AMARANTE

GERAL

Ministro Pontes se reúne com cúpula da OMS para debater covid-19

Publicado em

GERAL


O ministro de Ciência e Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, se reuniu, nesta quinta-feira (12) em Genebra, na Suíça, com a cúpula da Organização Mundial da Saúde (OMS). Na pauta, as ações que o Brasil vem realizado no combate à pandemia do novo coronavírus. “Nós apresentamos a rede vírus MCTI, que é essa rede de pesquisadores que foi montada e que nos deu toda essa estratégia seguida pelo ministério no desenvolvimento de sistemas de prevenção, testes diagnósticos, tratamentos, sequenciamento genético feito no Brasil, patogênese da doença desenvolvimento de vacinas e aumento da infraestrutura”, disse Pontes em entrevista ao vespertino Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil. Segundo ele, o objetivo é compartilhar experiências para ajudar outros países.

Na entrevista, o ministro também falou sobre outros compromissos da missão, que está sendo realizada desde o dia 4. Entre eles, a reunião com diretores da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern), um dos maiores e mais avançados centros de pesquisa do mundo. A instituição opera o mais potente acelerador de partículas do mundo, o Large Hadron Collider (LHC). “O Brasil vai fazer parte do Cern como país associado. Isso é bastante importante para nossa ciência, desenvolvimento de produtos”, afirmou.

Leia Também:  Com doença grave, Carlos Nascimento recebe homenagem de amigos jornalistas

Também fez parte da agenda a participação na reunião ministerial do G20. Os ministros assinaram uma declaração conjunta em que identificam 12 ações para acelerar a transformação digital da economia e governos.

O ministro também estevem em Viena, na Áustria, onde assinou memorandos de entendimento de cooperação entre os dois países na área de ciência e tecnologia e também para a realização do Space For Woman, programa que tem como objetivo incentivar a inclusão das mulheres em atividades espaciais.

Assista na TV Brasil:

Edição: Fabio Massalli

Fonte: EBC Geral

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

GERAL

Sancionada a lei que altera tolerância no excesso de peso de caminhões

Publicados

em


O presidente Jair Bolsonaro sancionou o projeto de lei que altera de 10% para 12,5% os limites de tolerância para o excesso de peso por eixo de ônibus de passageiros e de caminhões de carga. O projeto foi aprovado em setembro pelo Senado.

A lei determina que os veículos ou combinações de veículos (carretas com reboques, por exemplo) com peso bruto igual ou inferior a 50 toneladas deverão ser fiscalizados apenas quanto aos limites de peso bruto total ou de peso bruto total combinado (caminhão mais o reboque).

A tolerância sobre o peso excessivo aumentou de 10% para 12,5%. Nesses casos não haverá aplicação de penalidades, pelo peso a mais registrado por eixo tanto de ônibus de passageiros como de caminhões de carga.

Apenas nos casos em que os veículos ultrapassarem a tolerância máxima do peso, é que será feita, também, a fiscalização sobre o excesso de peso por eixo, “aplicando-se a ele as penalidades de forma cumulativa, respeitada a nova tolerância máxima por eixo”, diz a lei.

Já os veículos não adaptados ao transporte de biodiesel, mas que realizam o transporte desse produto, terão seus limites de tolerância aumentados de 5% para 7,5% no peso bruto total ou no peso bruto total combinado – regra que vale até o sucateamento dos caminhões.

Leia Também:  233 mil vagas de emprego serão abertas no fim de ano

“A diversidade da frota do transporte rodoviário de cargas em operação deverá ser considerada na regulamentação do Contran [Conselho Nacional de Trânsito], contemplando os casos de dimensão de tolerância e de isenção na pesagem por eixo. Ademais foi prevista exceção, quanto às vias rurais não pavimentadas, geralmente de circunscrição municipal de trânsito, para as quais o Contran estabelecerá os requisitos mínimos e específicos a serem observados pela autoridade de trânsito ao conceder autorização para o tráfego de caminhões fora dos limites de peso e dimensões, como, por exemplo, aqueles que carregam cana-de-açúcar”, informou, em nota a Secretaria-Geral da Presidência da República.

A nova legislação prevê que o condutor parado pela fiscalização poderá seguir viagem caso a irregularidade não possa ser corrigida no local ou caso o veículo ofereça condições de segurança para circular.

Para liberar o condutor, a autoridade de trânsito deverá, no entanto, reter o Certificado de Registro Veicular (CRV) mediante recibo e conceder até 15 dias para que a pessoa regularize a situação a fim de poder receber de volta o CRV. Essa concessão não vale para veículos que não estejam registrados e licenciados ou para veículos de transporte pirata de passageiros ou produtos.

Leia Também:  Com doença grave, Carlos Nascimento recebe homenagem de amigos jornalistas

Vale-pedágio

A nova legislação prevê prazo de 12 meses para que o caminhoneiro cobre do contratante a indenização pelo vale-pedágio a que tem direito – valor que corresponde a duas vezes o valor do frete, caso não receba adiantado o valor do pedágio. O mesmo prazo vale para o órgão competente cobrar a multa administrativa pelo descumprimento da lei do vale-pedágio.

Outra mudança prevista pela nova lei é o dispositivo que obriga a pessoa jurídica proprietária do veículo multado indicar, ao Detran, o motorista infrator, no prazo de 30 dias. Caso isso não seja feito, a empresa terá de pagar nova multa cujo valor será o dobro do valor aplicado inicialmente.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Geral

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

PIAUÍ

POLÍCIA

POLÍTICA

MAIS LIDAS DA SEMANA