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Opas e Ministério da Saúde anunciam novos lotes de vacinas

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, atualizará hoje (30) a situação do recebimento de lotes de vacina contra a covid-19. O ministro estará acompanhado da representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) no Brasil, Socorro Gross. Segundo nota do Ministério da Saúde, a chegada de insumos também será tratada.

Acompanhe ao vivo:

 

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e a representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) no Brasil, Socorro Gross, anunciam a chegada de mais insumos e vacinas para o Brasil nos próximos dias, fortalecendo o combate à Covid-19 no Brasil. Acompanhe! #AoVivo #PátriaVacinada #VacinaBrasil

Publicado por Ministério da Saúde em Sexta-feira, 30 de abril de 2021

Covid-19: Fiocruz entrega 6,5 milhões de doses de vacina ao PNI

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) totalizou nesta sexta-feira (30) 26,5 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, produzidas pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos). Desse volume, 19,7 milhões de doses são referentes a abril, superando a previsão de 18,8 milhões de doses para o mês.

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Na OMS, Queiroga faz apelo por liberação de vacinas contra covid-19

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez um apelo internacional nesta sexta-feira (30) para que governos que tenham doses extras de vacinas, que liberem os imunizantes para acelerar a campanha de vacinação no Brasil.

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Butantan entrega mais 420 mil doses da CoronaVac ao PNI

O Instituto Butantan entregou hoje (30) uma remessa com 420 mil doses da vacina contra o novo coronavírus, a CoronaVac. Até o momento, já foram disponibilizadas para o Programa Nacional de Imunizações mais de 42 milhões de doses da vacina.

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*Matéria em atualização.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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PNS 2019: 18,3% dos adultos sofreram algum tipo de violência

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A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019 estimou que cerca de 18,3% das pessoas com mais de 18 anos no Brasil, o equivalente a 29,1 milhões, sofreram algum tipo de violência psicológica, física ou sexual nos 12 meses anteriores à entrevista.

Além disso, cerca de 12% (3,5 milhões) dessas vítimas deixaram de realizar atividades habituais em decorrência da violência sofrida. Em 2019, o país tinha 159,1 milhões de pessoas com 18 anos ou mais de idade.

Os dados da pesquisa foram divulgados hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A amostra foi feita em 108 mil domicílios.

A PNS também estimou que 17,4% da população (27,6 milhões de pessoas) sofreram violência psicológica, 4,1% (6,6 milhões), violência física e 0,8% (1,2 milhão) sofreu violência sexual. A maior parte dos autores desses três tipos de violência é algum conhecido das vítimas que, em sua maioria, eram mulheres. Jovens e pessoas pretas e pardas foram as que sofreram mais violência.

Na violência física, para as mulheres, em 72,8% dos casos a agressão foi cometida dentro da residência. No caso dos homens, a maior parte das agressões (42,1%) ocorreu em locais públicos.

Em 2019, 1,2 milhão de pessoas sofreram violência sexual nos 12 meses anteriores à entrevista, dos quais 885 mil (73%) eram mulheres e 332 mil (27%), homens.

A pesquisa também mostrou que 8,9% das mulheres com 18 anos ou mais de idade no país já sofreram violência sexual em algum momento das suas vidas, o que corresponde a 7,5 milhões.

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Sexo e saúde

A idade média para a primeira relação sexual foi 17,3 anos. Entre os homens, a idade média da primeira experiência sexual foi 16,4 anos, inferior à das mulheres (18,1 anos). Apenas 6,1% das pessoas com 18 anos ou mais de idade entrevistadas afirmaram jamais terem tido relações sexuais.

Entre os adultos que tiveram relação sexual nos 12 meses anteriores à data da entrevista, apenas 22,8% (26,6 milhões de pessoas) usaram preservativo em todas as relações sexuais.

Pela primeira vez, a PNS 2019 investigou sintomas ou diagnósticos médicos de doenças transmissíveis, incluindo infecções sexualmente transmissíveis (IST). A estimativa é que 0,6% da população com 18 anos ou mais (cerca de 1 milhão de pessoas) teve diagnóstico de IST nos 12 meses anteriores à entrevista.

Segurança no trânsito

Cerca de 79,7% das pessoas de 18 anos ou mais de idade usam constantemente cinto de segurança no banco da frente, quando dirigiam ou eram passageiros. A prevalência desse uso foi maior entre as mulheres (81,5%), na área urbana (82,6%) e entre os idosos (84,8%). Já a proporção de pessoas que sempre usavam cinto quando andavam de automóvel no banco de trás foi de 54,6%.

“A utilização do cinto no banco da frente já está bastante difundida, mas no banco de trás ainda não se tornou um hábito das pessoas no Brasil”, disse a analista da pesquisa, Flávia Vinhaes.

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Em 2019, das pessoas que informaram dirigir motocicleta, 82,6% sempre usavam capacete. Entre as pessoas entrevistadas que dirigiam moto ou automóvel, 70% disseram que nunca manuseavam o aparelho celular durante a condução, enquanto 3,1% sempre o manuseavam e 10,6%, às vezes.

No Brasil, 2,4% da população adulta, o correspondente a 3,8 milhões de pessoas, se envolveram em acidentes de trânsito com lesões corporais nos 12 meses anteriores à entrevista. Destes, 59,5% ocorreram com o uso da motocicleta.

Trabalho

Em 2019, a pesquisa estimou que 2,6%, o equivalente a 2,6 milhões de pessoas com 18 anos ou mais, sofreram algum acidente de trabalho. Dessas, 68,7% eram homens e 31,3% mulheres.

Cerca de 49% (ou 48,5 milhões) das pessoas ocupadas com 15 anos ou mais de idade estavam expostas a fatores que poderiam afetar sua saúde, como ruído, materiais radioativos, resíduos urbanos ou material biológico, entre outros.

A PNS também constatou que o tempo médio de deslocamento de casa para o trabalho (somando-se os trajetos de ida e volta) no país era de 4,8 horas semanais, sendo 4,9 horas em área urbana e 3,5 horas em área rural. Mas essa média semanal para as pessoas pretas (5,6 horas) era superior às das pardas (4,9 horas) e brancas (4,4 horas).

Segundo a pesquisa, quase 3 milhões de pessoas não contam com nenhuma rede de amparo familiar, sendo cerca de 603 mil delas idosos com 60 anos ou mais.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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