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Liga das Nações: Brasil termina 1ª fase com vitória e enfrenta Japão

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A seleção brasileira de vôlei feminino conheceu neste domingo (20) o adversário pelas semifinais da Liga das Nações, disputada em Rimini (Itália). Dono da segunda melhor campanha geral, o Brasil terá pela frente o Japão, que derrotou a Sérvia por 3 sets a 0 (25/12, 25/22 e 25/15) pela 15ª e última rodada da primeira fase, garantindo o terceiro lugar. O duelo será na próxima quinta-feira (24), às 11h (horário de Brasília).

As brasileiras também encerraram a participação na primeira fase com vitória: 3 a 1 sobre a Turquia (25/18, 25/16, 25/27 e 25/14), rival que acabou ficando na quarta posição, também classificada às semifinais. Na quinta, às 14h30, as turcas serão adversárias da seleção dos Estados Unidos, que ganhou as 15 partidas disputadas até o momento.

Apesar de estar com a vida resolvida na primeira fase, o Brasil não se poupou e mostrou autoridade nos três sets que venceu, tendo dificuldades somente na terceira parcial, a única vencida pelas turcas. Com 19 pontos, a oposto Tandara foi o destaque da seleção, junto da central Fernanda Garay (13 pontos) e da líbero Camila Brait, que se sobressaiu na defesa.

Nesta segunda-feira (21), quem volta a quadra é a seleção masculina, líder do naipe masculino da Liga das Nações. Às 11h30, os brasileiros enfrentam a Itália em busca da 12ª vitória na primeira fase. A equipe venceu 11 vezes (com apenas uma derrota) e somou 32 pontos até o momento, dois a mais que a Polônia, segunda colocada.

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Na terça-feira (22), às 14h30, o Brasil encara a Alemanha. Por fim, na quarta-feira (23), a seleção encerra a participação na primeira fase diante da Rússia, às 16h. As semifinais serão no próximo sábado (26) e a final no domingo que vem (27).

A equipe masculina é comandada em Rimini pelo auxiliar Carlos Schwanke. O técnico Renan dal Zotto se recupera de complicações provocadas pelo novo coronavírus (covid-19) e está no Brasil. Tanto entre os homens, como entre as mulheres, a competição na Itália é a última antes da Olimpíada de Tóquio (Japão).

Edição: Marcio Parente

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Bolsa Atleta contempla 80% da delegação brasileira em Tóquio

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Nas Olimpíadas de Tóquio, no Japão, que começaram na última sexta-feira (23), 242 competidores brasileiros são bolsistas integrantes do programa Bolsa Atleta. Eles representam 80% dos 302 atletas que compõem a delegação do Brasil nos Jogos. 

Criado em 2005 pelo governo federal, o Bolsa Atleta é considerado um dos maiores programas de patrocínio individual de atletas do mundo. Em 18 das 33 modalidades que o Brasil vai disputar no Japão, 100% dos atletas são bolsistas do programa. Seis praticam tênis de mesa; oito, vôlei de praia; quatro, saltos ornamentais; cinco, ciclismo (levando em conta mountain bike e BMX); sete, ginástica artística; e três, taekwondo. Já no atletismo, 48 dos 51 esportistas fazem parte do programa e, dos 26 atletas da natação, 25 integram o Bolsa Atleta.

Aos 45 anos, Jaqueline Mourão é a representante nacional no ciclismo mountain bike e está em sua sétima edição de Jogos Olímpicos, somando sua participação em edições de verão e de inverno. Mourão também é uma das atletas que recebem Bolsa Atleta há mais tempo no país. O benefício tem sido fundamental para sua dedicação esportiva. “É a base que a gente tem, a segurança que eu tenho pra poder continuar me dedicando ao meu esporte. Sem esse incentivo, eu não teria conseguido minhas sete participações olímpicas”, afirma.   

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Medalhista de prata nas Olimpíadas do Rio, em 2016, Felipe Wu é atleta do tiro esportivo, especializado em pistola de ar de 10 metros. É o único competidor brasileiro na modalidade a disputar em Tóquio. Contemplado com a Bolsa Atleta, ele elogia a flexibilidade do programa. “Com relação ao programa Bolsa Atleta, a grande importância e a vantagem dele, digamos assim, é que é um valor que chega diretamente ao atleta, diferente de outros programas, que a gente tem menos flexibilidade de usar”, afirma. 

Entenda

A solicitação para o Bolsa Atleta é feita de forma online, pelo site. Selecionados, os atletas assinam um termo de adesão e são contemplados com 12 parcelas de benefícios, depositados em conta específica da Caixa. Os valores são definidos de acordo com as seguintes categorias: atleta de base (R$ 370), estudantil (R$ 370), nacional (R$ 925), internacional (R$ 1.850), olímpico/paralímpico (R$ 3.100) e pódio (R$ 5 mil a R$ 15 mil).

Os depósitos são feitos sem intermediários e a principal prestação de contas do atleta ao governo e à sociedade “é a obtenção de resultados expressivos nas disputas”, de acordo com o Ministério da Cidadania. Este ano, o programa contemplou 7.197 atletas, com um investimento previsto de R$ 97,6 milhões.

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A ciclista Jaqueline Mourão, que passa boa parte do seu tempo no Canadá se preparando para as competições de inverno, diz que o programa brasileiro é um estímulo que outros países não oferecem. “Eu passo bastante tempo no Canadá. Eu vejo a situação dos atletas lá também. E é muito legal ver um programa do governo dando essa segurança que muitos atletas de outros países não têm”. 

Edição: Paula Laboissière

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