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Na expectativa da quarta Olimpíada, Marcelo Melo já está no Japão

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Aos 37 anos, o mineiro Marcelo Melo formará, ao lado de Bruno Soares, 39 anos, uma das duplas brasileiras no torneio de tênis dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Essa será a quarta vez que o atleta participará dos Jogos e a terceira ao lado de Soares.

Antes de seguir para o Oriente no último final de semana, Marcelo Melo falou com a Agência Brasil e revelou confiança. “Eu venho jogando muito bem. Participei bem dos últimos torneios. Estou mais experiente. E a medalha olímpica, desde a minha primeira participação, sempre foi um foco na minha carreira. Estou muito animado e ansioso. Essa última edição de Wimbledon mostrou que eu ainda estou bastante competitivo”. Os tenistas brasileiros desembarcaram no Japão no domingo (18).

No recente Grand Slam inglês, o brasileiro, com o parceiro polonês Lukasz Kubot, caiu nas quartas de final depois de um duelo de mais de quatro horas contra a dupla número 1 do mundo, os croatas Mate Pavic e Nikola Mektic. A derrota foi por 3 sets a 2.

A última semana no Brasil antes da viagem foi de muitos treinos na capital mineira com Bruno Soares, amigo de longa data. “Atualmente, estamos em duplas diferentes dentro do Circuito Mundial. Mas já jogamos juntos durante muito anos desde a época do juvenil. Foram muitas edições de Copa Davis. Vários torneios. A gente treina junto durante o ano ao redor do mundo. A gente já se enfrentou também muitas vezes. É basicamente como pegar um carro e repetir uma viagem que já foi feita várias vezes. Além desta semana no Brasil, teremos mais uns seis dias de treinamento no Japão. E agora considero que o principal é mantermos o foco de que estamos em uma Olimpíada”.

Marcelo Melo e Bruno Soares com os treinadores em Belo Horizonte Marcelo Melo e Bruno Soares com os treinadores em Belo Horizonte

Marcelo Melo e Bruno Soares com os treinadores e o preparador físico em Belo Horizonte – Divulgação/Arquivo pessoal
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Na capital mineira, Melo e Soares treinaram acompanhados do irmão e técnico, Daniel Melo, e do preparador físico Chris Bastos, e Soares de seu treinador, Hugo Daibert. Nas duas vezes em que estiveram juntos nos Jogos, em Londres e na Rio de Janeiro, Melo e Soares chegaram até as quartas de final. Em Pequim, Marcelo jogou ao lado do mineiro André Sá, parando nas oitavas de final.

Ao contrário do torneio de simples, no qual vários grandes nomes não participarão, como o espanhol bicampeão olímpico Rafael Nadal, o austríaco Dominic Thiem e o australiano Nick Kyrgios, a competição de duplas contará com praticamente todos os principais nomes.

“É até difícil definir um top 10. Parece que nas duplas está sendo exatamente o contrário. Todo mundo está confirmando a participação. É até engraçado de repente a diferença de mentalidade entre os jogadores. Acho que não participei de apenas uma edição de Copa Davis durante toda a minha carreira. Nós temos que representar o nosso país no dia a dia. E ainda mais quando estamos nesses momentos”, comentou Marcelo Melo.

Além da parceria Marcelo Melo e Bruno Soares, nas duplas, o Brasil também terá Thiago Monteiro e Marcelo Demoliner no masculino e Laura Pigossi com Luisa Stefani no feminino. No torneio de simples, a equipe nacional terá João Menezes e Thiago Monteiro. O torneio de tênis olímpico começa no dia 24 de julho na capital japonesa e será disputado em jogos com melhor de três sets, com um super-tiebreak de 10 pontos sempre que a terceira parcial for necessária.

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Edição: Gustavo Faria

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Covid-19: casos sobem em Pequim a nove dias da Olimpíada de Inverno

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Pequim registrou 14 casos locais confirmados de covid-19 nesta quarta-feira (26), a maior contagem diária em seu atual surto, menos de duas semanas antes do início dos Jogos Olímpicos de Inverno na capital chinesa e na província vizinha de Hebei.

Embora os números do surto em Pequim desde 15 de janeiro sejam menores do que em outras partes do mundo, a cidade ordenou lockdowns direcionados para dezenas de milhares de pessoas e testou alguns milhões de moradores para limitar a infecção.

As restrições, alinhadas com um esforço nacional para conter surtos do vírus o mais rápido possível, assumem uma urgência extra, já que a China prometeu sediar com segurança os Jogos de Inverno e evitar grandes surtos durante a temporada de viagens do Ano Novo Lunar.

A capital chinesa registrou um total de 55 casos locais sintomáticos desde 15 de janeiro, mostram os dados. As autoridades de Pequim culparam a variante Delta pela maioria dos casos no surto atual, com alguns atribuídos à Ômicron, que é altamente transmissível.

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Pelo menos sete províncias, regiões e municípios da China registraram infecções pela Ômicron transmitidas localmente, enquanto o número total de casos é desconhecido.

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