima dos 119 mil pontos pela primeira vez desde fevereiro.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (13) vendido a R$ 5,718, com pequeno recuo de 0,08%. A divisa operou em alta durante a manhã, mas inverteu o movimento e passou a cair para R$ 5,66 por volta das 14h30, após a divulgação de dados de inflação da economia norte-americana. A trégua não durou muito e o ritmo de queda diminuiu ao longo da tarde, até a cotação fechar próxima da estabilidade.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 119.297 pontos, com alta de 0,41%. O indicador chegou a operar em queda durante a manhã, mas recuperou-se durante a tarde. O índice fechou no maior nível desde 17 de fevereiro e passou a acumular alta de 0,23% em 2021.

O mercado financeiro foi influenciado tanto por fatores domésticos como externos. A divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos animou o mercado global. A alta dos preços menor que o previsto aumentou as chances de que o Federal Reserve (Banco Central do país) não aumente os juros da maior economia do planeta antes do esperado. Juros baixos em países avançados diminuem a pressão sobre países emergentes, como o Brasil.

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O otimismo internacional, no entanto, contrastou com o ambiente interno. A indefinição nas negociações para vetar pontos do Orçamento Geral da União de 2021 aumentou a desconfiança de que o teto federal de gastos seja violado. O aumento nos gastos públicos, na visão dos investidores, aumenta a desconfiança em relação à economia brasileira.

* Com informações da Reuters

Edição: Fábio Massalli

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