A ativista Sara Winter foi presa nesta segunda-feira em Brasília. O mandado é de prisão temporária e pode durar até cinco dias prorrogável por igual período, segundo informou o advogado Bertoni Barboza.

Ela está sendo investigada em um inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre fake news. Ela foi alvo de busca e apreensão em maio. A prisão foi determinada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes.

A ativista é líder do grupo ‘300 do Brasil’, que acampou na Esplanada dos Ministérios até a manhã desse sábado (13). O acampamento estava em Brasília desde abril com a finalidade de manifestar pleno apoio ao presidente Jair Bolsonaro e de realizar “treinamento intensivo de técnicas de revolução não-violenta”.

Sara Winter fez uma postagem em seu perfil no Twitter. Segundo ela, sua prisão foi “por conta de uma investigação sobre financiamento de protestos antidemocráticos”. “Isso mesmo, as manifestações onde idosos, crianças, deficientes, mulheres participavam em apoio ao presidente Jair Bolsonaro, é a tal manifestação ‘antidemocrática'”, disse.