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Ex-deputado Abel Barros Araújo morre de infecção pulmonar aos 70 anos em Picos

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O médico Abel de Barros Araújo, ex-deputado estadual e ex-prefeito de Picos por duas vezes, morreu na madrugada de hoje no Hospital Regional Justino Luz – naquela cidade – onde estava internado há vários dias tratando de um problema pulmonar muito grave.  A informação foi dada pelo também ex-deputado estadual Kennedy Barros, hoje conselheiro do Tribunal de Contas do Estado e sobrinho do falecido.

Abel foi prefeito de Picos no início da redemocratização do Brasil sendo eleito para o período de janeiro de 1983 a dezembro de 1988, completando os seis anos de mandato acordados naquele tempo para que acontecesse a transição do regime militar para o democrático. Ele voltou à Prefeitura de Picos pelo voto para o período de janeiro de 1993 a dezembro de 1996. Foi também deputado estadual no mandato de fevereiro de 1999 a dezembro de 2002. Abel deixa os filhos Marx, Abel Filho e Tânia (todos médicos), além da advogada Caroline Araújo e a viúva Alaíde.

Ele venceu as três eleições que disputou sempre com muita popularidade junto ao eleitorado. O conselheiro Kennedy Barros disse que o seu tio veio ao mundo para servir e mesmo depois de ter deixado a política por questões de saúde devido ao excesso de tabagismo, vício que já havia abandonado há mais de dez anos. “Era uma pessoa que personificava a caridade. Assim foi a sua vida, homem simples, sem apego aos bens materiais. Tudo que tinha dava às pessoas sem pedir nada em troca, só pelo prazer de servir”, comentou.

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O presidente da Câmara Municipal de Picos, Francisco das Chagas de Sousa (Chaguinha) disse que Picos perdeu um dos maiores expoentes da política, que embora não disputasse mandatos nos últimos anos sempre era procurado pela população que ia lhe pedir orientação para decidir em quem votar.

Abel de Barros Araújo estava internado no Hospital Regional a cerca de dez dias, mas seu quadro se agravou na madrugada de hoje. Os médicos que o assistiram descartaram a hipótese de que ele teria sido vítima da Covid-19. O velório está acontecendo em uma funerária atrás da Igreja Matriz e ele será sepultado no final da tarde de hoje no jazigo da família no cemitério São Pedro de Alcântara.

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Covid-19 e impeachment dominam debate na sessão desta quinta-feira

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Os deputados estaduais debateram, na sessão plenária virtual desta quinta-feira (15), a vacinação dos grupos prioritários contra a Covid-19 e os pedidos de impeachment do presidente Jair Bolsonaro que se encontram na Câmara Federal.

A deputada Teresa Britto (PV) leu nota do Conselho Regional de Medicina (CRM) lamentando a morte do acadêmico de Medicina Marcio Pereira de Sousa e fez um apelo ao governador Wellington Dias para a vacinação dos estudantes da área de saúde, bem como dos portadores de doenças crônicas.

O deputado Franzé Silva (PT) defendeu o impeachment do presidente Jair Bolsonaro, afirmando que ele foi omisso no combate à pandemia do novo coronavírus e disse que apresentou requerimento pedindo à Câmara Federal que coloque em pauta os pedidos de afastamento do chefe do Poder Executivo Federal. Franzé Silva (PT) lembrou que muitas categorias de trabalhadores estão angustiadas querendo prioridade na vacinação. E frisou que mais de um milhão de piauienses podem deixar de ser  vacinados por culpa do Governo Federal, pois não foram contemplados no Plano Nacional de Imunização (PNI). Por fim, parabenizou o governador Wellington Dias pela iniciativa de compra da vacina russa Sputnik V.

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O deputado Paulo Martins (PT) também defendeu o impeachment de Bolsonaro, assinalando que o número de mortes causadas pela Covid-19 já está próximo de 400 mil no país. Paulo Martins pediu que os garis sejam incluídos nos grupos prioritários de vacinação contra o novo coronavírus.

“O presidente é insensível à tragédia causada pela Covid-19”, afirmou o deputado Dr. Hélio Oliveira (PL), acrescentando que só a psiquiatria pode explicar porque Jair Bolsonaro tem esse comportamento.

Dr. Hélio Oliveira afirmou que outros países estão vencendo a pandemia e registrando crescimento econômico, porque adotaram as medidas necessárias de proteção à vida, o que não ocorreu no Brasil.

J. Barros – Edição: Katya D’Angelles

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