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Mudanças no Código de Trânsito começam a valer neste mês

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Entram em vigor no dia 12 de abril as alterações promovidas no Código Brasileiro de Trânsito. As mudanças foram sancionadas pelo presidente Jair Bolsonaro em outubro do ano passado, quando ficou definido que a vigência passaria a ocorrer 180 dias após a sanção. 

A partir de agora, os motoristas devem ficar atentos aos novos prazos de renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), ao número de pontos que podem gerar a suspensão de dirigir e à punição de quem causar uma morte ao conduzir o veículo após ter ingerido bebida alcoólica ou ter usado drogas. 

Os exames de aptidão física e mental para renovação da CNH não serão mais realizados a cada cinco anos. A partir de agora, a validade será de dez anos para motoristas com idade inferior a 50 anos; cinco anos para motoristas com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 e três anos para motoristas com idade igual ou superior a 70 anos. 

Haverá mudanças também na quantidade de pontos que podem levar à suspensão da carteira. Atualmente, o motorista que atinge 20 pontos durante o período de 12 meses pode ter a carteira suspensa. Agora, a suspensão ocorrerá de forma escalonada. O condutor terá a habilitação suspensa com 20 pontos (se tiver duas ou mais infrações gravíssimas na carteira); 30 pontos (uma infração gravíssima na pontuação); 40 pontos (nenhuma infração gravíssima na pontuação). 

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As novas regras proíbem que condutores condenados por  homicídio culposo ou lesão corporal sob efeito de álcool ou outro psicoativo tenham pena de prisão convertida em  alternativas. 

Cadeirinhas 

O uso de cadeirinhas no banco traseiro passa a ser obrigatório para crianças com idade inferior a dez anos que não tenham atingido 1,45 m de altura. Pela regra antiga, somente a idade da criança era levada em conta.

Recall

Nos casos de chamamentos pelas montadoras para correção de defeitos em veículos (recall), o automóvel somente será licenciado após a comprovação de que houve atendimento das campanhas de reparo. 

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Geral

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Ações aproximam pessoas da natureza no Dia da Terra

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No Dia da Terra, comemorado hoje (22), o BioParque do Rio e o AquaRio promoveram ações educacionais, visando aproximar mais as pessoas da natureza e conscientizar os visitantes sobre a importância da preservação do planeta. Ao mesmo tempo, os dois equipamentos cariocas reiteraram seus compromissos com o meio ambiente.

Com o objetivo de reforçar seu novo conceito de zoológico aliado a ações de conservação integrada, o BioParque do Rio convidou as vinte primeiras famílias que visitaram o local a participar da ação de plantio de mudas nativas da Mata Atlântica. Para o Grupo Cataratas, empresa responsável pela administração do BioParque do Rio e do AquaRio, é importante levar a população a refletir sobre a importância do Dia da Terra e o futuro do planeta porque, ao se incentivar no dia de hoje o desenvolvimento sustentável e as ações para restauração de ecossistemas e biodiversidade, na verdade está se deixando um legado positivo para as próximas gerações.

No AquaRio, a comemoração foi feita de forma diferente. Uma campanha online foi lançada previamente no Instagram  com o intuito de estimular as pessoas a compartilharem suas experiências no local, de modo a chamar a atenção sobre a importância da data. Durante a ação, o público foi convidado a postar fotos na atração turística com a hashtag #EuNoAquaRio. Na legenda deviam responder qual o maior aprendizado que tiveram no local. As frases mais criativas concorreram a ingressos para visitação ao aquário, com três acompanhantes, nesta quinta-feira, Dia da Terra.

Criatividade

Algumas das melhores e mais criativas frases selecionadas foram:

Adequação

O biólogo marinho Rafael Franco, responsável técnico pelo AquaRio, informou à Agência Brasil que o equipamento teve que reestruturar os protocolos sanitários contra a covid-19 “para garantir uma visita segura, não só para os visitantes, mas para todos os nossos colaboradores e funcionários, com distanciamento social e higienização dos locais”.

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O AquaRio está trabalhando com limitação da capacidade de visitação, devido ao distanciamento determinado pelas autoridades para evitar a disseminação da doença. Rafael Franco estimou que o número de visitantes no período pré-pandemia, de 7 mil pessoas por dia, caiu atualmente para cerca de 2,5 mil/dia a 2,7 mil/dia. A duração do passeio depende do visitante. “Tem visitantes que querem vir só para tirar foto no tanque oceânico com tubarão e tem aquele que gosta de parar para ler todas as informações, conversar com os biólogos. Se eu tivesse que fazer uma média, diria que dura uma hora e meia de visitação, por pessoa”, disse o biólogo marinho.

Seminário

Também hoje (22), em comemoração ao Dia da Terra, o Museu do Amanhã e a organização não governamental (ONG) Conservação Internacional promoveram o primeiro dos dois seminários online “Sementes para o Futuro”. Os seminários propõem a jovens líderes uma reflexão sobre o valor da natureza e o que a população pode começar a fazer agora para garantir um futuro mais sustentável.

O tema debatido no primeiro evento foi: “Qual o valor da natureza para as jovens lideranças?”.A palestra de abertura foi feita por Thomas Lovejoy, ambientalista e biólogo norte-americano especializado em biodiversidade. Participaram também Miguel Moraes, diretor sênior de Programas da Conservação Internacional; Amanda Costa, ativista formada em relações internacionais e empreendedora no Perifa Sustentável; Marilene Rocha Batista, jovem liderança da Reserva Extrativista de Cassurubá; e Muká Yawanawá, liderança jovem da terra indígena do Rio Gregório do Povo Yawanawá.

No segundo seminário, marcado para o próximo dia 29, às 17h, serão debatidas as soluções do presente para a construção de um amanhã mais sustentável para todos os habitantes do planeta e o que pode reduzir os impactos ambientais. O debate deverá contar com a participação de Luciana Villa Nova, gerente de Sustentabilidade da Natura e responsável pelo Programa Amazônia; Fabio Scarano, professor de ecologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); e Francisco Pianko, ativista indígena e liderança do povo Ashaninka. O seminário poderá ser acompanhado no Youtube do Museu do Amanhã.

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Soluções

Vice-presidente da Conservação Internacional no Brasil, Mauricio Bianco salientou que o mundo já está vivendo uma crise climática. “E sabemos que pelo menos 30% das soluções para mitigar os efeitos desta crise advêm da natureza. Por isso, temos que fazer valer a floresta em pé e restaurar cada vez mais florestas. É urgente o debate sobre iniciativas que promovam o desenvolvimento de economias sustentáveis e baseadas na conservação de áreas de extrema importância para as pessoas e para a natureza. Podemos transformar o futuro ao potencializar a restauração de florestas e a bioeconomia, ampliar áreas protegidas, fortalecer a governança de povos tradicionais e indígenas, fomentar o consumo consciente”.

Bianco ressaltou que é preciso criar modelos de financiamento que favoreçam a conservação e estimulem a produção sustentável de commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado externo). “Se engana quem acha que estamos falando apenas de biodiversidade e clima. Estamos falando de empregos, saúde, justiça social, bem-estar. Estamos falando do nosso futuro como humanidade. Precisamos avançar juntos, em um esforço de cooperação global, para alcançarmos um amanhã mais saudável, justo e sustentável para todos”, afirmou.

O diretor executivo do Museu do Amanhã, Ricardo Piquet, sustentou que é preciso reconhecer e valorizar as ideias, projetos e soluções para o futuro que estão sendo desenhados agora. “A construção de novos amanhãs tem que ser coletiva, ou seja, tem que partir de toda a sociedade, numa união de forças entre poder público, empresas, instituições e pessoas”, disse. Ricardo Piquet considera importante que novas lideranças surjam e se somem ao trabalho que outras pessoas já vêm realizando há muitos anos “para, cada vez mais, engajar a sociedade nas mudanças de hábito que precisamos. Um bom caminho é nos inspirar nos que nos disseram que plantar árvores hoje é uma ação que vai garantir os frutos e sombras para as gerações futuras. Essa ideia é a semente que vai fazer germinar nossos futuros”, concluiu.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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