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Dólar fecha abaixo de R$ 5,40 pela primeira vez desde fevereiro

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Em um dia de otimismo no mercado internacional, o dólar teve queda expressiva e fechou abaixo de R$ 5,40 pela primeira vez desde fevereiro. A bolsa de valores recuperou-se da queda de ontem (27) e fechou no nível mais alto em quase duas semanas.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (28) vendido a R$ 5,362, com recuo de R$ 0,10 (-1,82%). A moeda norte-americana operou em queda durante toda a sessão, mas intensificou o recuo durante a tarde, depois que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) divulgou o resultado da reunião dos últimos dois dias.

Na menor cotação desde 2 de fevereiro, quando tinha fechado a R$ 5,355, a divisa acumula queda de 4,7% em abril. No ano, o dólar acumula alta de 3,33%. Hoje, o real teve o melhor desempenho entre as principais moedas de países emergentes.

A euforia no câmbio estendeu-se ao mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou esta quarta aos 121.052 pontos, com alta de 1,39%. Além da repercussão da decisão do Fed, o indicador foi impulsionado por ações de bancos, após a divulgação do balanço de instituições financeiras.

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Nesta quarta-feira, o presidente do Fed, o Banco Central dos Estados Unidos, Jerome Powell, confirmou que o órgão continuará a dar “apoio poderoso” à economia norte-americana, mantendo os juros básicos da maior economia do planeta entre 0% e 0,25% ao ano. Powell indicou que o Fed não subirá tão cedo as taxas, apesar de dados de inflação e de recuperação do emprego maiores que o previsto.

Embora tenha beneficiado países emergentes, como o Brasil, a declaração de Powell não foi tão bem recebida nas bolsas norte-americanas. Os três principais índices de Wall Street fecharam em baixa nesta quarta-feira.

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

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Setor de serviços recua 4% de fevereiro para março

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O volume de serviços caiu 4% na passagem de fevereiro para março deste ano, depois de duas altas consecutivas do indicador. As informações da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) foram divulgadas hoje (12), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado, o segmento voltou a ficar abaixo do patamar antes da pandemia de covid-19. “O setor mostrava um movimento de recuperação desde junho do ano passado e chegou a superar o patamar pré-pandemia. Mas, com a queda em março, encontra-se 2,8% abaixo do volume de fevereiro do ano passado”, disse Rodrigo Lobo, pesquisador do IBGE.

Os serviços tiveram quedas no acumulado do ano (-0,8%) e no acumulado de 12 meses (-8%). Na comparação com março do ano passado, houve crescimento de 4,5%.

Na passagem de fevereiro para março, três das cinco atividades de serviços tiveram queda em seu volume: serviços prestados às famílias (-27%), transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-1,9%) e profissionais, administrativos e complementares (-1,4%). Dois segmentos tiveram aumento no volume de serviços: informação e comunicação (1,9%) e outros serviços (3,7%).

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A receita nominal dos serviços teve quedas de 0,4% na comparação com fevereiro deste ano, de 0,2% no acumulado do ano e de 7,7% no acumulado de 12 meses. Na comparação com março do ano passado, a receita cresceu 6,1%.

Edição: Kleber Sampaio

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