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Walcyr Carrasco elogia participação de Tatá Werneck no ‘BBB 14’

Edição e postagem: Denison Duarte, em 18-01-2014 01:43 | Última modificação: 18-01-2014 01:43
Hospital de Olhos

Walcyr Carrasco assistiu ao capítulo de “Amor à Vida” exibido na última quinta-feira (16), ao lado da equipe da coluna “Terraço Paulistano”, da revista “Veja”, em sua casa, um confortável imóvel de 2.200 metros quadrados, em Higienópolis, São Paulo.

 Nas cenas em que aparecia Tatá Werneck no Big Brother e depois, saindo, ele comentou o trabalho de alguns atores. “Ela é muito engraçada”, disse. “A Elizabeth Savalaestá um arraso”, elogiou. 

O novelista contou como se deu a história de Valdirene parar no reality show. “Ir para o ‘BBB’ é o sonho de tanta gente que eu conheço. Decidi que seria uma boa ela ter esse sonho. Em setembro, tive uma reunião com Boninho e expliquei minha ideia. Disse, inclusive, que queria a participação dele. No início, ele hesitou dizendo que era muito canastrão. Argumentei que Tatá resolveria esse problema”, explicou.

Já sobre a participação da atriz dentro da atração, Walcyr é só elogios. “Ela é muito engraçada. Tatá manteve o personagem lá dentro. Dentre as orientações que lhe passei, uma era de sensualizar com os participantes e levar um rapaz para debaixo do edredom. Ela leu o capítulo e sabia o material que deveria entregar para a direção. A gente conversou bastante. Ela estava muito disponível para esse desafio e queria muito fazer. Tatá é uma atriz muito corajosa e deu conta do recado”, declarou.

Ele também explicou porque desistiu da história que constava na sinopse de Valdirene, em que ela iria se transformar em uma cantora gospel. “Desisti porque Tatá explorou muito bem o lado de humor da personagem e caiu nas graças do público. Ela ficou muito marcada por ser engraçada. Não queria fazer humor com os evangélicos e soar como deboche. Se fosse minha nona novela com personagens dessa religião e eu tivesse uma relação construída com eles, aí tudo bem”, pontuou.

Félix e Niko

Segundo o autor, ele não planejou a transformação de Félix (Mateus Solano) de vilão a mocinho. “Fui sentindo a história e criando. Ele agradou o público e abriu a discussão sobre homofobia, que tomou conta da trama. Fiquei feliz com isso”, afirmou.

Ele negou a oficialização da união entre Félix e Niko (Thiago Fragoso). “Não vai ter casamento. Essa semana teve um boato na internet que haveria o casamento de Félix e Niko numa igreja evangélica. Uma grande bobagem. Eu sinto que foi uma tentativa de grupos de desestabilizarem o respeito que tenho tratado os evangélicos na novela. Assim como peço respeito aos evangélicos, peço aos homossexuais e a toda diferença. ‘Amor à Vida’ significa tolerância ao outro”, enfatizou.

César (Antonio Fagundes)

Walcyr disse que o público feminino adora o ex-presidente do San Magno. Assim como fez com a trama de Valdirene e Félix, ele mudou o que estava na sinpse de César, que deveria morrer por volta do capítulo 80. “Mudei de ideia. Lembro que por volta do capitulo 75, Fagundes me ligou e perguntou: ‘Eu não ia morrer?’ (risos). Não dá para abrir mão de um ator como ele. Quando ele está numa novela só pode sair no penúltimo capítulo”, explicou.

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