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19 de julho de 2019

Ataques em mesquitas da Nova Zelândia deixam pelo menos 49 mortos


Hospital de Olhos

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Dois tiroteios ocorridos em duas mesquitas em Christchurch na Nova Zelândia deixaram pelo menos 49 mortos. A ação foi classificada como o pior ataque da história do Pacífico. Os massacres aconteceram por volta das 13h30 desta sexta-feira (15), horário local.

Uma das mesquitas é chamada Masjid Al Noor, onde morreram 41 pessoas. O outro ataque foi no Centro Islâmico Linwood e deixou sete mortos, bem próximo à primeira mesquita ataquada. Outra vítima morreu a caminho do hospital.

Os ataques aconteceram de forma simultânea na maior cidade da Nova Zelândia. Informações apontam que 48 pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para o hospital da cidade. Dessas, 20 estão em estado grave.

Tudo aconteceu quando os fiéis estavam rezando. O massacre foi transmitido por um dos atiradores ao vivo pelo Facebook, que logo fez a exclusão do vídeo.

O site The Guardian disse ao informar os ataques que “a paz foi destruída por tiros que deixaram dezenas de mortos”.

Um dos atirador é um extremista de 29 anos. Os ataques repercutem no mundo inteiro. Há protestos na Austrália, Estados Unidos, Turquia e Bangladesh.

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Durante uma entrevista à imprensa local, a primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinta Ardem, afirmou que os disparos parecem ser um ataque terrorista “muito bem planejado”.

“Este é, e será, um dos dias mais negros da Nova Zelândia”, disse Ardern, muito abalada.

Dois dispositivos explosivos foram encontrados e desarmados em veículos que foram considerados suspeitos.

Um cadeirante afirmou que estava nos fundos da mesquita e que ouviu todo o tiroteio por cerca de sete minutos.

“Após cerca de 10 minutos, pensei que o atirador havia saído. Empurrei-me para entrar na mesquita e foi inacreditável. Vi na sala principal do lado direito mais de 20 pessoas, algumas delas mortas, algumas gritando”, disse ele à Al Jazeera.

Um dos atiradores usou uma arma automática. Ele usava capacete, óculos e uma jaqueta militar. Após os ataque, a polícia pediu que as pessoas permanecessem em suas casas.

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