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Implementação do 5G e avanços em conectividade serão legado do governo

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Em entrevista hoje (5), o ministro das Comunicações, Fábio Faria, falou sobre o que considera que será seu legado para os próximos 10 anos: a implementação do padrão da nova geração de internet (5G) no Brasil.

“Temos um deserto digital muito grande. São 45 milhões de brasileiros sem acesso à internet. Estamos aproveitando o leilão 5G para diminuir esse deserto digital e, até 2028, vamos levar internet para todos os brasileiros”. O ministro afirmou que a missão de conexão de todos os brasileiros é um esforço conjunto e uma exigência do governo.

Faria também foi questionado sobre assuntos políticos diversos, como a atual composição do governo, o papel da comunicação e da imprensa na atual gestão, mudanças políticas e sobre o cenário que acredita que será o palco das eleições federais de 2022. 

Sobre as recentes mudanças na estrutura política, e as mudanças de comando nas Forças Armadas, Faria afirmou que há continuidade no projeto democrático do atual governo federal e que especulações sobre ingerência ou interferência política nos comandos militares são infundadas.

Sobre a troca efetuada pelo presidente Jair Bolsonaro no comando do Ministério da Defesa e a consequente mudança no comando da Marinha, Força Aérea e Exército, Faria afirmou que não há qualquer razão para preocupação. Faria explicou que o processo faz parte da tradicional hierarquia militar, que geralmente organiza posições de comando pelo critério de antiguidade. 

“É normal que os comandantes das Forças sejam mais jovens do que o ministro da Defesa. Foram trocas consensuais. O ministro Braga Netto é mais moderno. Os três antigos comandantes e os três novos comandantes estarão presentes na troca para demonstrar que há total harmonia no processo. Não muda em nada o respeito à democracia”, explicou.

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Eleições 2022

Sobre política e a previsão do cenário eleitoral de 2022, Faria afirmou “Lula ainda não está na vitrine”. Segundo o ministro, o presidente Jair Bolsonaro tem plena consciência de que haverá um embate político que poderá levar ao segundo turno em 2022, seja contra Lula ou contra o adversário escolhido pela oposição. “O presidente Bolsonaro sempre soube que iria enfrentar o PT em 2022 em segundo turno. Não mudou nada”, afirmou.

“O presidente Bolsonaro foi anti-PT e derrotou grandes políticos. Agora, temos um governo que realizou muita coisa. As pessoas estão preocupadas com a pandemia e as pessoas não querem saber de política, querem saber quando vão se vacinar.”

Legado

O ministro revelou também o que considera o pior momento de sua atual gestão: os momentos iniciais frente ao Ministério das Comunicações – quando, segundo Faria, havia grande atrito entre os poderes. 

Sobre o ápice de sua carreira como ministro, Faria afirmou que a entrega do edital do leilão da tecnologia 5G para o Tribunal de Contas da União (TCU) foi o momento mais marcante. Fábio Faria disse ainda que seu legado será o 5G no Brasil, a ampliação da conectividade em áreas remotas e a expansão de diálogo em um Brasil “amplamente dividido.”

Responsável pela pasta desde 17 de junho de 2020, o ministro está a frente das negociações para a implementação da nova geração de internet no Brasil e trabalha como consultor do assunto na comissão especial do 5G no Congresso. Ele está, ainda, no comando de estatais incluídas no Plano Nacional de Desestatização (PND) do governo federal. Fábio Faria é considerado figura estratégica na articulação política do governo com o Legislativo e também é avaliado como apaziguador de eventuais conflitos entre os Poderes.

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Fábio Faria foi entrevistado na estreia do novo formato do programa Sem Censura, que foi ao ar nessa segunda-feira (6) na TV Brasil, sob o comando da jornalista Marina Machado. Em suas considerações finais, Faria relembrou o histórico do Sem Censura, que desde 85 coloca temas de interesse público em debate.

Fábio Faria foi entrevistado pelos jornalistas Marianna Holanda, do Estadão, e por Fábio Murakawa, do Valor Econômico, sobre a atual conjuntura política, mudanças no governo e sobre a articulação do governo antes e durante a pandemia de covid-19.

Veja aqui a íntegra do programa Sem Censura

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Geral

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Entregadores de aplicativo fazem paralisação na capital paulista

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Entregadores de aplicativos fazem paralisação na capital paulista nesta sexta-feira (16) em protesto contra más condições de trabalho e o repasse de taxas de entrega cada vez menores. A categoria se reuniu em frente ao estádio do Pacaembu no começo da tarde e está circulando pelas vias da cidade.

Além de transparência em relação às taxas e de remuneração mais justa, o movimento pede o fim dos bloqueios de profissionais pelas plataformas. Segundo o grupo, as plataformas bloqueiam os entregadores de forma arbitrária.

A paralisação conta com o apoio do Sindicato dos Mensageiros Motociclistas, Ciclistas e Moto-Taxistas do Estado de São Paulo (SindimotoSP), segundo o qual a situação desses trabalhadores chegou a um nível “insuportável”. Para o SindimotoSP, somente o Judiciário resolverá as injustiças na categoria. A entidade diz que, desde 2016, denuncia as empresas exploradoras, por meio de ações civis públicas, para que reconheçam o vínculo com os entregadores e para que estes recebam os direitos trabalhistas.

Segundo o sindicato, as empresas de aplicativos exploram o setor de motofrete e promovem a precarização das relações de trabalho, pagando taxas de entrega “absurdamente” baixas, aumentando muito a jornada de trabalho e bloqueando injustamente o trabalhador. Além disso, diz o Sindimoto, as empresas praticam outras injustiças, como o abandono de entregadores infectados com covid-19.

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Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Geral

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