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Fila de espera por leito de UTI bate novo recorde no Rio

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O estado do Rio de Janeiro registrou, pelo segundo dia seguido, recordes na fila de espera por um leito de UTI. Conforme os dados atuais da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES), ontem (24) eram 582 pessoas aguardando uma vaga de terapia intensiva em todo o estado. Na véspera eram 528 pessoas. Há dez dias, em 15 de março, a fila de espera por um leito de UTI tinha 171 pessoas.

Antes dos números elevados desta quarta e terça-feira, foi registrado pico de aumento de casos em 9 de maio do ano passado durante a primeira onda da covid-19. Naquele dia, eram 510 pacientes aguardando uma vaga. Já nos leitos de enfermaria, ontem 276 pessoas esperavam na fila, enquanto no dia anterior eram 217. Para estes leitos, o pico foi em 7 de maio com 819 pessoas, também durante a primeira onda da covid-19. O total de leitos entre UTI e enfermaria alcançou ontem 858. Na véspera eram 745 leitos.

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O Painel Coronavírus Covid-19 divulgado na página da SES indica que no número de casos registrados nos sistemas de informação nas últimas 24h, mas que não significa que tenham ocorrido neste período, havia 2892 casos confirmados da doença, 42 óbitos, 1155 recuperados. A taxa de ocupação dos leitos de UTI atingiu 88,7% e nos de enfermaria 77,3%. A mediana do tempo de espera nas últimas 24h das solicitações até a reserva de UTI era de 18h e de enfermarias de 9h.

Também em relação aos dados de ontem, nove municípios (Bom Jesus de Itabapoana, Itaperuna, Maricá, Miguel Pereira, Nova Friburgo, Paraíba do Sul, Seropédica, Sumidouro e Três Rios) estão com 100% de ocupação de leitos de UTI. Duas cidades ultrapassaram esse percentual: Rio das Ostras (109%) e São João de Meriti (137%).

Vacinação

Os dados da SES indicam também que às 9h de hoje havia 932.924 pessoas imunizadas com a primeira dose e 307.449 com a segunda dose da vacina.

Edição: Valéria Aguiar

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Fonte: EBC Saúde

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Covid-19: 1,5 milhão de brasileiros estão com segunda dose atrasada

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Cerca de 1,5 milhão de brasileiros estão com a segunda dose da vacina contra a covid-19 atrasada. O dado foi trazido nesta terça-feira (13) pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante um café da manhã com jornalistas, em Brasília. Segundo ministro, a pasta vai divulgar uma lista, por estado, de pessoas que estão com a segunda dose atrasada. 

A complementação do esquema vacinal, ressaltou, será feito com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Aos que estão com a segunda dose atrasada, o Ministério da Saúde, orienta que não deixem de ir a um posto de vacinação para completar a imunização.

Intervalos

Desde que começou a vacinação da população contra a covid-19, duas vacinas são aplicadas no Brasil: a da farmacêutica CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo, e da farmacêutica AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, produzida pela Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz. No caso da CoronaVac, estudos apontam melhor eficiência quando a segunda dose é aplicada num intervalo de 21 a 28 dias. Já a vacina da AstraZeneca, deve ter a segunda dose aplicada em intervalo maior, três meses.

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Medida Provisória

Ainda no café da manhã com os jornalistas, ao dizer que o programa de vacinação é a prioridade número um do ministério, Queiroga adiantou que o governo deve publicar nos próximos dias uma medida provisória para criar uma secretaria específica para ações contra a covid-19. A atual coordenadora do Programa Nacional de Imunização, da pasta, Franciele Francinato deverá comandar a nova secretaria.

Transporte

No encontro com os jornalistas, o ministro da Saúde cobrou disciplina e uso de máscaras pelos usuários de transporte público como forma de evitar ainda mais a disseminação do novo coronavírus. Queiroga adiantou que haverá uma campanha nacional para prevenir a contaminação, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Regional, mas lembrou que cabe às prefeituras disciplinar regras para trens e ônibus. Segundo o secretário-executivo da pasta, Rodrigo Cruz, uma portaria conjunta com o Ministério do Desenvolvimento Regional deverá ser apresentada na próxima quinta-feira (15).

Lockdown

Sobre um possível lockdown nacional, o ministro da Saúde descartou a hipótese e disse que “uma medida homogênea para o país inteiro não vai funcionar”. Ele acrescentou que tomará medidas “para evitar que o país chegue a cenários extremos”.

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Vacinas

Sobre vacinas, Queiroga disse que falou ontem com o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, e a previsão é manter o calendário de vacinação. “Quando a Fiocruz e o Instituto Butantan receberem mais matéria-prima para fabricarem vacinas, a situação vai melhorar “, garantiu. O ministro lembrou que o governo brasileiro investiu R$ 150 milhões no consórcio Covax Facility para receber vacinas e admitiu que esperava mais doses. “Temos buscado com o diálogo. Estou procurando diminuir a temperatura da fogueira para avançar”, disse.

Ao falar da aprovação de imunizantes e medicamentos que possam ajudar no tratamento do novo coronavírus, Queiroga avaliou que a Anvisa tem feito o trabalho dela “de maneira apropriada”. O ministro garantiu que o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que não vai faltar dinheiro para a saúde.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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