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Mortes por Covid-19 superam o número de nascimentos no Brasil, destaca João de Deus

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O deputado estadual João de Deus (PT) destacou, na sessão plenária desta terça-feira (22), na Assembleia Legislativa, que as mortes por Covid-19 superam o número de nascimentos a cada mês no Brasil. E lamentou a tragédia que estaria acontecendo por culpa do presidente Jair Bolsonaro e dos seus seguidores que permanecem negando a gravidade da situação.

O parlamentar lamentou que no sábado passado (19), o país chegou à triste marca de 500 mil mortos por complicações com a Covid-19. João de Deus lembrou que a primeira morte foi registrada 12 de março de 2020. Em agosto chegamos aos primeiros cem mil e em 1º de janeiro deste ano já era 200 mil.

“Nestes primeiros seis meses de 2021 já chegamos a 500 mil, ou seja, 300 mil mortes somente este ano. E o pior: não chegamos ainda nem a 15% da população vacinada”, disse.

Segundo o deputado, o presidente Bolsonaro não acredita na ciência, não acredita na vacina e nem nas restrições necessárias, não acredita no isolamento. “Ele acha que a melhor vacina é o contágio de todo mundo. E ainda culpa os prefeitos e governadores, que realmente agiram mesmo sem ter uma coordenação federal. Se eles não tivessem agido teríamos um ou dois milhões de vidas perdidas. Mas, ele só age a favor do vírus, não usa máscara, promove aglomerações e não articula nada. Pelo contrário, virou uma chacota mundial”, frisou.

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Em aparte, o deputado estadual Paulo Martins (PT) afirmou que tem muita gente “dormindo” no Brasil e continua acreditando nas falas do presidente, que insiste em desrespeitar as pessoas que ousam criticá-lo. “A Rede Globo é um dos maiores veículos de comunicação do mundo. E ele não gosta da Globo porque ela divulga os números da pandemia. O que era uma obrigação do governo ele cancelou e ainda fica zangado. Toma uma atitude de tentar esconder os números de mortes como fazem a China e a Rússia e outros países de regimes totalitários”, disse.

Segundo Paulo Martins, além da pandemia o Brasil ganhou outros problemas devido a falta de ações do Presidente da República. “116.8% da população está passando fome porque ele acabou os programas sociais. Não tem moradia, não tem agricultura familiar. O PIB cresceu devido as exportações, mas a economia interna está aos frangalhos com mais de 14% de desempregados. Em janeiro do ano passado o salário mínimo comprava 16 botijões de gás e hoje só compra nove. Comprova 400 quilos de arroz e hoje só a metade”, declarou.

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Também em aparte, o deputado estadual Cícero Magalhães (PT) disse que a culpa da mortandade por Covid-19 é do presidente Bolsonaro e que se todas as medidas sanitárias recomendadas pela ciência tivessem sido tomadas não haveria a atual situação. “Só para termos uma ideia a Indonésia, que tem 275 milhões de habitantes, registrou 50 mil mortes. A Nigéria tem 211 milhões de pessoas e morreram pouco mais de duas mil pessoas”, afirmou.

Durvalino Leal – Edição: Katya D’Angelles

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Escola Cidadão Cidadã vai adotar modelo híbrido na volta às aulas

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Atenta ao crescimento do número de infectados pela Covid-19 e pela variante H3N2 do vírus Influenza no mês de janeiro, a Escola Cidadão Cidadã decidiu que o início das aulas, na próxima segunda-feira (24), adotará o modelo híbrido. A adesão à medida segue uma nota técnica publicada no começo de janeiro pela Secretaria de Saúde do Estado do Piauí (Sesapi) e atende à preocupação de alguns pais com o momento de ascensão dos casos de virose em Teresina.

A decisão acompanha o momento da campanha de vacinação no estado. Alunos com idade igual ou maior a 12 anos só poderão assistir às aulas presencialmente apresentando cartão de vacinação Covid-19 atualizado. Para os com menos de 12 anos, a comprovação da vacina ainda não será obrigatória, mas a escola seguirá o protocolo sanitário que limita o número de alunos nas salas. Professores, pais, responsáveis e demais trabalhadores também serão obrigados a mostrar o comprovante de vacinação com pelo menos duas doses.

Para os alunos vacinados que tenham a partir de 12 anos e para os estudantes com menos de 12 anos, a escolha por assistir às aulas presencialmente ou online, neste primeiro momento, ficará a critério dos pais. Apenas as avaliações serão realizadas, obrigatoriamente, no formato presencial.

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Medidas de proteção como uso obrigatório de máscaras, incentivo à constante higienização das mãos e manutenção de ambientes com ventilação natural continuarão sendo adotadas para seguir a nota técnica da Sesapi e proteger a comunidade escolar. A limpeza dos ambientes e o controle dos casos de Covid-19 entre estudantes também serão mantidos.

Confira o informativo publicado pela Supervisão Pedagógica da Escola Cidadão Cidadã:

“Senhores pais ou responsáveis,
Informamos que devido ao grande número de pessoas infectadas nesse momento pelos vírus Covid-19 e H3N2, nossas aulas irão iníciar dia 24/01/2022, na modalidade híbrida, conforme as observações a seguir:
1 – Para todos os alunos com idade igual ou superior a 12 anos será obrigatória a apresentação do cartão de vacinação Covid-19 atualizado;
2 – Não haverá rodízio e nem grupos, ficando a critério das famílias assistir às aulas presenciais ou online;
3 – Todas as provas serão aplicadas presenciais;
4 – O uniforme é obrigatório a partir do primeiro dia de aula.
5 – O acesso à escola para pais e responsáveis somente com a apresentação do cartão de vacinação Covid-19.

Atenciosamente, 

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