AMARANTE

Esportes

Em nota, jogadores da seleção criticam Copa América, mas negam boicote

Publicado em

Esportes


Os jogadores da seleção brasileira se manifestaram contra a organização da Copa América no Brasil. Na madrugada desta quarta-feira (9), o elenco se pronunciou pelas redes sociais, em uma nota conjunta, criticando a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) pela maneira como a entidade se portou após a impossibilidade de sediar o evento na Argentina e na Colômbia, como previsto inicialmente.

Apesar das críticas, os atletas afirmaram que disputarão a competição, que inicia no domingo (13). O Brasil estreia às 18h (horário de Brasília), contra a Venezuela, no Mané Garrincha, em Brasília. Atual campeã, a seleção dirigida por Tite está no Grupo B, ao lado também de Colômbia, Equador e Peru. A convocação para o torneio será anunciada ainda nesta quarta.

No manifesto, os jogadores declararam que não quiseram tornar a discussão sobre a Copa América “política” e que estão insatisfeitos “por diversas razões, sejam elas humanitárias ou de cunho profissional” com a condução da competição, “fosse ela sediada tardiamente no Chile ou mesmo no Brasil”. Eles concluem a nota dizendo que possuem “uma missão a cumprir com a histórica camisa verde amarela pentacampeã do mundo” e “nunca diremos não à seleção brasileira”.

Leia Também:  Campinense vence América-RN nos pênaltis e alcança semifinal

A expectativa pelo posicionamento dos jogadores era grande desde o anúncio como sede da Copa América. As tradicionais entrevistas coletivas dos atletas nos dias que antecedem as partidas foram canceladas e somente Tite atendeu à imprensa. Sempre que questionado, o técnico se esquivou de responder sobre o assunto.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Esportes

Covid-19: casos sobem em Pequim a nove dias da Olimpíada de Inverno

Publicados

em


Pequim registrou 14 casos locais confirmados de covid-19 nesta quarta-feira (26), a maior contagem diária em seu atual surto, menos de duas semanas antes do início dos Jogos Olímpicos de Inverno na capital chinesa e na província vizinha de Hebei.

Embora os números do surto em Pequim desde 15 de janeiro sejam menores do que em outras partes do mundo, a cidade ordenou lockdowns direcionados para dezenas de milhares de pessoas e testou alguns milhões de moradores para limitar a infecção.

As restrições, alinhadas com um esforço nacional para conter surtos do vírus o mais rápido possível, assumem uma urgência extra, já que a China prometeu sediar com segurança os Jogos de Inverno e evitar grandes surtos durante a temporada de viagens do Ano Novo Lunar.

A capital chinesa registrou um total de 55 casos locais sintomáticos desde 15 de janeiro, mostram os dados. As autoridades de Pequim culparam a variante Delta pela maioria dos casos no surto atual, com alguns atribuídos à Ômicron, que é altamente transmissível.

Leia Também:  Surfe: com dobradinha, Brasil domina topo do pódio em Margaret River

Pelo menos sete províncias, regiões e municípios da China registraram infecções pela Ômicron transmitidas localmente, enquanto o número total de casos é desconhecido.

* É proibida a reprodução deste conteúdo. 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

PIAUÍ

POLÍCIA

POLÍTICA

MAIS LIDAS DA SEMANA