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Covid-19: prefeitura do Rio faz mais de 11 mil autuações em 11 dias

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A prefeitura do Rio de Janeiro registrou 11.382 autuações em 11 dias, período de vigência do atual decreto que trata de ações restritivas decorrentes do novo coronavírus. Entre as autuações estão multas e interdições a estabelecimentos, infrações sanitárias, multas de trânsito, reboques e apreensões de mercadorias. A Secretaria Municipal de Ordem Pública interditou, inclusive, uma festa de swing – troca de casais – com cerca de 30 pessoas. 

Segundo balanço divulgado hoje (6), foram aplicadas 844 multas a bares, restaurantes e ambulantes e 148 estabelecimentos foram fechados. Apenas ontem (5), houve 1.144 autuações, com 25 multas a estabelecimentos e ambulantes, além de 18 interdições de bares e restaurantes.

A prefeitura informou também que, na noite de ontem, agentes da Coordenadoria de Fiscalização de Estacionamento e Reboque faziam uma ronda na Praia da Reserva quando notaram vários carros estacionados na orla, em um local escuro e distante. Os fiscais constataram que se tratava de uma festa de swing a céu aberto. Cerca de 30 pessoas participavam do encontro. Alguns deixaram seus veículos no local e fugiram, outros pegaram seus automóveis e saíram às pressas. Ao todo, dez carros foram autuados e três rebocados. 

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Risco de contágio

As medidas restritivas do atual decreto seguem em vigência até o fim da próxima quinta-feira (8). Diante do aumento no número de casos e de mortes por covid-19, as ações visam reduzir os riscos de contágio da população. Estão permitidas as atividades econômicas consideradas essenciais, como mercados, farmácias, serviços ou lojas de assistência e produtos veterinários, bancos e lotéricas, entre outros. A prática de atividades físicas individuais em praias, praças e áreas particulares é permitida.  

Entre outras restrições, está suspenso o funcionamento de boates, danceterias, salões de dança e casas de espetáculo. Também estão proibidas as atividades econômicas nas areias das praias, incluindo ambulantes; comércio exercido em feiras especiais, feiras de ambulantes, feiras de antiquários e feirartes. 

Segue vetada a permanência de pessoas nas vias, áreas e praças das 23h às 5h; e, nas areias das praias, em parques e cachoeiras, em qualquer horário; a realização de eventos, festas, rodas de samba, em áreas públicas e particulares. 

Os comboios de fiscalização contam com agentes da Secretaria de Ordem Pública, Guarda Municipal, Vigilância Sanitária e apoio da Polícia Militar em diversos pontos da cidade como Zona Sul, Lapa, Tanque, Madureira e Barra da Tijuca, além da atuação da Guarda Municipal por todo o município.

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Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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Anvisa diz que prazo para liberar vacinas tem a ver com documentação

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O diretor-presidente presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa), Antônio Barra Torres , disse nesta quarta-feira (14) que não há um “cronômetro” determinando os trabalhos da agência na liberação do uso de vacinas contra a covid-19. Segundo Barra Torres, as decisões são tomadas com base na documentação exigida.

Sputnik V, vacinaSputnik V, vacina

Até  agora,  nove  estados  pediram  à  Anvisa  autorização  excepcional  para  importar  doses  da  vacina  russa  Sputnik  V – Reuters/Direitos Reservados

“Sobre a análise das vacinas Covaxin [Índia] e Sputnik V [Rússia], não há neste momento um cronômetro disparado sobre a agência. Nossa análise só progride com o aporte de documentos”, destacou Barra Torres ao participar de reunião da diretoria colegiada da Anvisa.

A manifestação de Torres coincide com o prazo de 30 dias, dado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal ( STF) Ricardo Lewandowski, para que a Anvisa decida sobre o pedido de importação da Sputnik V pelo governo do Maranhão. Barra Torres reafirmou que a liberação de uso só vai avançar mediante a entrega de informações sobre os imunizantes.

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Até agora, nove unidades da Federação – Maranhão, Mato Grosso, Piauí, Ceará, Pernambuco, Bahia, Acre, Rio Grande do Norte e Sergipe – solicitaram à agência autorização excepcional para importar doses da vacina russa. A compra seria fora do Programa Nacional de Imunizações.

Kit intubação

Na mesma reunião, a Anvisa confirmou a liberação de importação direta de insumos para acelerar o acesso a medicamentos do kit intubação, usado no tratamento de pacientes graves internados com covid-19. A medida autoriza o registro e importação de medicamentos anestésicos, sedativos, bloqueadores neuromusculares e de outros fármacos hospitalares usados no tratamento da covid-19 de empresas que ainda estão sem registro.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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