Confederação define critérios para natação brasileira em Tóquio 2021

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A Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) definiu os critérios para formação da seleção que representará a natação do país na Olimpíada de Tóquio (Japão). A equipe será montada com base nos resultados do Campeonato Brasileiro Absoluto, entre 19 e 24 de abril, no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio de Janeiro, que funcionará como única seletiva nacional.ebc Confederação define critérios para natação brasileira em Tóquio 2021ebc Confederação define critérios para natação brasileira em Tóquio 2021

 

Pelos critérios, os campeões e os vices das provas individuais estarão classificados, desde que atinjam, nas respectivas finais A (ou seja, a que reúne os oito melhores), o índice A (que é o mais exigente) determinado pela Federação Internacional de Natação (Fina). Nos 50m livre masculino, por exemplo, o tempo do vencedor e do segundo colocado não pode superar 22 segundos e um centésimo. Já nos 50m feminino, o limite é 24 segundos e 77 centésimos.

“Os critérios de classificação para os Jogos Olímpicos foram debatidos exaustivamente durante o ano passado e, com o adiamento dos Jogos e da seletiva, houve uma nova revisão e estamos divulgando com três meses de antecedência para dar uma segurança e uma tranquilidade para os atletas e treinadores trabalharem”,  disse o diretor de natação da CBDA, Eduardo Fischer, em comunicado divulgado pela confederação.

Nos revezamentos, o Brasil tem presença garantida no 4x100m livre, 4x100m medley e 4x200m livre, todos masculinos. A classificação foi assegurada no Mundial de Esportes Aquáticos de Gwangju (Coreia do Sul), em 2019. A equipe dos revezamentos de nado livre será formada pelos quatro primeiros colocados das respectivas disputas individuais. Se o atleta que terminar em quinto na seletiva também fizer tempo menor ou igual ao índice A da Fina, ele pode ser convocado como reserva.

O quarteto do medley, por sua vez, terá os campeões das provas de 100m em cada estilo (livre, costas, peito e borboleta) na seletiva. Segundo a CBDA, porém, se a comissão técnica entender que o vice de um determinado estilo (e que também seja convocado para a prova individual) estiver em momento melhor, ele pode ser escolhido para o revezamento.

No caso dos revezamentos femininos (4x100m livre, 4x200m livre e 4x100m medley) e misto (4x100m medley), que ainda não têm vaga em Tóquio, os atletas passarão por uma tomada de tempo durante a seletiva. A marca atingida pelos quartetos deve figurar entre as quatro melhores do respectivo revezamento no ranking mundial da Fina – considerando os países sem lugar garantido nos Jogos – até 31 de maio, quando termina o período de repescagem.

Edição: Marcio Parente

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