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16 de agosto de 2018

Flagrante: Polícia Federal prende falsa médica tentando obter registro profissional no CRM do PI


Hospital de Olhos

Uma falsa médica foi presa na manhã desta quarta-feira (26) quando tentava obter o registro profissional sem nunca ter sido matriculada em uma universidade ou faculdade de Medicina.

Ela, identificada como Jarlene Raquel Cacau Araújo Toledo Carvalho, apresentou documentação como tendo sido formada no Centro Universitário São Camilo, em São Paulo.

A prisão aconteceu dentro do Conselho Regional de Medicina (CRM-PI). Funcionários perceberam a fraude ao checarem com a instituição as informações repassadas pela mulher.

Segundo o CRM, os documentos apresentados para obtenção do registro estavam fora dos padrões da instituição, como layout, timbre da formatação, impressão e logotipo diferente dos padrões da Instituição de Ensino.

Jarlene informou à Polícia Federal, onde prestou depoimento, que tinha 23 anos, enquanto o documento apresentado por ela indicava 21 anos.

A Polícia Federal vai concluir as investigações, a partir da documentação apresentada pela suposta médica.

A PF afirmou em nota que a falsa médica foi encaminhada para o sistema prisional, onde vai ficar à disposição da Justiça Federal. A pena pode ser de 1 a 5 anos de prisão.

VEJA A NOTA DA POLÍCIA FEDERAL:

A Polícia Federal no Estado do Piauí comunica que na data de hoje efetuou a prisão em flagrante da auxiliar de enfermagem de iniciais J. R. C. A. T. C., de 21 anos, natural de Teresina/PI após constatar-se que a mesma tentava solicitar fraudulentamente sua inscrição como médica junto ao Conselho Regional de Medicina – CRM/PI.

No seu pedido de inscrição junto ao CRM/PI a autuada apresentou diploma de conclusão do curso de medicina que teria sido emitido pelo Centro Universitário São Camilo, sediado em São Paulo, cuja instituição de ensino confirmou que a mesma nunca fora aluna do estabelecimento. Constatou-se ainda diversas irregularidades e falsificações grosseiras na documentação apresentada, dentre elas, histórico escolar emitido no ano de “2017”, ata de colação de grau também em data futura, além de vários erros de grafia.

Chamou ainda a atenção do Conselho a precoce idade da falsária, de apenas 21 anos, que alegou também já possuir especialização em Oncologia.

Após a prisão em flagrante a mesma foi conduzida à Superintendência da Polícia Federal para a lavratura dos procedimentos legais e em seguida foi encaminhada ao sistema prisional estadual onde ficará à disposição da Justiça Federal e deverá responder pelo crime de uso de documento falso que prevê pena de 01 a 05 anos de reclusão.

Falsa médica, segundo a PF, é técnica em Enfermagem

falsa médica

Com informações do Cidade Verde

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