Procon, MP-PI e Claro buscam solução após queda de torre em Palmeirais

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A queda da torre da operadora Claro ocorrida último dia 29 em Palmeirais por causa de um temporal foi tema de reunião virtual nessa segunda-feira (05) com a participação de representantes do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), da operadora Claro e do Ministério Público do Piauí (MP-PI).

A discussão envolveu a participação do coordenador do Procon, Nivaldo Ribeiro, da representante da operadora, Camila Bernardes Sousa, e do promotor de Justiça de Palmeirais, Afonso Aroldo Feitosa Araújo.

Segundo publicação do Ministério Público, Camila Sousa afirmou que nenhum dos moradores da região terá prejuízos em decorrência do ocorrido, “pois todos os reparos em suas casas e entorno serão feitos pela empresa”.

O temporal, que caiu no final da tarde do dia 29 e foi considerado atípico, não deixou feridos. Segundo a Claro, a torre estava em situação regular. Duas casas foram atingidas, uma delas ficou destruída.

As providências já estão sendo tomadas para solução dos prejuízos que foram ocasionados ao serviço de telefonia no intuito de restabelecer plenamente o sinal na cidade. Camila Bernardes disse que a empresa estuda, ainda, como será feita a devolução de valores para os consumidores que foram prejudicados pela falta de sinal.

O coordenador geral do Procon, Nivaldo Ribeiro, pediu que fossem inspecionadas todas as torres do estado como forma de garantir segurança à população. Um dossiê será enviado pela Claro ao Ministério Público informando a real situação das torres no estado com informações de endereços para que sejam feitas as fiscalizações necessárias.

Afonso Aroldo, promotor de Justiça de Palmeirais, pediu providências na correção dos problemas de sinal que afetaram o povoado Casteliano. A comunidade, segundo ele, tem reclamado da má qualidade no serviço da Claro, mesmo antes do incidente com a torre. A companhia assegurou uma avaliação do caso e garantiu que vai buscar uma solução para o problema enfrentado.

O Ministério Público, por meio do Procon e da Promotoria de Justiça de Palmeirais, continuará acompanhando o caso até que seja totalmente solucionado.

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