AMARANTE

ECONOMIA

Leilão da Cedae vende três blocos da companhia por R$ 22,6 bilhões

Avatar

Publicado em

ECONOMIA


O leilão de concessão da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) do Rio de Janeiro resultou na venda de três blocos por R$ 22,69 bilhões, com ágio de até 187% em um dos blocos. O processo ocorreu nesta sexta-feira (30), na bolsa de valores B3, em São Paulo, e contou com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, e do governador do Rio, Claudio Castro, e de ministros.

A companhia foi dividida em quatro blocos. O bloco 1 foi arrematado pelo consórcio Aegea, por R$ 8,2 bilhões, com ágio de 103,13%. O bloco 2 ficou com o consórcio Iguá Projetos, por R$ 7,286 bilhões, com ágio de 129,68%. O bloco 3 não obteve proposta, pois o único interessado, o consórcio Aegea, não prosseguiu na oferta. O bloco 4 foi arrematado pelo consórcio Aegea por R$ 7,203 bilhões, com ágio de 187,75%.

O bloco 1 inclui a zona sul do município do Rio, o município de São Gonçalo e mais 16 municípios do interior do estado. O bloco 2 inclui os bairros cariocas de Barra da Tijuca e Jacarepaguá, mais os municípios de Miguel Pereira e Paty do Alferes. O bloco 3, que não foi arrematado, inclui os bairros da zona oeste do Rio, mais seis municípios do interior e da região metropolitana. O bloco 4 inclui os bairros do centro e da zona norte da capital, mais oito municípios da Baixada Fluminense.

Leia Também:  Mercado financeiro estima inflação em 4,35% este ano

Os vencedores do leilão deverão universalizar o fornecimento de água e esgoto para mais de 12,8 milhões de pessoas em até 12 anos, objetivo previsto no novo marco regulatório do saneamento. O projeto deve gerar 45 mil empregos e investimentos de cerca de R$ 30 bilhões.

O presidente Bolsonaro falou rapidamente ao final do leilão e destacou a importância do ato. “Este é o momento que marca a nossa história e a nossa economia. Um governo voltado para a liberdade de mercado, na confiança dos investidores e na crença de que o Brasil pode ser diferente”, afirmou.

Edição: Maria Claudia

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ECONOMIA

Novo presidente da Eletrobras defende capitalização da empresa

Avatar

Publicados

em


Em sua cerimônia de posse, o novo presidente da Eletrobras, Rodrigo Limp, disse hoje (7) que vai dar sequência às ações já em implementação previstas no plano estratégico e no plano diretor de negócios e gestão da empresa. Ele também defendeu a privatização da estatal.

“O setor elétrico brasileiro demandará investimentos nos próximos 10 anos de mais de R$ 360 bilhões em geração e transmissão. Para que a Eletrobras consolide sua liderança no setor, seja protagonista da expansão do setor elétrico brasileiro, a companhia precisa estar capitalizada com capacidade de investimentos e ter competitividade frente a outros agentes do setor. Nesse sentido, é muito importante avançarmos no processo de capitalização”, afirmou Limp.

A estatal foi incluída no Programa Nacional de Desestatização (PND). Houve a qualificação da empresa dentro do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e, com a inclusão no PND, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fará estudos técnicos para a estruturação do processo de capitalização. A privatização ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional.

Rodrigo Limp iniciou sua carreira na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foi consultor legislativo em matérias relacionadas a energia, mineração e recursos hídricos na Câmara dos Deputados. De maio de 2018 a março de 2020, exerceu o cargo de diretor da Aneel e, em seguida, o de secretário de Energia Elétrica do Ministério das Minas e Energia. 

Leia Também:  Planos de saúde têm 1 milhão de adesões durante a pandemia

Edição: Maria Claudia

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

PIAUÍ

POLÍCIA

POLÍTICA

MAIS LIDAS DA SEMANA