AMARANTE

ESPORTES

Ex-presidente da Fifa, Blatter recebe novas punições devido a bônus

Avatar

Publicado em

ESPORTES


O ex-presidente da Fifa, Joseph Blatter recebeu mais uma suspensão de seis anos e oito meses do esporte e um multa de 1 milhão de fracos suíços (equivalente a quase R$ 6 milhões) do Comitê de Ética da entidade depois de um inquérito sobre pagamentos de bônus.

A suspensão atual de Blatter deveria terminar em outubro, mas a mais recente, resultante de violações do código de ética, entrará em vigor a partir deste ponto.

A investigação mais recente analisou pagamentos de bônus da Copa do Mundo feitos a Blatter e a vários ex-dirigentes da Fifa, inclusive o ex-secretário-geral Jérôme Valcke, o ex-vice-presidente Julio Grondona e o ex-diretor financeiro Markus Kattner.

O Comitê de Ética disse em um comunicado que Blatter violou o código de ética “ao aceitar e receber bônus extraordinários no valor de 23 milhões de francos suíços, assinados, aprovados ou implantados pelos senhores Grondona, Valcke e Kattner, e por concomitantemente aprovar/oferecer bônus extraordinários no total de aproximadamente 46 milhões de francos suíços aos senhores Valcke, Grondona e Kattner”.

Os pagamentos foram relacionados principalmente à Copa de 2010 na África do Sul e à Copa de 2014 no Brasil.

Leia Também:  Yoshiro Mori se desculpa de novo e renuncia por comentários sexistas

O trio nega qualquer irregularidade.

“Este é um golpe doloroso e incompreensível”, disse Blatter em comentários divulgados por seu porta-voz.

Não foi possível contatar Valcke e Kattner de imediato para obter comentários. É possível apelar das decisões no Tribunal Arbitral do Esporte em Lausanne, na Suíça.

COMENTE ABAIXO:
Avatar

Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

ESPORTES

Painel recomenda ausência de autoridades dos EUA em Jogos na China

Avatar

Publicados

em


Uma comissão do governo dos EUA pediu nesta quarta-feira (21) que o governo Biden não enviasse representantes para as Olimpíadas de Inverno de 2022 em Pequim, citando a perseguição religiosa, incluindo a repressão chinesa aos muçulmanos uigur, que Washington rotulou de genocídio.

A administração do presidente Joe Biden sinalizou no início deste ano que não tinha planos de impedir que atletas norte-americanos participassem dos Jogos de Pequim.

Mas os apelos de ativistas têm crescido por um boicote diplomático coordenado em que os atletas competiriam, mas os representantes do governo evitariam os Jogos. Alguns também defenderam um possível adiamento ou realocação do evento programado para fevereiro próximo.

A Comissão dos Estados Unidos sobre Liberdade Religiosa Internacional, em um relatório anual, encorajou Washington a continuar a impor sanções financeiras e de vistos às agências governamentais chinesas e funcionários responsáveis por “violações sistemáticas, contínuas e flagrantes”.

Também recomendou que o governo dos EUA “expresse publicamente suas preocupações sobre Pequim sediar os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022 e declare que os funcionários do governo norte-americano não comparecerão aos jogos se a repressão do governo chinês à liberdade religiosa continuar”.

Leia Também:  Em clássico argentino, Boca Juniors e River Plate empatam em 2 a 2

Ativistas e especialistas em direitos da ONU dizem que pelo menos um milhão de muçulmanos foram detidos em campos na região chinesa de Xinjiang.

Eles, e alguns políticos ocidentais, acusam a China de usar tortura, trabalho forçado e esterilizações, e o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, confirmou uma determinação anterior do governo Trump de que os abusos constituíam genocídio.

A China negou repetidamente todas as acusações de abuso e diz que seus campos oferecem treinamento vocacional e são necessários para combater o extremismo.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

PIAUÍ

POLÍCIA

POLÍTICA

MAIS LIDAS DA SEMANA