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Live Pré-Sisu orienta alunos sobre o uso da nota do Enem

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Com o objetivo de auxiliar os estudantes para entender melhor como funciona o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), além dos detalhes sobre a nota de corte, peso das áreas, a sistemática das cotas e ampla concorrência, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) realizou, nessa segunda-feira (5), a Mega Live Pré-Sisu.

A ação contou com a apresentação do professor Wellington Soares e mediação das professoras Viviane Carvalhedo e Hildalene Pinheiro. A ação teve também a participação de Felipe Lopes, consultor do Enem, acadêmico de Direito e idealizador do Projeto Educacional Bizu; além de Lino Pontes, presidente do Projeto Aprovar, de Salvador-BA, um cursinho formado por voluntários que auxiliam estudantes na preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e que utilizaram as aulas e o material do Pré-Enem Live.

O coordenador do Pré-Enem Seduc, professor Wellington Soares, falou das dificuldades e superações no contexto da pandemia. “Apesar de todas as dificuldades que o Brasil vem enfrentando, que impactaram na abstenção recorde com mais de 50%, e um número baixo de notas mil na redação (28) em âmbito nacional, aqui no Piauí nós fizemos nosso dever de casa. Além do Canal Educação, fomos a todas as Gerências Regionais de Ensino com aulas presenciais e seguindo todas as recomendações sanitárias, o que garantiu o ótimo resultado do estudante piauiense”, disse Soares.

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Hildalene Pinheiro falou no que fazer antes de abrir o Sisu e como utilizar da melhor forma a nota conseguida pelo estudante no Enem. A professora mostrou o passo a passo que o aluno deve fazer. “Cerca de 90% das universidades públicas utiliza a nota do Enem e o Sisu para o ingresso. O estudante deve ler com atenção as notas alcançadas, observar em quais áreas ele mais se destacou; buscar um perfil de curso que tenha os maiores pesos para as maiores notas do Enem, por meio do termo de adesão das universidades; fazer uma lista dos cursos que caibam no perfil, ver a melhor faculdade, escolher o curso e definir o lugar onde vai estudar. Lembrando que é preciso acompanhar a cada 24 horas o Sisu para ver se continua como classificado. O aluno ainda tem a lista de espera e o Sisu do meio do ano como alternativas”, afirmou a professora.

Felipe Lopes complementou as informações repassadas pela professora Hildalene Pinheiro, com os pesos e notas que impactam na aprovação, demonstrando exemplos de que se o concorrente analisar corretamente os pesos das áreas atribuídas por cada universidade, pode ter maior chance de aprovação.

“Dependendo da universidade, o aluno é mais ou menos valorizado, de acordo com a nota do Enem e o peso da área que mais pontuou. É fundamental o estudante saber disso. Também atentar-se para as listas de espera, ficar sempre vigilante e manifestar o interesse”, destacou o idealizador do Projeto Educacional Bizu.

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Lino Pontes trouxe para a live os programas e auxílios que o estudante tem para estudar em outra cidade e se manter na universidade. “Muitas universidades oferecem bolsa de auxílio estudantil. Muitas vezes não é fácil conseguir, pois há muita concorrência, mas acreditando e seguindo os passos, é possível”, relatou presidente do Projeto Aprovar.

O secretário da Educação, Ellen Gera, deixou uma mensagem motivadora parabenizando os estudantes e profissionais da Educação.“Nós da rede estadual de educação do Piauí temos muito a comemorar. Nossos estudantes tiveram resultados excelentes, com destaque para redação, o que mostra a dedicação de todos, mesmo com a pandemia. Parabéns aos professores e profissionais do Pré-Enem que se reinventaram. Os resultados são esperançosos, agora é confirmar o ingresso. Você, estudante da rede estadual de educação, é nota mil”, comemorou o gestor.

As inscrições do Sisu começam nesta terça-feira (6) e até o dia 9 de abril os estudantes terão a oportunidade de tentar uma vaga em instituições de ensino superior, utilizando as notas obtidas no Enem 2020.

Fonte: Governo PI

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Defensoria passa a adotar ferramenta para inclusão em postagens nas redes sociais

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Instituição quer garantir maior acessibilidade

A Defensoria Pública do Estado do Piauí passa a adotar em suas redes sociais a hashtag #PraTodosVerem, alternativa tecnológica inclusiva que visa proporcionar acessibilidade com foco inicial nas pessoas com deficiências visuais, mas estendendo-se às demais deficiências.

Uma abordagem mais ampla da #PraCegoVer, criada pela professora baiana Patrícia Braille, especialista em educação especial na perspectiva da educação inclusiva, a #PraTodosVerem não se limita a inclusão apenas de pessoas cegas, mas a todos os usuários das redes, estimulando o uso de descrição de imagens o que permite a captação do que está inserido na imagem postada, tendo em vista que traz uma descrição do que contém na foto ou arte postada.

A descrição feita a partir da hashtag tem que adotar algumas especificidades como, por exemplo, descrever o que contém na imagem seguindo a sequência da escrita e leitura ocidental, isto é, da esquerda para direita e de cima para baixo, tendo antes descrito do que se trata, se é foto, desenho, charge, tirinha, ilustração etc. Nas redes sociais essa ferramenta já vem sendo usada por empresas e instituições, a exemplo do Conselho Nacional de Justiça, que buscam proporcionar maior acessibilidade e interação com o público que desejam atingir.

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O presidente da Escola Comradio e Instituto ILEVE, Iraildon Mota, que coordena no Piauí o projeto Mulheres de Visão, fala mais sobre a utilização da hashtag. “Nós usamos a #ParaTodosVerem porque falamos para todos, não apenas para os cegos ou para um grupo específico de pessoas. Com as tecnologias atuais, pessoas com baixa visão, com 30% ou menos no melhor olho, além de pessoas com deficiências mentais e físicas, podem usar a descrição de imagens estáticas ou audiodescrição”, informa, acrescentando que a limitação da descrição aos cegos seria algo como “sugerir um produto análogo, por exemplo, à “moda plus size” ou “macarrão sem glúten” – todos poderiam entender, mas se tornaria muito específica, ou somente para os cegos”.

Sobre a iniciativa da Defensoria Pública, Iraildon Mota afirma que “quando se toma a atitude de adotar a descrição de imagens nas redes sociais, não é apenas uma decisão comunicacional, mas uma ação concreta de respeito com as pessoas com deficiência visual. No mundo cada vez mais imagético isso reforça o quanto há possibilidades de se incluir agregando valor à comunicação e dando um grande exemplo para a sociedade. A Defensoria Pública do Estado do Piauí se torna protagonista com está iniciativa e serve como estimulo para outras instituições”.

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O defensor público geral Erisvaldo Marques, afirma que a adoção da hashtag é mais uma alternativa de inclusão adotada pela Defensoria Pública. “A Defensoria Pública trabalha em todos os segmentos na seara dos Direitos Humanos, procurando cada vez chegar mais próximo das pessoas, independente de suas limitações. Entendemos que a acessibilidade no meio digital ajuda a quebrar as barreiras de acesso à informação, tanto para os que têm algum tipo de deficiência visual, como outros tipos de deficiências. Assim, optamos por aderir a essa ferramenta visando tornar a nossa instituição cada vez mais acessível. Nesse contexto, a Defensoria Pública já tem trabalhado parcerias, como a desenvolvida com a Escola Comradio, por meio do Projeto Mulheres de Visão, que também nos serve de inspiração para a adoção dessa prática. É sempre interesse da Defensoria colaborar para o desenvolvimento de ações que busquem garantir a cidadania dos que são marginalizados e vítimas do preconceito”, afirma.

Fonte: Governo PI

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