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Inscrição do programa Para Mulheres na Ciência da Unesco termina hoje

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As inscrições do programa Para Mulheres na Ciência, uma parceria da Organização para a Educação, a Ciência e a Cultura das Nações Unidas (UNESCO) no Brasil, da Academia Brasileira de Ciências e da empresa L’Oréal terminam hoje (10). A iniciativa oferece uma bolsa-auxílio no valor de R$ 50 mil para mulheres cientistas.

O programa foi criado há 16 anos para promover e reconhecer a participação da mulher na ciência e intensificar a igualdade de gênero. A edição de 2021 tem como novidade, um ajuste no regulamento que permitiu maior prazo de conclusão do doutorado para cientistas que são mães, ampliando a oportunidade de inclusão.

Para o coordenador de Ciências Humanas e Sociais e Ciências Naturais da UNESCO no Brasil, Fábio Eon, o Para Mulheres na Ciência contribui com a redução das diferenças de gênero na ciência brasileira. “É um importante marco para reconhecer pesquisadoras brasileiras que, com seus trabalhos, têm contribuído para a redução dos hiatos e assimetrias de gênero na ciência brasileira. É preciso dar visibilidade aos estudos conduzidos por mulheres, que representam ainda apenas 30% da pesquisa mundial”, apontou.

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De acordo com a UNESCO Brasil, o programa contempla, todo ano, sete jovens pesquisadoras das áreas de ciências da vida, ciências físicas, ciências químicas e matemática com a bolsa-auxílio para darem prosseguimento aos estudos. Para participar, a interessada precisa ter concluído o doutorado a partir do dia 1º de janeiro de 2014. No caso das mulheres com um filho, o prazo se estende por mais um ano e, para quem tem dois ou mais filhos, o prazo adicional será de dois anos.

Os requisitos incluem ainda que a cientista tenha residência estável no Brasil e desenvolva projetos de pesquisa em instituições nacionais. Quem precisar de mais informações sobre o regulamento completo e o programa pode acessar o site For Women in Science.

Segundo a UNESCO Brasil, ao longo dos 16 anos, “o programa Para Mulheres na Ciência já reconheceu e incentivou 103 cientistas brasileiras, premiando a relevância dos seus trabalhos, com a distribuição de mais de R$ 4,3 milhões em bolsas-auxílio”.

Edição: Valéria Aguiar

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Trabalhadores nascidos em outubro podem sacar auxílio emergencial

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A partir desta terça-feira (15), os trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em outubro podem sacar a segunda parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 2 de julho. A terceira parcela poderá ser sacada a partir de 27 de julho e a quarta, a partir de 27 de agosto.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

CALENDÁRIO DA SEGUNDA  PARCELA DO AUXÍLIO EMERGENCIAL 2021 CALENDÁRIO DA SEGUNDA  PARCELA DO AUXÍLIO EMERGENCIAL 2021

Calendário de saque da segunda parcela do auxílio emergencial 2021 – Divulgação governo federal
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O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

No dia 8 de junho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou que o auxílio emergencial será prorrogado por pelo menos mais dois meses. Previsto para terminar em julho, o benefício pode ser estendido até setembro, mas esse período ainda poderá ser ampliado, caso a vacinação da população adulta não esteja avançada. 

“O presidente Jair Bolsonaro é quem vai decidir o prazo. Primeiro, esses dois ou três meses, e então devemos aterrissar em um novo programa social que vai substituir o Bolsa Família”, disse.

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Segundo Guedes, os recursos para a prorrogação do auxílio emergencial serão viabilizados por meio de abertura de crédito extraordinário. Atualmente, o custo mensal do programa, que paga um benefício médio de R$ 250 por família, é de R$ 9 bilhões.

Edição: Graça Adjuto

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