Estudantes piauienses conquistam medalhas em olimpíadas nacionais

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As olimpíadas científicas estimulam os jovens de escolas públicas e privadas a participarem de avaliações em várias áreas do conhecimento como Matemática, Língua Portuguesa, Ciências, Química, Física, Biologia, História, Geografia e Astronomia. Duas dessas competições têm movimentado o ambiente escolar nos últimos dias com a divulgação dos resultados: a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e a Mostra Brasileira de Foguetes (Mobfog), nas quais as escolas públicas estaduais do Piauí conseguiram ótimos resultados.

Na edição de 2020, os estudantes das escolas piauienses conquistaram ouro, prata e bronze na Mobfog e na OBA, segundo resultado preliminar divulgado individualmente e levantamento realizado pelas escolas. Essas competições são realizadas anualmente pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), entre alunos de todos os anos dos Ensinos Fundamental e Médio, em todo o território nacional.

Elas têm por objetivos fomentar o interesse dos jovens pela Astronáutica, Física, Astronomia e ciências afins, promover a difusão dos conhecimentos básicos de uma forma lúdica e cooperativa, mobilizando num mutirão nacional, alunos, professores, coordenadores pedagógicos, diretores, pais e escolas, e instituições voltadas às atividades aeroespaciais. Ainda em dezembro, as instituições organizadoras divulgarão o resultado geral.

Dentre os inúmeros destaques, estão alunos do Ceti Inês Rocha, de Piracuruca, que conquistaram quatro medalhas; o Ceti Desembargador José de Arimathea Tito, de Piripiri, com 20 medalhas; e o Ceti João Henrique de Almeida, localizado em Teresina, com 14 medalhas.

A diretora do José de Arimathea, Danyelli Alves, revela que, de 2017 até hoje, a escola vem aumentando a participação nas olimpíadas. “Nossa escola busca incentivar sempre a participação dos alunos, viabilizando as inscrições, criando um ambiente favorável, com as premiações servindo de inspiração para os colegas e a cada ano o número de medalhistas aumenta. Recentemente recebemos o resultado do concurso Canguru de Matemática 2020, no qual conquistamos cinco medalhas e 12 menções honrosas”, explica a gestora.

João Manoel Menezes, aluno no 9° ano do Ensino Fundamental, é medalhistas de ouro da OBA, para ele as olimpíadas externas ajudam muitos alunos dando oportunidade de conseguir bolsas de diversos programas e instituições. “Curso o programa de iniciação cientifica da OBMep. Também temos a oportunidade de conseguir financiamentos e participar de diversas áreas, como geografia, português e história, das quais participamos este ano, o que ajuda na vida do aluno”, afirma o estudante.

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A estudante Cecília Rodrigues conquistou a medalha de ouro para o Ceti Inês Rocha. Ela afirma que a sua participação e de suas amigas na OBA lhes trouxe novos conhecimentos sobre assuntos pouco vistos no cotidiano. “Minha experiência com a OBA foi muito boa. Gostei muito dos assuntos da prova e acredito que isso me deu conhecimento de coisas que eu não sabia, apesar de serem assuntos que não trabalhamos no dia a dia. As atividades foram muito interessantes”, destacou a aluna.

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A diretora Djanira Alencar, do Ceti João Henrique, recebe com satisfação o bom resultado, mesmo com a situação da pandemia. “Foi importante pois concretiza um trabalho que desenvolvemos durante o ano. A equipe pedagógica não mediu os esforços para que os alunos tivessem o conhecimento necessário para participar das avaliações externas, como as olimpíadas”, resalata a gestora.

O secretário de Estado da Educação, Ellen Gera, observa que, além dos estudantes e professores participantes receberem certificados de participação, concorrerem a medalhas em âmbito estadual, nacional e participação em competições internacionais, essas olimpíadas, mais do que tudo, proporcionam uma série de novas descobertas, ideias e técnicas durante cada etapa das provas.

“As olimpíadas são muito desafiadoras e permitem aos estudantes se aprofundarem em uma matéria do seu interesse. Além disso, independentemente dos resultados, todos recebem certificados de participação para já compor seus currículos. Algumas universidades públicas, como a Unicamp, também destinam vagas em suas graduações para premiados em olimpíadas. Por isso, a Seduc e o Governo do Piauí apoiam incondicionalmente esse tipo de atividade”, completa o gestor.

Mais de 437 mil estudantes participaram da fase final da OBA em novembro. Devido à pandemia do coronavírus, este ano, as provas foram realizadas de forma virtual, em dois dias.

O coordenador da OBA, professor João Batista Canalle, destacou, por exemplo, que instabilidades no acesso à energia e à internet, como ocorre no Amapá, foram consideradas para a divisão das provas em duas datas.

“Também foi realizada a Mostra Brasileira de Foguetes. Além da forma virtual – com auxílio de um software – a mostra pôde ser feita também presencialmente, no local onde fosse possível”, relatou o coordenador.

Fonte: Governo PI

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