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Número atual de leitos de UTI no Piauí já é maior do que o do pico da pandemia em 2020

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O Piauí alcançou, no último dia 2 de abril, a marca de 461 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) exclusivos para pacientes Covid-19, instalados em toda a rede de saúde do Estado (hospitais públicos e privados). O número já superou o total de leitos de UTI existentes em 5 de agosto de 2020, no pico da primeira onda da pandemia, quando havia 460 unidades instaladas.

O total de leitos clínicos disponibilizados para pacientes com a doença também é o maior desde o início da pandemia. No último dia 2 de abril, havia 1.116 leitos, contra 1.034 no dia 10 de junho de 2020. Isso mostra que o Governo do Estado vem tomando todas as providências para evitar mais danos ao sistema de saúde, já que o número de infectados aumentou muito no mês de março.

Segundo dados da Secretaria de Saúde do Piauí (Seapi), foram internados 1,1 mil pacientes com Covid-19 em março de 2021, tanto em leitos clínicos, quanto nos de UTI. É o recorde de hospitalizações em um mês, ultrapassando em 27% o recorde anterior, que foi de 863 pessoas internadas, em julho de 2020, pior mês da primeira onda da pandemia. Além disso, o total de hospitalizados em março de 2021 é mais do que o dobro do verificado em fevereiro de 2021 (549 pessoas).

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Esse crescimento acelerado colapsou o sistema de saúde do Piauí: o nível de ocupação dos leitos de UTI está em 95% e dos clínicos, 70%. Por isso, segundo dados da Sesapi, nesta segunda-feira (5), existem 129 pacientes com Covid-19 esperando uma vaga em leitos de UTI e 23 uma vaga em leitos clínicos.

Apesar dos esforços do Governo do Estado em aumentar a quantidade de leitos, o crescimento acelerado de novos infectados preocupa a Sesapi. Devido à grave situação da Covid-19 no Piauí, as autoridades sanitárias apelam para que a população evite aglomerações, use sempre máscara e faça a constante higienização das mãos. “Somente com a conscientização de todos é que vamos vencer a Covid-19”, adverte o governador Wellington Dias.

Fonte: Governo PI

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Covid-19: Entenda a importância de trocar a escova de dentes e evitar reinfecção

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Fazer a troca de escovas de dentes no tempo determinado além de ser importante para a qualidade da saúde bucal, é fundamental para preservar a parte interna da boca, protegendo- a de bactérias, tártaros, cáries e também para evitar nova infecção causada pelo novo coronavírus. Quem explica sobre isso é o odontólogo e especialista em ortopedia funcional dos maxilares, Renzo Menezes.

“O melhor período para a troca da escova de dentes é a cada três meses, mas depende muito da força usada na escovação. Com isso o período da troca pode diminuir para 2 meses, já que as cerdas podem ficar danificadas com mais facilidade”, esclarece.

Outra recomendação do odontólogo é que durante e após o tratamento da infecção pelo Sars-CoV-2, também é importante que seja realizada a troca.

“Para não ocorrer uma nova reinfecção é adequado que seja trocada a escova de dente. Como o coronavírus é encontrado em nossa saliva e a escova dental está em contato direto na cavidade bucal onde ela se encontra, a escova consequentemente vai está contaminada com o vírus”, afirma.

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Alguns especialistas afirmam que da mesma forma que água e sabão podem ajudar na desinfecção, água e pasta de dente são itens necessários para eliminar o vírus da escova. Nesse caso é reforçada a necessidade da eliminação total para a não contaminação.

“É importante fortalecer o pedido da troca, pois na desinfecção a pessoa poderá não eliminar 100% o vírus presente nas cerdas da escova, por mais que ele use água e sabão ou um enxaguante, pode não eliminar a quantidade do vírus”, finaliza.

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