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DF recebe 100 respiradores doados por empresas chinesas

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A Secretaria de Saúde do Distrito Federal recebeu, hoje (27), 100 respiradores hospitalares doados por duas empresas chinesas. Segundo a pasta, os equipamentos serão destinados ao atendimento a pacientes com a covid-19 internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) de estabelecimentos públicos de saúde.

Em nota, a secretaria garantiu que os 100 ventiladores pulmonares serão distribuídos, instalados e começarão a funcionar até a próxima segunda-feira (29). Doados pelas companhias chinesas Beijing Bytedance (dona, dentre outras, da plataforma Tik Tok) e Aliba, os aparelhos, após terem sido entregues no Aeroporto Internacional de Guarulhos, foram transportados até Brasília, gratuitamente, em um voo de carga da Latam, pois devido às baterias de litium, não poderiam ser carregados em voos comerciais.

O governador Ibaneis Rocha usou sua conta pessoal nas redes sociais para agradecer às empresas e à Agência Brasileira de Cooperação (ABC), do Ministério das Relações Exteriores, por auxiliar na resolução dos trâmites burocráticos. Destacando a importância dos equipamentos para a abertura de novos leitos hospitalares, o governador lembrou a campanha de arrecadação de fundos que o governo do Distrito Federal vem promovendo junto a empresários locais a fim de reunir recursos extras para a construção de hospitais.

Em nota, a secretaria distrital de Saúde detalhou como serão distribuídos os aparelhos. Quatorze deles irão para o Hospital de Base e quatro para o Hospital Materno Infantil (HMIB). Os outros 86 serão destinados às superintendências regionais de saúde (SRS) da seguinte forma: Oeste (25); Sudoeste (15); Central (10); Sul (6); Leste (6); Norte (5) e Centro-Sul (5).

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Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Saúde

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Estado do Rio melhora índices epidemiológicos da covid-19

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A situação da pandemia de covid-19 regrediu no Estado do Rio de Janeiro, que deixa a Bandeira Roxa (risco muito alto de disseminação) e entra na Bandeira Vermelha (risco alto), o que aponta para uma melhora nos parâmetros epidemiológicos. É o que mostra a 26ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, divulgada nesta sexta-feira, (16) pela Secretaria de Estado de Saúde.

Esse movimento é percebido na região serrana. As regiões do Médio Paraíba, Centro-Sul, Baixada Litorânea, Noroeste, Norte, Baía de Ilha Grande e região metropolitana II (inclui sete municípios: Itaboraí, Maricá, Niterói, Rio Bonito, São Gonçalo, Silva Jardim e Tanguá), permanecem com Bandeira Vermelha.  A região metropolitana I, que tem a capital e os municípios da Baixada Fluminense, é a única do estado que permanece com Bandeira Roxa, que indica risco muito alto de contrair a doença. A análise compara a semana epidemiológica 13 (28 de março a 4 de abril) com a 11 (14 de março a 21 de março) de 2021.

Cada bandeira representa um nível de risco e um conjunto de recomendações de isolamento social, que variam entre as cores roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo).  

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Aumento de óbitos

O Estado do Rio de Janeiro apresentou aumento de 38% no número de óbitos e uma redução de 13% nos casos de internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG)  na comparação entre as semanas epidemiológicas analisadas. 

As taxas de ocupação de leitos no estado, nesta sexta-feira (16), estão em 69,6% para leitos de enfermaria e 88% para UTI. Os resultados apurados para os indicadores apresentados devem auxiliar a tomada de decisão, além de informar a necessidade de adoção de medidas restritivas, conforme o nível de risco de cada região.

Redução de mortes entre idosos

Entre janeiro e março deste ano, as internações e os óbitos de idosos acima de 80 anos diminuíram. Segundo o levantamento da Subsecretaria de Vigilância em Saúde (SVS), as reduções relativas ao período chegam a 49% nas internações e a 44% nos óbitos decorrentes de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) de pacientes acima de 90 anos. Já em relação a idosos com mais de 80 anos, as quedas são de 22% para mortes e 33% para hospitalização. A comparação foi feita entre os meses de janeiro e março, considerando as semanas epidemiológicas 01 a 04 (3 a 30 de janeiro), e 9 a 12 (28 de fevereiro a 27 de março). A principal hipótese é que o início da vacinação para essa faixa etária tenha causado a redução.

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Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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