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Covid-19: decreto detalha medidas restritivas na cidade do Rio

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Decreto publicado nesta segunda-feira (22), em edição extra do Diário Oficial do Município, determina medidas emergenciais restritivas de isolamento social para o enfrentamento da pandemia de covid-19 na cidade do Rio de Janeiro entre os dias 26 de março e 4 de abril.

Lanchonetes, restaurantes e bares poderão funcionar apenas com entregas a domicilio, drive-thru e retiradas, sendo vedado o consumo no local.

Poderão funcionar comércio de alimentos, bebidas, supermercados, açougues, padarias, assim como lotéricas, comércio atacadista, feiras livres, postos de combustíveis e revenda de gás, mecânicas, lojas de autopeças, hotelaria, transporte de passageiros, indústrias, call centers e funerárias, entre outros segmentos essenciais.

Bancos e academias

De acordo com as medidas anunciadas pela prefeitura do Rio, os bancos estão autorizados a funcionar durante este período. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), haverá atendimento presencial e contingenciado nas agências bancárias, mediante triagem, controle e adoção de rígidos protocolos sanitários, em especial para os casos de recebimento de benefícios sociais, pagamento de salários, aposentadorias e pensões a quem não tem acesso a canais digitais.

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“As datas de vencimento de contas, boletos e tributos estão mantidas. Os bancos, por iniciativa própria, não podem alterar essas datas, pois observam as condições contratuais com os emissores dos boletos e as normas de liquidação e compensação de pagamentos do Banco Central. Todas poderão ser pagas pelos canais digitais ou nos caixas automáticos, sem a necessidade de deslocamento às agências bancárias”, disse, em nota, a Febraban.

As academias de ginástica poderão funcionar com limitação de clientes em um terço da capacidade interna, sendo vetadas as atividades físicas de grupo.

As praias permanecem fechadas para banho ou permanência na areia, com tolerância apenas para a prática de exercícios individuais. Será proibida a permanência em vias públicas entre as 23h e as 5h.

Prorrogação

O decreto municipal divulgado ontem prorrogou até quinta-feira (25) a vigência da norma anterior, publicada no dia 11 de março. Entre outras medidas, comércio, bares e restaurantes poderão funcionar, com atendimento presencial até as 21h. Depois desse horário, bares e restaurantes só poderão funcionar com entrega em domicílio, drive-thru ou retirada no local (mas sem consumo).

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Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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No Rio, 5% não tomaram segunda dose da vacina na data estipulada

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Aproximadamente 5% das pessoas que tomaram a primeira dose da vacina contra a covid-19 no Rio de Janeiro não retornaram aos postos de vacinação para receber a segunda dose na data estipulada. A Secretaria Municipal de Saúde orienta os aqueles que perderam o prazo a procurar um posto de vacinação o mais rápido possível. 

De acordo com a secretaria, a procura pela segunda dose está dentro do esperado. Os intervalos entre as doses para a CoronaVac e a AstraZeneca são diferentes: 28 dias para a primeira e 12 semanas para  a segunda. Portanto, quem tomou o primeiro lote da AstraZeneca, ofertado por volta do dia 25 de janeiro, só deverá retornar para a segunda dose no fim de abril.

Na segunda-feira (12), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez um apelo, em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil, para que pessoas que foram imunizadas com a primeira dose da vacina contra covid-19 não desobedeçam a prescrição do medicamento e tomem, dentro do prazo recomendado, a segunda dose.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, participa do programa Sem Censura,  na TV BrasilO ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, participa do programa Sem Censura,  na TV Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, participa do programa Sem Censura, da TV BrasilMarcello Casal JrAgência Brasil
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De acordo com o ministro, em todo o país, estão com a segunda dose da vacina contra a covid-19 atrasada. O estado do Rio de Janeiro aparece em terceiro lugar, com mais de 140 mil pessoas com a segunda dose atrasada. Tomar a segunda dose no prazo estipulado é necessário para que a vacina tenha mais eficácia.

Na cidade do Rio de Janeiro, segundo o Painel Covid-19, até o início da tarde desta quarta-feira (14), 1,14 milhão de pessoas receberam pelo menos a primeira dose da vacina, o que corresponde a 16,9% da população carioca. Entre os idosos com mais de 60 anos, o percentual é de 78,2%. São, ao todo, 296 mil pessoas as que já tomaram a segunda dose.

Em nota, a prefeitura reforça: “Quem perdeu a data do retorno pode procurar um posto de vacinação o mais breve possível para tomar a dose”.

Na cidade do Rio foram confirmados 239 mil casos de covid-19 e foram registradas 21,9 mil mortes em decorrência da doença. Os dados foram atualizados ontem (13). Há, no momento, 67 pessoas aguardando vagas em hospitais.

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Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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