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Paulo Martins reclama do aumento dos preços dos alimentos, que chegam a 150% no ano

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O deputado estadual Paulo Martins (PT) alertou, nesta quinta-feira (10), para a situação delicada da economia no Brasil obretudo em relação ao aumento dos preços dos alimentos que chegam a 150%, enquanto o salário mínimo subiu pouco mais de 5%. O orador defendeu que o Congresso Nacional aprove o retorno do auxílio emergencial de R$ 600 para ajudar a população, assinalando que existem pesquisas indicando que 116 milhões de brasileiros passam fome no país.

Martins argumentou que não tem como o assalariado sobreviver ganhando R$ 1.100,00 por mês, pois no ano passado o salário mínimo de R$ 1.045,00 dava para comprar 435 quilos de arroz e o valor do mínimo deste ano permite a aquisição apenas de 169 quilos do mesmo produto.

O parlamentar petista afirmou que a política econômica desenvolvida pelo Governo Federal fez a inflação crescer e aumentou o desemprego que atinge 14,4% dos trabalhadores. “Em maio, foi registrada no Brasil a maior inflação dos últimos 25 anos”, acentuou.

Paulo Martins frisou que a administração do presidente Jair Bolsonaro não deu continuidade aos programas realizados nos governos do PT, como o Luz para Todos, que permitiu o acesso da população à energia elétrica, e o Minha Casa Minha Vida, que gerou milhares de empregos na construção civil.

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O deputado advertiu sobre o meio ambiente, que não vem sendo preservado e que a região amazônica tem recordes de queimadas, enquanto os servidores públicos vivem sem perspectiva de melhorias. Paulo Martins assinalou que o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no primeiro trimestre do ano ocorreu devido às exportações brasileiras e beneficiou somente os ricos.

Em aparte, a deputada Elisângela Moura (PCdoB) disse que todas as afirmações de Paulo Martins eram verdadeiras e responsabilizou o Governo Federal pela inflação frisando que os agricultores familiares que produzem deixaram de receber incentivos no país.

Elisângela Moura espera que Jair Bolsonaro não vete a Lei Assis Carvalho, aprovada pela Câmara Federal, que visa beneficiar a agricultura familiar. E criticou o Governo Federal pelas mortes de quase 500 mil pessoas pela Covid-19 no país.

Paulo Martins pediu que a Assembleia Legislativa solicite aos parlamentares federais que pressionem o Governo Jair Bolsonaro, que chamou de genocida e incompetente, a retornar o valor do auxílio emergencial de R$ 600,00 para que as pessoas tenham condições de manter as suas famílias. E encerrou o seu pronunciamento defendendo a ampliação da vacinação dos brasileiros contra a Covid-19 visando salvar vidas e diminuindo os efeitos da pandemia do novo coronavírus.

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J.Barros – Edição: Katya D’Angelles

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João de Deus destaca o arquivamento de ações contra o ex-presidente Lula

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O deputado estadual João de Deus (PT) afirmou que a Justiça já arquivou 15 ações contra o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, sendo a última dela decidida pela Justiça Federal em Brasília, no caso da Operação Zelotes em que Lula era acusado de suposta corrupção passiva na edição de uma medida provisória que favoreceria com a prorrogação por cinco anos os benefícios tributários destinados a empresas do setor automobilístico.

“Essas inúmeras ações tiveram a participação direta do Ministério Público Federal e isso mostra a sua desmoralização de uma instituição tão importante, que foi criada na Constituição de 1988 com o apoio do PT, mas juntamente com o juiz Sérgio Moro assumiu essa condição de buscar a desmoralização com um conjunto de ações para desgastar a imagem. E como se não fosse o bastante condenou e prendeu. Lula passou 580 dias preso e a partir conseguiram assaltar o poder”, afirmou.

“Houve realmente um ataque programado ao PT na campanha de 2018 para destruir tudo que o partido fez para melhorar a vida das pessoas, desenvolver o Brasil, elevando o País de uma situação de 17ª economia do mundo para a sexta maior, melhorando a vida das pessoas, levando casa, levando energia, água e obras de infraestrutura. Lula ganhou duas eleições, elegeu a sucessora, reelegeu a sucessora e aí a elite podre desse País achou que o povo não merecia um governo que desse atenção aos mais pobres”, disse.

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