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12 de dezembro de 2017

Atlético leva susto no fim, mas obtém seu terceiro triunfo consecutivo


Hospital de Olhos
O Atlético chegou ao seu terceiro triunfo consecutivo ao bater o Vitória, por 3 a 2, no estádio Joia da Princesa, em Feira de Santana, nesta quinta-feira (23), em duelo válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. O placar até que poderia ter sido mais “folgado”, já que o Galo chegou a abrir três gols de vantagem e dominou o confronto. Porém, o time alvinegro “dormiu no ponto” e tomou um susto desnecessário no fim do embate.
Com os três pontos conquistados, o Atlético chegou aos dez e subiu quatro degraus na tabela. Agora ocupando a sétima colocação, o Galo está a dois tentos do Palmeiras, último ocupante da zona de classificação à Libertadores. O Vitória, por sua vez, precisa acordar, já que está na 15ª posição e somou apenas cinco pontos.
No próximo domingo (25), o Atlético recebe o Criciúma, no Lamegão (que outrora era chamado de Ipatingão), para confirmar a boa fase. A partida terá pontapé inicial às 18h30. Na mesma data e horário, o Vitória visita o Botafogo, em jogo que será disputado no estádio Cláudio Moacyr, em Macaé (RJ).
Bola aérea
Gramado ruim, jogo fora de casa e, para piorar, time desconfigurado. Era a promessa de um Galo acuado, certo? Errado! Levir Culpi surpreendeu a todos ao colocar seu time com uma postura ofensiva, com um meia de ligação e dois dianteiros caindo pelos flancos, além de um fixo pelo miolo da área. E sua tática deu certo. Durante todo o primeiro tempo, o Atlético dominou as ações. Não à-toa saiu para o vestiário com vantagem no marcador.
O primeiro tento veio aos 11 minutos, mas vale a lembrança da jogada. O tão contestado Emerson Conceição recebeu na lateral esquerda. Como manda o ofício, levantou a cabeça antes de alçar a bola no miolo da área. Assim, pôde ver Dátolo entrando por ali e cruzar a bola com precisão. O argentino agradeceu o presente e mandou para o barbante.
A bola aérea era uma boa alternativa para o Atlético e, para melhorar, a defesa rubro-negra se apavorava ao sinal de qualquer “chuveirinho”. Assim, não demorou muito para o segundo tento vir. Aos 16 minutos, Dátolo cobrou escanteio pela esquerda. Edcarlos não conseguiu acertar a bola e ela foi direito no peito de Josa, que, atrapalhado, mandou “contra o patrimônio”. 2 a 0.
Se tivesse caprichado um pouco mais na hora de decidir os rumos das jogadas, o Atlético poderia ter descido para o vestiário com um placar ainda mais dilatado. No restante da primeira etapa, o Vitória tentou se encontrar em meio à falta de criatividade ofensiva e a defesa desastrosa. Porém, a falta de capricho em alguns lances (e o excesso em outros) fez com que o Galo virasse a partida com “apenas” dois gols à frente do adversário.
Marca histórica
A etapa complementar teve início assim como o primeiro período terminou: com o Atlético tendo a “partida em mãos”. Com boa vantagem e sem muito esforço, o Galo continuou pressionando quando lhe era conveniente e, assim, chegou ao terceiro tento.
Quando o relógio apontava 16 minutos, Dátolo cobrou falta pela intermediária, achando Réver no segundo pau. O zagueiro-artilheiro nem precisou sair do chão para completar para a rede e anotar seu 22º gol pelo Atlético, se transformando no beque que mais vezes balançou o barbante com a camisa alvinegra, um a frente de Luizinho.
Três minutos depois, o Vitória conseguiu diminuir a diferença. Willie recebeu na ponta da área e cruzou para trás. Edcarlos falhou feio e a bola sobrou limpa para Dinei, que cutucou na saída de Giovanni para deixar sua marca. 3 a 1.
Mesmo com o gol, o Galo não “ligou o sinal de alerta” e, assim, tomou um susto desnecessário. Já no fim do jogo, Willie, do Vitória, acertou um belo chute da intermediária alvinegra para diminuir o marcador para 3 a 2. Para a sorte atleticana, o gol veio tarde, e o “apagão” não lhe custou caro. Ficou a sensação de que o time mineiro poderia ter “matado” a partida antes ou até mesmo ter goleado o clube baiano.
FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 2 X 3 ATLÉTICO
VITÓRIA: Wilson, Ayrton, Luiz Gustavo, Alemão, Danilo Tarracha (Euller); Josa, Neto Coruja, Léo Costa, Marquinhos (Willie); Caio e Souza (Dinei). Técnico: Carlos Amadeu
ATLÉTICO: Giovanni, Alex Silva, Edcarlos, Réver, Emerson Conceição; Pierre (Josué), Leandro Donizete e Dátolo (Rosinei); Marion (Carlos), André e Fernandinho. Técnico: Levir Culpi
Gols: Dátolo (aos 11′) e Josa (contra) (aos 16′ do 1º tempo); Réver (aos 16′) e Dinei (aos 19′) e Willie (aos 44′ do 2º tempo)
Data: 22 de maio de 2014
Motivo: Jogo válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro
Cidade: Feira de Santana (BA)
Estádio: Joia da Princesa
Árbitro: Vinicius Furlan (SP)
Auxiliares: Rogério Pablos Zanardo (SP) e Herman Brumel Vani (SP)
Árbitros assistentes adicionais: Emerson Luiz Sobral (PE) e Emanuel Diniz de Araujo (PB)
Público: 2.439 pagantes (4.694 presentes)
Renda: R$ 80.091,00
Cartão amarelo: Marion e Pierre (Atlético); Ayrton e Alemão (Vitória)
Fonte: Hoje em Dia
Radar Financeira

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