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19 de agosto de 2019

Hospital Infantil Lucídio Portela, em Teresina / Foto: Gilcilene Araújo/G1

Sobre causas da morte da criança de 3 anos: ‘são só deduções’, diz delegado de Amarante


Hospital de Olhos

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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) confirmou o óbito da criança de Amarante, identificada pelas iniciais B.E.R.C – de apenas 3 anos, ocorrida na manhã desta quinta-feira (18) por disfunção múltipla dos órgãos.

Em nota encaminhada ao Somos Notícia, a Sesapi informa que uma parada cardiorrespiratória sofrida pela menina foi revestida, “mas que infelizmente a criança não resistiu a gravidade da situação”.

A Sesapi acrescenta ainda que, após exames, não foi constatado abuso sexual. “A Secretaria de Estado da Saúde informa ainda que a criança não deu entrada na Maternidade Dona Evangelina Rosa, mas que uma equipe do Serviço de Atenção às Mulheres Vítimas de Violência Sexual (Samvis), foi deslocada para o Hospital Infantil Lucídio Portela, onde examinou a criança e constatou que não houve abuso sexual”, diz a nota.

Em áudio encaminhado pelo delegado nesta quinta-feira (18) ao Somos Notícia, a polícia não tem confirmado o que teria provocado a disfunção múltipla dos órgãos.

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“Não temos ainda a certeza do porquê que a criança morreu. Essa possibilidade de estupro não é o alvo da nossa investigação, e sim se ela foi dopada ou não com alguma substância para dormir e se isso tenha causado a morte dela. Por enquanto são só deduções”, disse Otony.

O delegado informou ainda que a mãe de B.E.R.C, identificada como Keliane Patrine Rocha Pachêco, deverá ser ouvida na delegacia nos próximos dias. Informações da avó da criança, apontam que a filha foi espancada e encaminhada desacordada para o hospital.

“Eu devo estar recebendo a mãe para prestar esclarecimentos. Ela deixou a filha sob os cuidados de outras pessoas, inclusive uma dessas pessoas é a avó de outros dois filhos dela. Até o momento, por parte da Polícia Civil, foi feito o inquérito policial, a requisição do exame do corpo delito para a mãe e o exame cadavérico, como também os exames para saber se houve ingestão de alguma droga ou medicação que poderia ter sido ministrada pela criança”, finalizou o delegado.

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