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18 de outubro de 2018

Ano Letivo pode ser anulado no Piauí com quase 50 dias de greve dos professores


Hospital de Olhos

Depois de completar 47 dias da greve dos professores, o ano letivo do Piauí pode ser anulado.

Os grevistas buscam reajuste de 6,8% e 3,95% para professores e funcionários – respectivamente, ao invés de 2,95% conforme concedeu o governo do estado.

O grande problema, segundo o sindicato da categoria, é que a falta de aulas durante a greve pode interferir na reposição da carga horária deste ano.

De acordo com o G1, o governo do estado informou que o reajuste que foi concedido atingiu o limite permitido pela lei em ano de eleição, não sendo permitido aumento acima da inflação.

“Corre o risco de termos o período letivo declarado como perdido, porque se continuar como está não vamos ter dias letivos o suficiente para compensar os dias de greve. Então não vai ter como cumprir com a carga horária e é por isso que a gente quer que a Justiça se manifeste, já que o governo não o faz”, informou o vice-presidente do Sinte, Kássio Lages.

A categoria espera que a determinação seja judicial para o cumprimento do acordo da classe com o governo do Piaui. Segundo o sindicato, ficou definido um reajuste de 6,81% para professores e 3,15% para funcionários. A categoria, que decidiu pela cessação coletiva e voluntária do trabalho, ficou insatisfeita porque o governo repassou 2,95%.

A categoria se reuniu em assembleia na última terça-feira, quando decidiram pela continuidade da greve. Uma nova reunião será realizada no dia 1º de agosto.

“Antes disso vamos percorrer a cidade entregando à população uma carta com nossas pautas. Porque não é só sobre valorização profissional, é preciso também de estrutura nas escolas e que o transporte escolar funcione, por exemplo”, finalizou ao G1, Kássio Lages.

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