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Forças de segurança de SP começam a ser imunizadas contra a covid-19

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Os membros em atividade das forças de segurança do estado de São Paulo – Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Técnico-Científica, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Guarda Civil Metropolitana, e agentes penitenciários – começaram a receber hoje (5) a primeira dose da vacina contra a covid-19.

A aplicação das doses ocorreu na sede da Academia de Polícia Militar do Barro Branco, na zona Norte da cidade de São Paulo. De acordo com o governo do estado, até o próximo dia 15 de abril, todos os 180 mil profissionais das forças de segurança do estado já terão recebido a primeira dose da vacina. O imunizante utilizado é a CoronaVac, vacina produzida pelo Instituto Butantan.

“Eles são a linha de frente, são aqueles que estão em contato com o público, e queria destacar todos esses profissionais e agradecer pelo esforço, pela dedicação, pelo desprendimento que têm feito neste período de pandemia”, destacou o governador de São Paulo, João Doria.

A estrutura montada pela governo paulista para imunizar os agentes conta com 82 pontos de vacinação distribuídos na capital, na Grande São Paulo, Baixada Santista e nas regiões de São José dos Campos, Campinas, Ribeirão Preto, Bauru, São José do Rio Preto, Sorocaba, Presidente Prudente, Piracicaba e Araçatuba.

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No último dia 24, o governo do estado informou que professores e os membros das forças de segurança do estado passariam a fazer parte do atual público-alvo de imunização em São Paulo. A partir do dia 12 de abril começará a vacinação de 350 mil profissionais da área da educação com idade acima de 47 anos, que atuam em instituições desde creche ao Ensino Médio.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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Saúde em pauta: 4 exames essenciais que toda mulher deve fazer

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Além dos cuidados básicos com a saúde, como uma boa alimentação, rotina de exercícios e poupar situações de estresse não existem uma forma de prevenção a doenças como o câncer de mama, de intestino ou de colo uterino. A única forma de descobrir a existência dessas e de outras doenças é por meio de exames médicos.

A ginecologista Dra. Keliany Duarte mostra quais exames são essenciais para a saúde feminina:

1) Papanicolau
Também chamado de preventivo, o exame é realizado dentro do consultório do ginecologista e tem como objetivo o diagnóstico prévio do câncer de colo de útero.
“São coletadas células do colo do útero e essas coletas são enviadas para análise microscópica, que avaliará se a célula tem características cancerígenas ou pré-cancerígenas. É comum mulheres acreditarem que esse exame serve para detectar infecções, diagnósticos de corrimentos, mas esse não é o objetivo”, diz a médica.

2) Mamografia
A realização anual de mamografia é recomendada pela médica a partir dos 40 anos de idade, mas, antes disso, é necessário estar atenta aos sinais do seu corpo e realizar o exame de toque com frequência.
“O autoexame das mamas já foi muito divulgado como uma forma de detectar um nódulo que pode ser um câncer, mas ele não pode ser considerado como uma forma de rastreamento, porque só detecta lesões já grandes palpáveis e que o tratamento vai ser mais agressivo. Ele deve ser encorajado, mas não substitui a realização da mamografia”, explica.

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3) Colposcopia e vacina contra o HPV
O papilomavírus humano (HPV) é causador de muitas doenças que acometem ambos os sexos, mas, principalmente, as mulheres, como, por exemplo, cânceres de colo do útero, vulva, vagina, ânus, e também são causadores de verrugas nas regiões genitais. Existem 40 tipos diferentes de HPV, segundo informações do Ministério da Saúde, que podem infectar a região genital.
Uma das principais formas de combate aos vírus é a vacina, que é oferecida pelo SUS para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. A Dra. Keliany comenta que o tratamento para as complicações causadas pelo HPV depende de cada caso.
“Como é um vírus transmitido por contato sexual, estima-se que até 50% da população já teve algum contato com o HPV, e nem todas as mulheres que adquirem vão ter o câncer ou as verrugas, e o tratamento depende da lesão que o vírus ocasionou na mulher. Nos casos das lesões de colo de útero, que são pré-cancerígenas, elas podem ser acompanhadas com colposcopia, que é um exame que serve para avaliar as lesões uterinas, ou em casos mais avançados, deve ser feita a remoção daquela região do colo do útero através de cirurgia”.

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4) Colonoscopia
O câncer de intestino, apesar de pouco lembrado, é o terceiro mais comum em mulheres no Brasil. Dra. Tainá recomenda que seja feita a colonoscopia por mulheres a cada 10 anos. Para as mulheres a partir dos 45 anos, a orientação é que seja realizada, anualmente, pesquisa de sangue oculto nas fezes.

“Podem ser detectadas lesões pré-cancerígenas ou até um câncer em estágio bem precoce, em que o tratamento vai ser muito menos agressivo e terá alta chance de cura”, finaliza.
Antes de encerrar, mais uma dica: não deixe de consultar um médico especialista em saúde da mulher. A prevenção das doenças e o diagnóstico antecipado podem ser as melhores soluções.

Foto: Ascom

 

Caroline Sayra
Égide Comunicação

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