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Inscrições em programa de estágio da Firjan podem ser feitas até hoje

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Terminam neste domingo (2) as inscrições para o Programa de Estágio 2021 da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Podem concorrer às vagas alunos da área técnica que se formem entre julho e dezembro de 2022 e estudantes universitários a partir do terceiro período de faculdade, com formatura prevista para julho de 2023.

As inscrições podem ser feitas no site www.firjan.com.br/programadeestagio. O estágio tem duração de seis meses a dois anos e carga horária de quatro ou seis horas diárias, incluindo benefícios como bolsa-auxílio, vale-refeição, auxílio-transporte, seguro de vida e recesso.

Após as inscrições, tem início o processo de seleção, com entrevistas individuais, resolução de cases, conversa de alinhamento e painel final. Podem participar também estudantes dos mais de 20 cursos técnicos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), da Firjan.

Áreas de atuação

O programa de estágio inclui diversas áreas: Competitividade, Comunicação, Desenvolvimento e Inovação, Educação, Gestão de Pessoas, Integridade Corporativa, Jurídico, Negócios, Petróleo, Gás e Naval, Planejamento e Finanças, Planejamento Estratégico, Relacionamento, Relações Institucionais, Saúde e Segurança do Trabalho, Suprimentos e Serviços, Tecnologia da Informação, e Tecnologia e Inovação.

O estágio tem previsão de começar em junho próximo. O objetivo, segundo o gerente de Seleção e Administração de Pessoal da Firjan, Delmo Meireles, é levar aos estudantes a oportunidade de complementar formação escolar, por meio de experiências profissionais e ações de desenvolvimento que promovam o aperfeiçoamento técnico, cultural e de relacionamento humano. Para ele, “o programa de estágio contribui na formação de novas gerações de profissionais e a criar e manter um espírito de renovação, de oxigenação permanente para a Firjan e as empresas que posteriormente aproveitam esses estagiários”.

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Acompanhamento

O programa faz o acompanhamento do estagiário por meio de uma trilha de desenvolvimento, que se traduz em momentos de capacitação sobre as temáticas mais atuais para o profissional, a roteirização de eventos, abordando fatores técnicos da formação acadêmica universitária ou da escola técnica e a criação da liga dos estagiários, um canal de comunicação para discussão e sugestões, até mesmo de rodas de diálogo com executivos da instituição.

Delmo Meireles observou que o estágio é totalmente prático e leva o jovem a se envolver em todas as tarefas. “Os estagiários têm a oportunidade de vivenciar o dia a dia da profissão, por meio de experiências práticas, participando ativamente da rotina, dos processos e dos projetos da empresa”, disse.

Experiência

Um exemplo é Roberta Pires Aguirre, a mais nova estagiária do Laboratório de Microbiologia da instituição, na Tijuca. Ela está há pouco mais de um mês no novo trabalho, mas diz que já acumulou alguma prática. Roberta estuda para ser técnica em química. “Estou fazendo análises e contagem de bactérias e de fungos, por exemplo, que são experiências novas e agregam muito valor, ainda mais adquiridas na Firjan, uma instituição reconhecida”, afirmou.

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Edição: Graça Adjuto

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Custo da cesta básica aumenta em 15 capitais em abril

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O custo médio da cesta básica de alimentos aumentou em 15 cidades e diminuiu em outras duas, entre março e abril de 2021, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) em 17 capitais.

As maiores altas foram registradas em Campo Grande (6,02%), João Pessoa (2,41%), Vitória (2,36%) e Recife (2,21%). As capitais onde ocorreram as quedas foram Belém (-1,92%) e Salvador (-0,81%).

A cesta mais cara foi a de Florianópolis (R$ 634,53), seguida pelas de São Paulo (R$ 632,61), Porto Alegre (R$ 626,11) e Rio de Janeiro (R$ 622,04). As cidades em que a cesta teve menor custo foram Aracaju (R$ 469,66) e Salvador (R$ 457,56).

Em 12 meses – comparando o custo em abril de 2020 e abril deste ano -, o preço do conjunto de alimentos básicos subiu em todas as capitais que fazem parte do levantamento. As maiores taxas foram observadas em Brasília (24,65%), Florianópolis (21,14%), Porto Alegre (18,80%) e em Campo Grande (18,27%).

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No acumulado dos quatro meses de 2021, as capitais com as maiores altas foram Curitiba (8%), Natal (4,24%), Aracaju (3,64%), João Pessoa (3,13%) e Florianópolis (3,08%). A principal queda, no mesmo período, foi de 4,49%, em Salvador.

Com base na cesta mais cara que, no mês de abril, foi a de Florianópolis, o DIEESE estimou que o salário mínimo necessário deveria ser equivalente a R$ 5.330,69, valor que corresponde a 4,85 vezes o piso nacional vigente, de R$ 1.100,00. O cálculo é feito levando em consideração uma família de quatro pessoas, com dois adultos e duas crianças.

Em março, quando a cesta mais cara também foi a de Florianópolis, o valor do mínimo necessário deveria ter sido de R$ 5.315,74 ou 4,83 vezes o piso em vigor.

Levando em conta as 17 capitais, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta, em abril, ficou em 110 horas e 38 minutos, maior do que em março, quando foi de 109 horas e 18 minutos.

Quando se compara o custo da cesta com o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social (7,5%), verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em abril, na média, 54,36% do salário-mínimo líquido para comprar os alimentos básicos para uma pessoa adulta. Em março, o percentual foi de 53,71%.

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Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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