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Dólar fica praticamente estável e fecha vendido a R$ 5,41

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Em um dia marcado por oscilações no mercado, o dólar fechou praticamente estável, mas reduziu o ritmo de queda e permaneceu acima de R$ 5,40. A bolsa de valores chegou a subir quase 1% durante a manhã, mas perdeu impulso e terminou com leve alta.

O dólar comercial fechou esta segunda-feira (3) vendido a R$ 5,419, com recuo de R$ 0,013 (-0,24%). A divisa começou a sessão em alta, chegando a R$ 5,45 por volta das 10h30, mas inverteu o movimento e passou a cair, atingindo R$ 5,37 na mínima do dia, por volta das 12h30. Durante a tarde, o recuo diminuiu, até a cotação encerrar próxima da estabilidade.

Na bolsa de valores, o dia foi parecido. O Ibovespa, índice da B3, encerrou o dia aos 119.209, com alta de 0,27%. Depois de operar em alta em boa parte da manhã, o indicador passou a cair, sob influência do mercado externo, até recuperar-se perto do fim das negociações.

O dólar e a bolsa foram pressionados pelo mercado internacional, com os investidores receosos com o aumento de casos de covid-19 na Índia. Além disso, houve um movimento global de realização de lucros, com investidores vendendo ações para embolsar ganhos dos últimos dias.

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A pressão no mercado externo foi aliviada pelo resultado da balança comercial, que teve superávit recorde em abril. Além disso, o mercado doméstico aguarda avanços nas reformas tributária e administrativa, anunciados recentemente pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

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Custo da cesta básica aumenta em 15 capitais em abril

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O custo médio da cesta básica de alimentos aumentou em 15 cidades e diminuiu em outras duas, entre março e abril de 2021, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) em 17 capitais.

As maiores altas foram registradas em Campo Grande (6,02%), João Pessoa (2,41%), Vitória (2,36%) e Recife (2,21%). As capitais onde ocorreram as quedas foram Belém (-1,92%) e Salvador (-0,81%).

A cesta mais cara foi a de Florianópolis (R$ 634,53), seguida pelas de São Paulo (R$ 632,61), Porto Alegre (R$ 626,11) e Rio de Janeiro (R$ 622,04). As cidades em que a cesta teve menor custo foram Aracaju (R$ 469,66) e Salvador (R$ 457,56).

Em 12 meses – comparando o custo em abril de 2020 e abril deste ano -, o preço do conjunto de alimentos básicos subiu em todas as capitais que fazem parte do levantamento. As maiores taxas foram observadas em Brasília (24,65%), Florianópolis (21,14%), Porto Alegre (18,80%) e em Campo Grande (18,27%).

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No acumulado dos quatro meses de 2021, as capitais com as maiores altas foram Curitiba (8%), Natal (4,24%), Aracaju (3,64%), João Pessoa (3,13%) e Florianópolis (3,08%). A principal queda, no mesmo período, foi de 4,49%, em Salvador.

Com base na cesta mais cara que, no mês de abril, foi a de Florianópolis, o DIEESE estimou que o salário mínimo necessário deveria ser equivalente a R$ 5.330,69, valor que corresponde a 4,85 vezes o piso nacional vigente, de R$ 1.100,00. O cálculo é feito levando em consideração uma família de quatro pessoas, com dois adultos e duas crianças.

Em março, quando a cesta mais cara também foi a de Florianópolis, o valor do mínimo necessário deveria ter sido de R$ 5.315,74 ou 4,83 vezes o piso em vigor.

Levando em conta as 17 capitais, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta, em abril, ficou em 110 horas e 38 minutos, maior do que em março, quando foi de 109 horas e 18 minutos.

Quando se compara o custo da cesta com o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social (7,5%), verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em abril, na média, 54,36% do salário-mínimo líquido para comprar os alimentos básicos para uma pessoa adulta. Em março, o percentual foi de 53,71%.

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Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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