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Estudo: Norte e Nordeste são regiões com maior insegurança alimentar

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O Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani 2019), divulgado hoje (2), mostra que 47,1% das famílias brasileiras com crianças menores de 5 anos de idade vivem com algum grau de insegurança alimentar. Por grandes regiões, as maiores prevalências de insegurança alimentar foram detectadas nas regiões Norte (61,4% das famílias) e Nordeste (59,7%), enquanto 36,8% das famílias na Região Sul estão nesta situação, 38,9% no Centro-Oeste e 39,3% no Sudeste.  

ENANI-2019 ENANI-2019

ENANI-2019

O estudo foi encomendado pelo Ministério da Saúde e é realizado por um consórcio de instituições públicas, sob a liderança da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Participam também a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e a Universidade Federal Fluminense (UFF).

A pesquisa foi feita por meio de questionário apresentado em visitas a cerca de 13 mil famílias, em 123 municípios brasileiros de 26 estados mais o Distrito Federal, entre fevereiro de 2019 e março de 2020, totalizando 14.558 crianças menores de 5 anos, residentes em 12.524 domicílios. As áreas urbanas concentravam 96,2% dessas crianças. O coordenador-geral do Enani Gilberto Kac, professor titular do Instituto de Nutrição Josué de Castro da UFRJ, disse à Agência Brasil que o resultado é muito preocupante. “É incrível que você tenha 47% dos domicílios em insegurança alimentar e, dependendo de onde você estiver se referindo, o problema é maior”.

Os dados são inéditos no país e devem subsidiar políticas públicas que garantam a saúde e a segurança alimentar e nutricional das crianças brasileiras. Os resultados já foram entregues ao Ministério da Saúde em relatório técnico e serão apresentados à comunidade científica dia 21 de setembro, em um seminário online.

Níveis

De acordo com o Enani 2019, mais de seis milhões de famílias brasileiras com crianças de até 5 anos de idade experimentaram algum grau de insegurança alimentar no período analisado e foram classificadas como insegurança alimentar leve (38,1%), moderada (5,2%) e grave (3,8%), que engloba famílias que passaram por privação efetivamente. “É um problema muito preocupante, infelizmente”. Gilberto Kac diz acreditar que a prevalência da insegurança alimentar pode ser ainda mais elevada, uma vez que a coleta dos dados foi efetuada antes da pandemia do novo coronavírus.

A pesquisa aplicou a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia) para classificar a situação das famílias em quatro níveis: segurança alimentar, quando não há preocupação sobre o que comer; insegurança alimentar leve, quando há incerteza sobre a disponibilidade de alimentos em quantidade ou qualidade adequadas em um futuro próximo; insegurança alimentar moderada, quando é necessário mudar o padrão alimentar da família em razão da falta de acesso a alimentos; e insegurança alimentar grave, quando há redução significativa da alimentação.

O coordenador-geral do Enani afirmou que o problema da insegurança alimentar envolve vários graus de causalidade. “O nível mais proximal é falta de dinheiro para comprar comida. No Brasil, a cor de de pele é um marcador da desigualdade. É quase um marcador da desigualdade social, de poder aquisitivo, de renda. Então, famílias brancas tendem a ser de melhor condição socioeconômica. Por isso se vê esse gradiente entre brancas, pardas e negras”.

O estudo aponta desigualdades no acesso a alimentos em quantidade e qualidade adequadas segundo raça ou cor. Os domicílios brasileiros com crianças menores de 5 anos apresentaram grau de insegurança alimentar menor entre as brancas (40%), do que entre as pardas (51,2%) e pretas (58,3%). “Você primeiro reduz a qualidade e, depois, a quantidade (de alimentos), quando fala em insegurança alimentar”, esclareceu Gilberto Kac.

Benefícios

Entre as famílias que recebiam o benefício do Programa Bolsa Família no momento da coleta de dados, o grau de insegurança alimentar foi de 61,4%. Para as famílias que não recebiam nenhum benefício, o nível caiu para 38,5%. Entre as crianças menores de 5 anos, 42,8% possuíam familiar residente no domicílio que recebia algum benefício social. As maiores proporções de recebimento de qualquer benefício foram encontradas nas regiões Nordeste (57%) e Norte (53,5%). Por outro lado, a Região Sul mostrou a menor proporção (27,4%). O benefício do Programa Bolsa Família era recebido por 37,1% das famílias, as regiões Nordeste (51,7%) e Norte (47,6%) apresentaram as maiores proporções, contra a menor (18,7%) da Região Sul.

Outros relatórios do Enani 2019 serão divulgados até o terceiro trimestre de 2022. Essa é a primeira pesquisa com representatividade nacional a avaliar, simultaneamente, em crianças menores de 5 anos, práticas de aleitamento materno, alimentação complementar e consumo alimentar individual, estado nutricional antropométrico e deficiências de micronutrientes, incluindo as deficiências de ferro e vitamina A. A pesquisa tem financiamento da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

São ao todo oito relatórios financiados pelo Ministério das Saúde, que serão divulgados gradualmente à medida que ficarem prontos. Kac explicou que a insegurança alimentar tem sido estudada no Brasil desde 2004, em termos de pesquisas nacionais. A partir daí, houve um movimento de redução da insegurança, atingindo a mais baixa prevalência em 2013. Em 2018, a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) já mostrou aumento da insegurança, que o Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, divulgado este ano, confirmou. “Mostra que o problema está sério. Aumentou”, destacou o coordenador-geral do Enani 2019.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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Confira vencedores do Festival de Música da Rádio Nacional FM de 2021

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Ricardo Starling, Larissa Vitorino, Tiago Nunes e Kirá foram alguns dos vencedores do Festival de Música da Rádio Nacional FM. O anúncio dos vencedores da edição 2021 ocorreu no sábado (27), às 20h, no Teatro da Caixa Cultural. Essa é a 13ª edição do evento que valoriza os artistas do Distrito Federal e Entorno e oferece espaço para divulgação dos seus trabalhos na programação da Rádio Nacional.

O Festival de Música da Rádio Nacional FM 2021 O Festival de Música da Rádio Nacional FM 2021

O Festival de Música da Rádio Nacional FM 2021 – Marcello Casal JrAgência Brasil

Confira os vencedores:

Musica mais votada na internet

Baião de Dois, composição e interpretação de Ricardo Starling (10.733 votos)

Torcida mais animada

– Larissa Vitorino, música Areia,de Larissa Vitorino

Melhor arranjo

Estação do Choro, arranjo de Tiago Tunes

Melhor letra

Mar Mangão, letra de Kirá

Melhor intérprete instrumental

– Iara Gomes Trio – música Muro Alto, de Iara Gomes

Melhor intérprete vocal

– Myriam Eduardo – música Tarde Demais, de Josué Costa e Glauco Luz

Melhor música instrumental

Estação Do Choro, de Tiago Tunes, interpretação Tiago Tunes Quinteto

Melhor música com letra

Areia, composição e interpretação de Larissa Vitorino

O Festival de Música da Rádio Nacional FM 2021 O Festival de Música da Rádio Nacional FM 2021

O Festival de Música da Rádio Nacional FM 2021 – Marcello Casal JrAgência Brasil

Assista o show completo aqui

Recorde

O Festival bateu recordes este ano: de inscrições – foram 445 músicas inscritas, de onde saíram as 50 semifinalistas que tocaram na Nacional FM durante dois meses, e de votação popular – mais de 30 mil votos na primeira fase, que ajudaram a selecionar as 11 concorrentes que participaram do show da final. Pelo site da Rádio Nacional, o público votou na sua música favorita até o dia 27..

Confira as músicas finalistas

FESTIVAL DE MÚSICA NACIONAL FM

O Festival está em sua 13ª edição e tem como objetivo a valorização dos artistas do Distrito Federal e do Entorno, oferecendo espaço para divulgação dos seus trabalhos na Rádio Nacional FM e a produção do Show da Final no Teatro da Caixa Cultural, uma parceria muito importante desde 2015.

O Show da Final apresenta os 11 concorrentes que disputam os prêmios de Melhor Música com Letra, Melhor Música Instrumental, Melhor Intérprete Vocal, Melhor Intérprete Instrumental, Melhor Letra e Melhor Arranjo. Serão premiadas, também, a Música mais votada pela internet e a Torcida Mais Animada.

Foram 445 músicas inscritas no Festival, de onde saíram 50 semifinalistas que foram tocadas na Nacional FM durante dois meses. Após avaliação por um corpo de jurados e votação do público na internet, estão aqui todas as informações das 11 músicas finalistas.

Enquanto o júri se reúne para avaliar as concorrentes, será apresentado um pocket show com a Banda Base do Festival comandada pelo maestro Marcos Farias.

Aproveite para curtir, torcer e aplaudir.

Os artistas da nossa cidade merecem!

Composição: Ricardo StarlingInterpretação: Ricardo StarlingArranjo: Ricardo Starling e Ricardo Custódio

Sinhá Mocinha que veio

Na feira pra lhe encontrar

Calçando aquela sandália

Alpercata que João lhe deu

Mas foi um sorriso frouxo

Que a sinhá recebeu

Que a sinhá recebeu

João nem a percebeu

Pega o lampião

Desce a ladeira

E vai correndo

Pra poder dançar

Com Maria

Aquela moça

Mais João

Formam um belo par

E não tem jeito

O par tá feito

E vai dançando

Até clarear

E dessa feita conseguiu

Ver o Sol raiar

Iê iê, iê rum dará, iê iê

Contando as horas pra ver

A sua nega dançar

João que estava nervoso

Andava lá sem parar

Já era hora da ceia

E o galo estava a cantar

A bela moça não veio

Nem disse quando virá

Dançar na beira do rio

Dançar na beira do mar

Pega o lampião

Desce a ladeira

E vai correndo

Pra poder dançar

Com Maria

Aquela moça

Mais João

Composição: Débora ValenteInterpreção: Débora ValenteArranjo: Rodrigo Bezerra

Teto, casa, chão, areia, pó, enfeite, arranjo, gato

Cadeira, sapato, tudo espera revirado

Enquanto dentro o peito bate forte, pensa

A cabeça desmonta

Cai um monte de verdades

No sofá, lembranças e saudades

Espero um dia ser alguém equilibrado

Chave, porta, sala, quarto

Casa vazia, miado, janela aberta

Vela agora apagada

Enquanto o vazio aumenta, faço prece

Deus te abençoe!

Vai, vence na vida agora

Guardiã, com seus tantos amores

Que a doçura faz poema em som de flauta

Falta faz, mas fico aqui enquanto houver aurora

Vai, e vence na vida agora

Guardiã, com seus tantos amores

Que a doçura faz poema em som de flauta

Falta faz, mas fico aqui enquanto houver aurora

Composição: Breno Alves/Dora Barreto/Lucas de CamposInterpretação: Breno AlvesArranjo: Lucas de Campos

Pandeiro que cura a dor

Que o faz coração pulsar

Parceiro de tanto amor

Sempre irei te exaltar

Tocando pandeiro eu vou

No embalo da marcação

Pois é ocouro que cura

As carências as do coração

Toca pandeiro, Toca viola

Toca mais um samba valente

E a tristeza vai embora

Toco pandeiro trazendo energia no ar

Ele me escolhe o próximo Samba a cantar

Pandeiro curandeiro de minh’alma

Me acalma, cura melancolia

Pandeiro, que cura a dor

Que faz coração pulsar

Parceiro de tanto amor

Sempre irei te exaltar.

Tocando pandeiro eu vou

No embalo da marcação

Pois é o couro que cura

As carências as do coração

Toca pandeiro, Toca viola

Toca mais um samba valente

E a tristeza va embora

Esse som que vem de longe, vovô na senzala

Pela pele do pandeiro é um povo que fala

Pandeiro curandeiro de minh’alma

Me acalma, cura melancolia

Composição: Iara GomesInterpretação: Iara Gomes Trio e Carol PanesiArranjo: Iara Gomes

Composição: Larissa VitorianoInterpretação: Larissa VitorianoArranjo: Larissa Vitoriano e Gregoree Jr

Repara que a onda balança e leva

A areia da beira pro fundo do mar

Embora não pareça, um dia a areia

vai se transformar

Um dia a areia já foi uma pedra

Que o sopro de Deus fez despedaçar

E o vento levou pra bem longe, pras

ondas do mar

Repara que o tempo é senhor do destino

Do esquecimento ou de fazer lembrar

e a vida vai se construindo em

pedaços que a gente juntar

O tempo que cura, que que fecha a ferida

A mente que guarda e acha as razões

A pedra ou a areia que um coração

pode se tornar

E as pedras não valem mais que a

água de rio no meu olhar As pedras

não valem mais que o meu cantar

Composição: Vanessa Pinheiro e Mario JovitaInterpretação: Vanessa PinheiroArranjo: Felix Júnior

Vai que não tenha vento

E seja só calmaria

Tudo tem o seu tempo

Tudo tem o seu dia

Fique, não vá embora

Logo um ciclo começa

Mesmo que haja demora Virá

Lute, não vá desistir

Esse inverno irá passar

A roda ainda vai girar

Meu bem

Olhe como a maré

vai e vem

Tudo começa e tem fim

também

A fé é o que nos faz ir além

O medo não traz paz a ninguém

Vem o tempo das chuvas

E o tempo do estio

Tem o filho que nasce

Tem o ninho vazio

Antes que a vida acabe

Tire de suas gavetas Sonhos

que adormeceram Ali

Só não vá desanimar

Logo o sol vai renascer

Ainda há tanto pra viver

Meu bem

Olhe como a maré

Vai e vem

Tudo começa e tem fim também

A fé é o que nos faz ir além

O medo não traz paz a ninguém

É melhor nessa vida Apesar dos defeitos

Sempre dar a partida

Porque nada é perfeito

Se estiver do avesso

Logo o vento revira

Tudo tem o seu preço

Eu sei

Tente não esmorecer

Primavera está por vir

Quem já chorou enfim vai rir

Meu bem

Olhe como a maré

Vai e vem

Tudo começa e tem fim também

A fé é o que nos faz ver além

O medo não traz paz a ninguém

Composição: Kirá ChaoInterpretação: Kirá e A RibanceiraArranjo: Kirá e A Ribanceira

O mar mangou de mim

Fez vista torta, apagou meu estopim

O mar espirrou, atchim!

Fez cara feia, cuspiu em mim

O mar mangou de mim

Foi caldo grosso de Aquiraz à Camocim

O mar mangou, foi sim

Chega virei piaba de botequim

Ê mar mangão, ê

Ê mar mangão, ô

Apagou meu estopim, logo eu

que sinto em brasa

Que penso mais meio do que fim

Que me banho no alho com casca

E que só como cação-aneguim

O mar chega deu risada

Isso é bala de papo festim

Esse anzol não aguenta a puxada

E hoje pajé vai ensinar curumim

Ê mar mangão, ê

Ê mar mangão, ô

Avisou quemanda em casa

Disse que tem que ser assim

Pois o mal de muito pirata

É não ver o próprio motim

Disse que a vida não é rasa

E se afundar nem sempre é ruim

E que brasa que arde por fuligem

Não tem mais sentido pra mim

Composição: ShairaInterpretação: ShairaArranjo: Shaira e Daniel Carvalho

É de Minha mãe

É de minha mãe

Espelho d’água que me mostra a emoção

Ventre que acolhe e acalma o coração

É de minha mãe

É de minhas mãos

Que sai o toque do tambor desafinado

Tambor igual qualquer tambor desajustado

É meu coração

Venta pra quem é de ventar

Molha pra quem é de molhar

Firma pra quem é de firmar

Só não deixa o tambor dos antepassados

Se calar

Composição: Josué Costa-Glauco LuzInterpretação: Myriam EduardoArranjo: Josué Costa

no começo fui covarde

por não me afastar de tantas

coisas más

mas talvez nem mais aguarde

que não seja tarde para voltar atrás

pois não virás, não voltarás

e se o mundo perguntar por nós

responderás quiçás, quiçás

mas embargarás a voz

e me descartarás

sem nem ver os prós

então dirás que aliás

não nascemos para nós

eu talvez ainda guarde

na gaveta um par de velhos patuás

na esperança que apesar de

não fazer alarde tu retornarás

mas não virás, não voltarás

e se o mundo perguntar por nós

responderás quiçás, quiçás

mas embargarás a voz

e me descartarás

sem nem ver os prós

então dirás que aliás

não nascemos para nós

no começo fui covarde

mas agora é tarde pra voltar

atrás

eree me descartarás

sem nem ver os prós

então dirás que aliás

não nascemos para nós

no começo fui covarde

mas agora é tarde pra voltar

atrás

Composição: Tiago TunesInterpretação: Tiago Tunes QuintetoArranjo: Tiago Tunes

Composição: Jorge Verlindo e Adriana GarridoInterpretação: StoycaArranjo: Stoyca

Eu vou fazer o sol sair

Iluminar

Que não há tempo pra perder

Nem lugar

De olhos fechados, ouço os

ecos

Sempre ao entardecer

O céu cor de rosa

Já se dissolve e toca meus pés

Um dia eu vou saber

Mais que só voltar

Eu vou fazer o sol sair

Iluminar

E cada sombra esmaecer

Encontrar

A cara marcada

Tanto insulto pra quem ousa

viver A turva memória, que me

escorre, devora meus pés

Mas só que dessa vez

A sombra se desfaz

Eu vou fazer o sol sair

Iluminar

E cada sombra esmaecer e

Encontrar

E se eu fizer o sol sair

Iluminar

E cada lume vai crescer

Revoar

Histórico

Foi no ano de 2009 que ocorreu a primeira edição de Festival de Música Nacional FM, consolidando uma série de iniciativas de apoio à cultura, aos artistas e à música de Brasília.

Desde então, o evento já foi realizado em auditórios ilustres como o Teatro do Sesc DF, no Silvio Borgato do Setor Comercial Sul, Teatro Garagem da 913 Sul, CCBB e Cine Brasília. Desde 2015, os shows da final são realizados no Teatro da Caixa Cultural Brasília, parceria importante e já consolidada nessas últimas sete edições.

Os apresentadores Mário Sartorello e Karina Cardoso, durante o Festival de Música Nacional FM. Os apresentadores Mário Sartorello e Karina Cardoso, durante o Festival de Música Nacional FM.

Os apresentadores Mário Sartorello e Karina Cardoso, durante o Festival de Música Nacional FM. – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Chegando agora na sua 13ª edição, o Festival se mantém fiel a sua essência, que é abrir espaços para a execução de músicas de artistas de Brasília na programação da Nacional FM e proporcionar aos finalistas shows de alta qualidade, gravados pela TV Brasil para exibição em sua programação especial de fim de ano.

Edição: Bruna Saniele

Fonte: EBC Geral

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