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21 de julho de 2018

Amarante não terá show das férias; organizadores acionam a Justiça


Hospital de Olhos

Com a convicção de que no dia 20 de julho Amarante teria a maior festa do ano com Aldair Playboy, os organizadores do evento – DJ Tuta e Valdonio Barbosa da Silva, afirmaram ao Somos Notícia que o show não será mais realizado. Segundo afirmações, ambos foram vítimas de estelionato praticado por Cléber Duarte Arrais, de Pedreiras-MA.

Os dois teriam “comprado a data” de Cléber Arrais, a quem já tinham pago R$ 4.5 mil de modo antecipado via depósitos bancários para garantir o show. Segundo Tuta, Cléber foi apontado pelo promotor de eventos – Tony Costa, de Teresina. “Falamos com o Tony Costa e ele nos indicou esse amigo dele, de Pedreiras no Maranhão. Cléber Arrais confirmou que ‘tinha a data’, pois a banda não ia tocar mais nessa data. Conversamos e, depois de muita negociação, ficou em R$ 35 mil o valor do contrato. Eu teria que dar uma entrada de 5 mil para garantir o show. No dia 15 de julho faria outro depósito de R$ 15 mil e, no dia do show, os outros  R$ 15 mil.”

O caso resultou no registro de um Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia Civil de Amarante. Uma ação será movida contra Cleber Arrais – que, segundo DJ Tuta, “teria vendido a data da banda para tocar no Jóquei Clube de Amarante, sendo que ele não tinha autorização da banda e a data não era dele. Fui informado que ele havia vendido a mesma data para outra pessoa porque estava precisando de dinheiro”.

“Na última quinta-feira, consegui o telefone do escritório da banda Aldair Playboy em São Paulo. A banda está conosco, nos apoiando. Me passaram o telefone oficial do empresário. Eles me ligaram porque já estavam sabendo o que tinha ocorrido. Eu expliquei e eles me disseram que o Cleber Arrais não podia ter vendido a data do dia 20 de julho porque não era dele“, reforçou Tuta.

O motivo da ação, segundo os organizadores, é pelo ressarcimento em razão dos prejuízos, que hoje chegam a R$ 6 mil, e pelos danos morais. “Tenho em mãos todos os comprovantes dos depósitos feitos. Antes de completar os R$ 5 mil, não depositei mais porque desconfiamos. Tentamos falar com ele de todas as formas, mas não conseguimos.”

Como parte das despesas realizadas os organizadores asseguram já estavam com ingressos prontos, cartazes, divulgação em moto-som. Segundo DJ Tuta, a situação tem sido motivo de ofensas nas redes sociais.

“Fui à delegacia, registrei o BO, já contratamos o advogado.  Já íamos vender antecipados os ingressos. Os cartazes foram pagos, mas não vamos usar por causa do problema. O que mais temos a zelar na vida é o nome. Eu tenho 20 anos e nunca fiz isso com ninguém. Algumas pessoas estão me criticando, falando mal. Vamos também mover uma ação contra essas pessoas”, encerrou.

O Somos Notícia não conseguiu contato com Cléber Arrais. O contrato foi assinado pelas partes, tendo DJ Tuta assinado como testemunha.

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