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Gustavinho é anunciado como técnico da seleção masculina de basquete

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A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) anunciou nesta segunda-feira (20) a contratação de Gustavo de Conti para dirigir a seleção masculina da modalidade. O carioca de 41 anos é o primeiro técnico nascido no Brasil a assumir o time nacional entre os homens após 13 anos (o último foi Lula Ferreira). Ele substitui o croata Aleksandar Petrovic, que esteve no comando da equipe nas quatro temporadas anteriores.

Gustavinho, como ele é conhecido, acumulará o trabalho na seleção com o do Flamengo, onde está há quatro anos. O técnico fez parte da comissão técnica nacional entre 2012 e 2016, como auxiliar, junto do atual treinador da equipe feminina, José Neto.

“É a realização de um sonho e um desafio na minha carreira. Desde que comecei como treinador de basquete, nas categorias de base do Ypiranga e depois no Paulistano [ambos de São Paulo], por quase 24 anos de carreira, trabalhei com esse objetivo. Não será uma trajetória fácil, o basquete mundial é muito equilibrado, mas tenho certeza de que podemos entrar em todas as competições para brigar por coisas boas”, destacou Gustavinho em depoimento ao site da CBB.

O treinador chega à seleção credenciado pelos títulos à frente do Flamengo, onde conquistou duas vezes o Novo Basquete Brasil (NBB) e a Copa Super 8 (que reúne os oito melhores times do primeiro turno do NBB), foi tricampeão carioca e ganhou a mais recente edição da Champions League das Américas (equivalente à Libertadores na modalidade). Antes, Gustavinho já havia sido campeão paulista e nacional dirigindo o Paulistano. O técnico, inclusive, conquistou os últimos campeonatos do NBB: um pelo Paulistano e dois pelo Flamengo.

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“O Gustavo é o grande técnico da geração de treinadores brasileiros e chegou a hora de termos um técnico do nosso país dirigindo a seleção novamente. Os títulos conquistados nos últimos anos falam por si só, mas o respeito dos atletas, de toda a comunidade do basquete e todo o nosso estudo antes de realizar essa escolha nos deixa tranquilos e confiantes que Gustavo fará um grande trabalho”, declarou o presidente da CBB, Guy Peixoto Júnior, ao site da entidade.

A estreia de Gustavinho será em novembro, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2023. Os brasileiros terão pela frente dois jogos com o Chile, nos dias 26 e 27, em locais e horários a serem definidos. O torneio leva os sete melhores ao Mundial, onde as duas melhores seleções das Américas asseguram vaga direta à Olimpíada de 2024, em Paris (França). O Brasil não se classificou para os Jogos de 2021, em Tóquio (Japão).

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Antes, o treinador inicia a disputa da temporada 2021/2022 do NBB pelo Flamengo. A estreia será em 23 de outubro, em horário a ser definido, contra o São Paulo, no ginásio do Morumbi, na capital paulista. O Rubro-Negro é o atual bicampeão nacional e maior vencedor do torneio, com sete títulos desde a edição 2008/2009, a primeira da história.

Edição: Fábio Lisboa

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Australianas têm “muita motivação” para enfrentar Brasil, diz técnico

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A seleção feminina de futebol da Austrália estará motivada para jogar em casa pela primeira vez em mais de 18 meses quando iniciar a série de duas partidas contra as campeãs sul-americanas do Brasil, disse o técnico Tony Gustavsson.

As Matildas, que ocupam o 11º lugar do ranking mundial, recebem o Brasil, que ocupa a sétima colocação, no sábado e na próxima terça-feira no Estádio Western Sydney, voltando a atuar na terra natal pela primeira vez depois de sua vitória sobre o Vietnã na eliminatória olímpica de março de 2020.

Até 22.500 espectadores poderão assistir os jogos, já que o governo de Nova Gales do Sul permitiu uma capacidade de 75% graças às novas regras da covid-19.

“Sinto que há toneladas de motivação para disputar este jogo, assim como os torcedores nas arquibancadas”, disse Gustavsson aos repórteres nesta sexta-feira (22) “Espero que isto não seja interpretado como um desrespeito meu pelas outras coisas importantes de que se fala no momento, todos os acontecimentos no futebol feminino”, disse ele, referindo-se às alegações de abuso feitas pela ex-atacante australiana Lisa De Vanna. “Mas há muitas coisas para se empolgar aqui. A primeira vez na terra natal em 600 dias, jogar contra o Brasil, temos Alanna Kennedy, que é local, em sua 100ª convocação.”

Gustavsson pediu às jogadoras que recebam bem a pressão enquanto se preparam para a Copa do Mundo de 2023, que a Austrália sediará em conjunto com a vizinha Nova Zelândia.

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