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Covid-19: cidade do Rio terá auxílio para 900 mil pessoas

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O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, anunciou hoje (24) o Auxílio Carioca, conjunto de medidas de alívio social para minimizar os efeitos da pandemia de covid-19. Serão destinados R$ 100 milhões para cerca de 900 mil pessoas (14% da população carioca) mais vulneráveis, sendo R$ 70 milhões dos cofres da prefeitura e R$ 30 milhões da Câmara de Vereadores.

“Buscamos um conjunto de ações para minimizar o impacto das medidas restritivas de interrupção de determinadas atividades econômicas. Buscamos focar nas pessoas mais pobres, naquelas que não têm a rede de proteção necessária para passar esse período difícil de dez dias”, disse Paes, em alusão ao período que vai de 26 de março a 4 de abril em que foi adotada uma série de medidas emergenciais de isolamento social para o enfrentamento da pandemia na capital fluminense.

As cerca de 50 mil famílias que estão inscritas no programa de transferência de renda da prefeitura chamado Família Carioca vão receber R$ 12 milhões, uma média de R$ 240 por família, até a próxima quarta-feira (31).

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O Cartão Alimentação vai contemplar 643 mil alunos da rede municipal de ensino no valor de R$ 108,50 por estudante, com um valor total de R$ 70 milhões.

Também serão destinados R$ 200 para 23 mil famílias mais pobres inscritas no Cadastro Único do governo federal. Segundo a prefeitura, são famílias que não recebem nem o Família Carioca nem o Bolsa Família do governo federal.

A quarta vertente do Auxílio Carioca será destinada a 13 mil vendedores ambulantes cadastrados na prefeitura que receberão R$ 500.

Edição: Denise Griesinger

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Bolsa sobe pelo quinto dia seguido e atinge maior nível desde janeiro

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Em mais um dia de otimismo no mercado financeiro, a bolsa de valores voltou a subir e alcançou o melhor nível desde janeiro. O dólar caiu pela quarta sessão seguida e voltou a fechar abaixo de R$ 5,60.

O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta sexta-feira (16) aos 121.114 pontos, com alta de 0,34%. O indicador começou o dia em queda, mas recuperou-se durante a tarde.

Com ganhos pelo quinto dia seguido, o Ibovespa acumulou alta de 2,93% na semana e atingiu o nível mais alto desde 18 de janeiro. O índice acumula alta de 3,84% em abril e de 1,76% em 2021.

O mercado de câmbio também teve um dia de euforia. O dólar comercial encerrou a sessão vendido a R$ 5,585, com recuo de R$ 0,043 (-0,77%). A cotação iniciou o dia em alta, atingindo R$ 5,67 na máxima do dia, por volta das 10h30. No entanto, reverteu a tendência e passou a cair ainda no fim da manhã.

O mercado financeiro foi impulsionado pelo otimismo externo, com a queda no rendimento dos títulos do Tesouro norte-americano. Com a inflação nos Estados Unidos permanecendo em níveis baixos, apesar do pacote de US$ 1,9 trilhão do governo do presidente Joe Biden, diminuíram as apostas de que o Federal Reserve (Banco Central norte-americano) aumentará os juros antes do previsto.

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Juros baixos em economias avançadas estimulam a entrada de capitais em países emergentes, como o Brasil. No cenário interno, os investidores aguardam a definição sobre o Orçamento Geral da União de 2021, que precisa ser sancionado até o dia 22. A equipe econômica e o Congresso discutem vetos parciais a emendas parlamentares, que foram infladas em R$ 26,4 bilhões com o remanejamento de despesas obrigatórias, como gastos com a Previdência Social e o seguro-desemprego

* Com informações da Reuters

Edição: Aline Leal

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