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Olimpíada: Marcus Tatá fala dos treinos da seleção de handebol

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A seleção brasileira masculina de handebol estreia na Olimpíada na próxima sexta-feira (23) a partir das 21h (horário de Brasília), contra a Noruega no ginásio Nacional Yoyogi. E dois dias antes da partida, a equipe chegou à Vila Olímpica, em Tóquio, nesta quarta-feira (21).

“A chegada aqui foi uma mudança de ares. Existia uma expectativa muito grande por esse momento. Passamos por Rio Maior, em Portugal, depois fomos para a Alemanha e seguimos para Ota, já aqui no Japão. Estar aqui é outro clima. Os atletas já se sentem verdadeiramente dentro da competição”, declarou o técnico Marcus Tatá.

Além disso, o treinador também comentou o processo de preparação da equipe: “Acredito que foi um período muito bom. Claro que eu, como treinador, sempre quero algo mais, busco algo mais e espero algo mais. Mas isso é normal. Os treinadores sempre buscam ir além com seu grupo. Mas preciso dizer que foi tudo dentro do planejado. Disputamos um Pré-Olímpico, treinamos e jogamos em Portugal, disputamos torneio na Alemanha, trabalhamos em Ota. Neste período, o foco foi a parte física e técnica. Nesta reta final, estamos ajustando o tático para melhorar ainda mais nosso jogo em grupo. Além disso, temos trabalhado com vídeo dos adversários e apresentando estudos bem aprofundados sobre cada um deles para que possamos jogar bem em quadra”.

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A equipe masculina de handebol do Brasil garantiu a vaga nos Jogos de Tóquio com uma vitória sobre o Chile, em março, durante o Pré-Olímpico. No Japão, a seleção estará no Grupo A ao lado de Argentina, Espanha, Alemanha, França e Noruega. Após enfrentar o país nórdico na estreia, o Brasil pega a França no dia 25, a Espanha no dia 28, a Argentina no dia 29 e a Alemanha no dia 1º de agosto.

Na Olimpíada, serão 12 países divididos em duas chaves de seis times. Os quatro mais bem colocados de cada grupo avançam às quartas, e a disputa segue até a grande decisão da medalha de ouro, prevista para 7 de agosto.

Edição: Fábio Lisboa

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Bolsa Atleta contempla 80% da delegação brasileira em Tóquio

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Nas Olimpíadas de Tóquio, no Japão, que começaram na última sexta-feira (23), 242 competidores brasileiros são bolsistas integrantes do programa Bolsa Atleta. Eles representam 80% dos 302 atletas que compõem a delegação do Brasil nos Jogos. 

Criado em 2005 pelo governo federal, o Bolsa Atleta é considerado um dos maiores programas de patrocínio individual de atletas do mundo. Em 18 das 33 modalidades que o Brasil vai disputar no Japão, 100% dos atletas são bolsistas do programa. Seis praticam tênis de mesa; oito, vôlei de praia; quatro, saltos ornamentais; cinco, ciclismo (levando em conta mountain bike e BMX); sete, ginástica artística; e três, taekwondo. Já no atletismo, 48 dos 51 esportistas fazem parte do programa e, dos 26 atletas da natação, 25 integram o Bolsa Atleta.

Aos 45 anos, Jaqueline Mourão é a representante nacional no ciclismo mountain bike e está em sua sétima edição de Jogos Olímpicos, somando sua participação em edições de verão e de inverno. Mourão também é uma das atletas que recebem Bolsa Atleta há mais tempo no país. O benefício tem sido fundamental para sua dedicação esportiva. “É a base que a gente tem, a segurança que eu tenho pra poder continuar me dedicando ao meu esporte. Sem esse incentivo, eu não teria conseguido minhas sete participações olímpicas”, afirma.   

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Medalhista de prata nas Olimpíadas do Rio, em 2016, Felipe Wu é atleta do tiro esportivo, especializado em pistola de ar de 10 metros. É o único competidor brasileiro na modalidade a disputar em Tóquio. Contemplado com a Bolsa Atleta, ele elogia a flexibilidade do programa. “Com relação ao programa Bolsa Atleta, a grande importância e a vantagem dele, digamos assim, é que é um valor que chega diretamente ao atleta, diferente de outros programas, que a gente tem menos flexibilidade de usar”, afirma. 

Entenda

A solicitação para o Bolsa Atleta é feita de forma online, pelo site. Selecionados, os atletas assinam um termo de adesão e são contemplados com 12 parcelas de benefícios, depositados em conta específica da Caixa. Os valores são definidos de acordo com as seguintes categorias: atleta de base (R$ 370), estudantil (R$ 370), nacional (R$ 925), internacional (R$ 1.850), olímpico/paralímpico (R$ 3.100) e pódio (R$ 5 mil a R$ 15 mil).

Os depósitos são feitos sem intermediários e a principal prestação de contas do atleta ao governo e à sociedade “é a obtenção de resultados expressivos nas disputas”, de acordo com o Ministério da Cidadania. Este ano, o programa contemplou 7.197 atletas, com um investimento previsto de R$ 97,6 milhões.

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A ciclista Jaqueline Mourão, que passa boa parte do seu tempo no Canadá se preparando para as competições de inverno, diz que o programa brasileiro é um estímulo que outros países não oferecem. “Eu passo bastante tempo no Canadá. Eu vejo a situação dos atletas lá também. E é muito legal ver um programa do governo dando essa segurança que muitos atletas de outros países não têm”. 

Edição: Paula Laboissière

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