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Hercílio Luz é punido e Chape pode jogar outra vez pelas quartas em SC

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A Chapecoense pode ter que ir a campo novamente pelas quartas de final do Campeonato Catarinense. Nesta terça-feira (4), o Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol de Santa Catarina (TJD-SC) puniu o Hercílio Luz, equipe que o Verdão do Oeste superou para se classificar às semifinais, com a perda de três pontos pela escalação de um jogador irregular no último dia 10, contra o Brusque, na primeira fase. Cabe recurso.

Com a punição, o Leão do Sul, que tinha avançado ao mata-mata em oitavo lugar, foi ultrapassado pelo Figueirense na classificação da primeira fase. O Alvinegro, portanto, assumiu a vaga que estava com o Hercílio. A Federação Catarinense de Futebol (FCF) informou que marcará um novo confronto pelas quartas de final, agora entre Chape e Figueira, para definir o adversário do Marcílio Dias na semifinal do Estadual.

Em nota, a Chapecoense afirmou que “adotará todos os mecanismos jurídicos necessários para resguardar seus direitos e respeitar o resultado conquistado dentro de campo”. Também por meio de comunicado oficial, o Figueirense disse que “reitera sua posição de respeito aos regramentos do futebol e aguarda o posicionamento da FCF acerca da partida válida pelas quartas de final”.

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Outro a se manifestar por nota foi o Hercílio, que vai recorrer da decisão do TJD-SC, que o puniu também com multa de R$ 15 mil. “O clube lutou de forma justa dentro de campo para alcançar seus objetivos na competição, onde o futebol de fato é decidido, e agora, na Justiça Desportiva, vai tentar comprovar a sua inocência”, informou o comunicado do Leão do Sul.

A outra semifinal do Catarinense reúne Avaí e Brusque. No primeiro jogo, realizado no domingo passado (2), as equipes empataram sem gols na Ressacada, em Florianópolis. A partida de volta será neste domingo (9), no estádio Augusto Bauer, em Brusque (SC), ainda sem horário definido.

A punição

Aos 38 minutos do segundo tempo da partida entre Brusque e Hercílio Luz, em 10 de abril, no Augusto Bauer, o defensor Alisson entrou em campo substituindo o atacante Levi. O duelo foi válido pela nona rodada do Campeonato Catarinense. Segundo nota da FCF divulgada no último dia 29, o jogador “não tinha condições legais para atuar na partida” por conta de uma expulsão na decisão da Série B Estadual de 2020, entre o Leão do Sul e o Próspera, em 20 de dezembro.

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Conforme a Federação, “como [Hercílio x Próspera] era a final daquela competição [Série B Catarinense], Alisson não cumpriu a suspensão automática”. O defensor teve de aguardar o julgamento, que ocorreu no último dia 6 de abril. Ele foi condenado a um jogo de afastamento, que deveria ser cumprido contra o Brusque.

Edição: Fábio Lisboa

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Com uniformes adaptados, CPB inicia contagem regressiva para Tóquio

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Os uniformes que a delegação do Brasil utilizará na Paralimpíada de Tóquio (Japão) foram lançados nesta segunda-feira (17), em live (transmissão ao vivo) do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) em suas páginas no Facebook e no YouTube.  O evento ocorreu nesta tarde, na Japan House São Paulo – espaço cultural na Avenida Paulista –  marcando simbolicamente a contagem regressiva de 100 dias para os Jogos, iniciada ontem (16).

Lorena Spoladore e guia Renato Ben Hur - Paralimpíada - Tóquio - uniforme - Brasil Lorena Spoladore e guia Renato Ben Hur - Paralimpíada - Tóquio - uniforme - Brasil

Ao lado do guia Renato Ben Hur, a velocista Lorena Spoladore elogiou as etiquetas em braile: item vai he possibilitar vestir o uniforme sem ajuda de terceiros – Alexandre Urch/Exemplus/CPB/Direitos Reservados

Assim como nos Jogos Parapan-Americanos de Lima (Peru) em 2019, os trajes foram desenvolvidos pelo próprio Comitê. Os equipamentos têm itens de acessibilidade, como um zíper ergonômico para atletas com limitação motora e articular nas mãos ou calças com abertura lateral na barra para facilitar a passagem da prótese nos membros inferiores. Os tops, por sua vez, possuem alças retas e sem o cruzamento nas costas, para auxiliar a vestimenta dos esportistas com deficiências visuais.

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“A etiqueta em braile [interna] foi um grande diferencial nesta coleção. Com certeza, vai dar mais autonomia para os atletas com deficiência visual. Geralmente, tínhamos que pedir para os nossos guias me auxiliarem no momento de me arrumar. Agora, vou conseguir preparar o uniforme sozinha”, disse a velocista Lorena Spoladore, da classe T11 (cego total), em nota à imprensa do CPB.

“Pensar na pessoa com deficiência na hora de desenvolver uma roupa é promover a inclusão e, ao mesmo tempo, no desempenho esportivo”, completou a atleta Raissa Rocha, do lançamento de dardo pela classe F56 (cadeirantes). 

A estimativa do CPB é que o Brasil tenha uma delegação com 230 representantes em Tóquio. Segundo a entidade, 178 atletas de 14 modalidades já garantiram vaga. Os últimos foram Adriana Azevedo, Mari Santilli e Giovane Vieira de Paula, que asseguraram lugar nos Jogos no último sábado (15), durante a Copa do Mundo de paracanoagem, em Szeged (Hungria).

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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