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Fiocruz: casos de SRAG tendem a cair em 24 estados e no DF

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A incidência de casos de óbitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) apresenta tendência de queda ou estabilização em 25 unidades da federação, e tende a aumentar no Acre e no Amazonas. A análise consta no Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado hoje (21) e considera os dados das últimas seis semanas.

Em uma análise de curto prazo, de três semanas, a maior parte do país apresenta tendência de estabilidade para síndrome, enquanto Amazonas, Mato Grosso do Sul, Pará e Rio Grande do Sul tendem ao aumento de casos.

Entre as capitais, cinco das 27 tendem a um aumento de casos: Macapá, Porto Alegre, Rio Branco, Rio de Janeiro e Vitória. 

Apesar disso, o boletim alerta que todas as capitais se encontram em regiões onde o nível de transmissão comunitária é considerado alto, muito alto ou extremamente alto. Nove capitais estão no grupo considerado mais preocupante: Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Goiânia, Macapá, Porto Alegre, São Paulo e Teresina.

Quando a análise é ampliada para todas as macrorregiões de saúde, que agrupam municípios vizinhos, a pesquisa mostra que todos os estados possuem ao menos uma região com transmissão alta, e 12 estados e o Distrito Federal apresentam macrorregiões de transmissão extremamente alta.

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O boletim destaca que esse cenário sugere possível manutenção do número de hospitalizações e óbitos em alto patamar, caso medidas preventivas não sejam adotadas.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Anvisa encerra análise de pedido de uso emergencial da Covaxin

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu por unanimidade, neste sábado (24), encerrar o processo que tratava da autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, da vacina Covaxin.

A decisão foi tomada após a Anvisa ser comunicada pelo laboratório indiano Bharat Biotech Limited International que a empresa brasileira Precisa não possui mais autorização para representá-la no país. A farmacêutica é a fabricante da vacina Covaxin.

A diretora Meiruze Freitas, relatora do processo, destacou no voto que “o rompimento da relação comercial entre as empresas, bem como a decadência de requisito fundamental para a Autorização de Uso Emergencial, implica em impedimento da manutenção e continuidade da avaliação do pedido. A negativa está ancorada ao princípio da eficiência, uma vez que seguir com uma avaliação técnica de uma petição já administrativamente corrompida implicaria em significativo desperdício de esforços e recursos da administração”.

Em nota, a agência informou que o processo “será encerrado, sem a avaliação de mérito do pedido de autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, protocolado pela empresa Precisa Comercialização de Medicamentos Ltda no dia 29 de junho deste ano”.

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Estudos clínicos

Também pelo fato da Precisa não representar mais a Bharat Biotech no Brasil, ontem (23), a Anvisa já havia suspendido, cautelarmente, os estudos clínicos da vacina Covaxin no país. Por determinação da Coordenação de Pesquisa Clínica (Copec) do órgão, os ofícios comunicando a suspensão cautelar foram enviados ao Instituto Albert Einstein e à então patrocinadora do estudo, a empresa Precisa Comercialização de Medicamentos Ltda. A aplicação da vacina em voluntários brasileiros não chegou a acontecer.

Edição: Paula Laboissière

Fonte: EBC Saúde

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