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Hospital de Picos realizou mais de 6 mil atendimentos, de 22 a 26 de fevereiro

O Hospital Regional Justino Luz, na cidade de Picos, realizou no período do Carnaval, de 22 a 26 de fevereiro, mais de 6.300 atendimentos. O hospital é categorizado como “porta aberta” e referência na macrorregião do Semiárido, que inclui o Vale do Rio Guaribas, Sambito e Canindé. São mais de 42 municípios atendidos pelo Justino Luz.

Segundo um relatório elaborado pelo hospital, foram 1.800 atendimentos com classificação de risco, 87 internações e mais de 1.850 exames laboratoriais. “No período do Carnaval, a demanda de atendimentos para algumas patologias aumentam, por isso o hospital funcionou com todo o pessoal necessário para realização dos atendimentos nesses dias”, explica Samara Sá, diretora-geral.

Segundo relatório da Fundação Piauiense de Serviços Hospitalares (Fepiserh), que faz a gestão dos hospitais Justino Luz e Getúlio Vargas (HGV), houve um aumento no número de cirurgias realizadas pelos hospitais da rede, gerando produção para os dois órgãos. No HGV, o aumento foi de 1,74%, em relação ao ano de 2018. Já no hospital de Picos, foi de 1,35%.

O número de consultas no Getúlio Vargas chegou a 107.414 mil, e os exames, 145.959 mil, divididos entre tomografia computadorizada, endoscopia, ultrassonografia, laboratório, citologia e outros. Já no Justino Luz foram realizadas 190.224 mil consultas de emergência e 157.124 mil exames em 2019. “Picos possui uma demanda maior devido ser um hospital de ‘portas abertas’, ou seja, de urgência e emergência”, avalia Nara Nunes, diretora técnica da Fundação.

O presidente da Fepiserh, Pablo Santos, ressalta que pelas melhorias nos atendimentos e serviços que a rede hospitalar do Estado vem passando nos últimos anos, a população também apresenta um quadro mais saudável, puxado pelos atendimentos laboratoriais e consultas mais acessíveis nos hospitais do Interior. “Com o avanço dos exames e atendimento de média complexidade em toda rede, e especialmente no interior, diagnostica-se as patologias de forma mais rápidas e assertivas, diminuindo o tempo de tratamento e respectivamente, até evitando internações mais longas. Isso gera um fluxo melhor e reverte em menos transferências para capital, desafogando o HGV”, comenta a diretora.

Pablo destaca que com uma melhor estruturação dos atendimentos no Hospital de Picos, os pacientes mais carentes são os mais beneficiados, pois quando transferidos para Teresina, seus familiares e acompanhantes tem que arcar com custeio da estadia na capital. “O atendimento próximo de sua residência traz mais conforto e menos custo para as pessoas mais carentes e isso reflete na recuperação do paciente. O Justino Luz procura dar resolutividade nos procedimentos, para reduzir as transferências e estamos conseguindo bons resultados”, conta o presidente.

Repórter: David Carvalho

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