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Eduardo Luiz Rios Neto é nomeado presidente do IBGE

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O novo presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eduardo Luiz Gonçalves Rios Neto, teve sua nomeação publicada hoje (27) no Diário Oficial da União.

Rios Neto é economista, membro da Academia Brasileira de Ciências, doutor em Demografia e professor titular aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Antes da nomeação, ele era diretor de pesquisas do instituto.

O novo presidente do IBGE foi indicado pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes, e substitui a ex-presidente Susana Cordeiro Guerra, que pediu exoneração há cerca de um mês. Segundo informação divulgada pelo IBGE em 26 de março, a ex-presidente deixou o cargo por questões pessoais e de família. Ela assumiu a presidência do instituto em fevereiro de 2019 e foi exonerada no último dia 12 de abril.

Entre a exoneração de Suzana Cordeiro Guerra e a nomeação de Luiz Eduardo Gonçalvez Rios Neto, a presidência foi exercida pela diretora executiva do IBGE, Marise Maria Ferreira.

Na semana passada, o IBGE confirmou o adiamento do Censo Demográfico 2021, a maior pesquisa realizada pelo instituto. Segundo comunicado divulgado, a Lei Orçamentária de 2021 foi sancionada sem a recomposição do Orçamento de R$ 2 bilhões para a pesquisa, que ocorre uma vez em cada década.

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“O IBGE retomará as tratativas com o Ministério da Economia (ME) para planejamento e promover a realização do Censo em 2022, de acordo com cronograma a ser definido em conjunto com o ME”, diz a nota divulgada na última sexta-feira.

Edição: Valéria Aguiar

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Trabalhadores nascidos em setembro podem sacar auxílio emergencial

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Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em setembro podem sacar, a partir de hoje (12) a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 25 de abril.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro podia ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

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Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Calendário de saques antecipados da primeira parcela do auxílio emergencial. Calendário de saques antecipados da primeira parcela do auxílio emergencial.

Calendário de saques antecipados da primeira parcela do auxílio emergencial. – Divulgação/Caixa Econômica Federal

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial . Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.

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*Colaborou Andreia Verdélio

Edição: Graça Adjuto

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