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Empate coloca Bragantino nas quartas de final da Copa Sul-Americana

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O Red Bull Bragantino está nas quartas de final da Copa Sul-Americana. O empate desta quarta-feira (21) com o Independiente Del Valle (Equador), por 1 a 1, no estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista (SP), classificou o Massa Bruta para enfrentar o ganhador de Rosario Central (Argentina) e Deportivo Táchira (Venezuela), que fazem o segundo duelo do confronto na quinta-feira (22), no Gigante de Arroyito, na cidade argentina de Rosario. Na ida, com mando do Táchira, as equipes ficaram no 2 a 2.

Estreantes na competição, os paulistas se beneficiaram da vitória por 2 a 0, há uma semana, na altitude de 2,5 mil metros de Sangolquí, na região metropolitana da capital equatoriana Quito. Na ocasião, o zagueiro Fabrício Bruno e o meia Eric Ramires marcaram.

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O Del Valle assustou os anfitriões ao balançar as redes logo aos três minutos. José Hurtado cruzou pela direita e o também lateral Fernando Guerrero, na esquerda, finalizou para abrir o placar. Apesar da demora, o Bragantino acordou no jogo e equilibrou as ações ofensivas. Aos 20 minutos, o meia Lucas Evangelista chutou da entrada da área, após pivô do atacante Ytalo, mas a batida foi rente à trave direita. No lance seguinte, o goleiro Moisés Ramirez, duas vezes, sobressaiu-se nas tentativas de Ytalo e do volante Praxedes.

O Massa Bruta voltou melhor do intervalo. Aos quatro minutos, Praxedes até marcou, mas em posição de impedimento, e o lance foi anulado. No minuto seguinte, o lateral Aderlan cruzou da intermediária pela direita, o meia Tomás Cuello matou no peito e chutou em cima de Ramirez, que aceitou, deixando tudo igual. O Del Valle se lançou ao ataque, mas o time paulista, com o controle das ações, administrou o empate.

O Bragantino muda a chave para o Campeonato Brasileiro. Neste domingo (25), às 16h (horário de Brasília), os paulistas enfrentam o Fortaleza na Arena Castelão, na capital cearense, pela 13ª rodada. Único invicto na competição nacional, o Massa Bruta é o quarto colocado, com os mesmos 24 pontos do Leão do Pici, que fica à frente, em terceiro, por ter uma vitória a mais.

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Edição: Fábio Lisboa

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Bolsa Atleta contempla 80% da delegação brasileira em Tóquio

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Nas Olimpíadas de Tóquio, no Japão, que começaram na última sexta-feira (23), 242 competidores brasileiros são bolsistas integrantes do programa Bolsa Atleta. Eles representam 80% dos 302 atletas que compõem a delegação do Brasil nos Jogos. 

Criado em 2005 pelo governo federal, o Bolsa Atleta é considerado um dos maiores programas de patrocínio individual de atletas do mundo. Em 18 das 33 modalidades que o Brasil vai disputar no Japão, 100% dos atletas são bolsistas do programa. Seis praticam tênis de mesa; oito, vôlei de praia; quatro, saltos ornamentais; cinco, ciclismo (levando em conta mountain bike e BMX); sete, ginástica artística; e três, taekwondo. Já no atletismo, 48 dos 51 esportistas fazem parte do programa e, dos 26 atletas da natação, 25 integram o Bolsa Atleta.

Aos 45 anos, Jaqueline Mourão é a representante nacional no ciclismo mountain bike e está em sua sétima edição de Jogos Olímpicos, somando sua participação em edições de verão e de inverno. Mourão também é uma das atletas que recebem Bolsa Atleta há mais tempo no país. O benefício tem sido fundamental para sua dedicação esportiva. “É a base que a gente tem, a segurança que eu tenho pra poder continuar me dedicando ao meu esporte. Sem esse incentivo, eu não teria conseguido minhas sete participações olímpicas”, afirma.   

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Medalhista de prata nas Olimpíadas do Rio, em 2016, Felipe Wu é atleta do tiro esportivo, especializado em pistola de ar de 10 metros. É o único competidor brasileiro na modalidade a disputar em Tóquio. Contemplado com a Bolsa Atleta, ele elogia a flexibilidade do programa. “Com relação ao programa Bolsa Atleta, a grande importância e a vantagem dele, digamos assim, é que é um valor que chega diretamente ao atleta, diferente de outros programas, que a gente tem menos flexibilidade de usar”, afirma. 

Entenda

A solicitação para o Bolsa Atleta é feita de forma online, pelo site. Selecionados, os atletas assinam um termo de adesão e são contemplados com 12 parcelas de benefícios, depositados em conta específica da Caixa. Os valores são definidos de acordo com as seguintes categorias: atleta de base (R$ 370), estudantil (R$ 370), nacional (R$ 925), internacional (R$ 1.850), olímpico/paralímpico (R$ 3.100) e pódio (R$ 5 mil a R$ 15 mil).

Os depósitos são feitos sem intermediários e a principal prestação de contas do atleta ao governo e à sociedade “é a obtenção de resultados expressivos nas disputas”, de acordo com o Ministério da Cidadania. Este ano, o programa contemplou 7.197 atletas, com um investimento previsto de R$ 97,6 milhões.

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A ciclista Jaqueline Mourão, que passa boa parte do seu tempo no Canadá se preparando para as competições de inverno, diz que o programa brasileiro é um estímulo que outros países não oferecem. “Eu passo bastante tempo no Canadá. Eu vejo a situação dos atletas lá também. E é muito legal ver um programa do governo dando essa segurança que muitos atletas de outros países não têm”. 

Edição: Paula Laboissière

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