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Confiança da indústria atinge menor nível desde agosto

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O Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 0,7 ponto de março para abril. Foi a quarta queda consecutiva do indicador, que atingiu 103,5 pontos, o menor nível desde agosto de 2020 (98,7 pontos). Constatou-se piora na confiança dos empresários brasileiros em 14 dos 19 segmentos industriais pesquisados.

O Índice de Situação Atual, que mede a percepção do empresariado em relação ao presente, caiu 1,4 ponto e chegou 110 pontos, menor nível desde setembro de 2020 (107,3 pontos). Já o Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, cedeu 0,2 ponto e atingiu 96,9, menor nível desde julho de 2020 (90,5 pontos).

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada recuou 1,6 ponto percentual, indo para 76,7%, o menor patamar desde agosto de 2020 (75,3%).

“O ritmo lento do processo de vacinação, a desvalorização do real e a escassez de insumos enfrentada por alguns setores criam um ambiente de incerteza que favorece a piora da situação corrente e a manutenção de expectativas cautelosas, em níveis inferiores a normalidade, ou seja, abaixo de 100. Entretanto, o estabelecimento dos programas de manutenção do emprego e auxílio às empresas poderá colaborar para a recuperação das expectativas para o início do próximo semestre”, disse a economista da FGV, Claudia Perdigão.

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Edição: Kleber Sampaio

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Produção de grãos cresce 5,7% e chega a 271,7 milhões de toneladas

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) prevê um aumento de 5,7% na produção nacional de grãos. Com isso, a colheita esperada é de 271,7 milhões de toneladas, número que apresenta um acréscimo de 14,7 milhões de toneladas, na comparação com o que foi produzido em 2019/20.

A Conab prevê também o crescimento de 4,1% na área plantada. Isso equivale a um acréscimo de 2,7 milhões de hectares, para um total de 68,6 milhões de hectares utilizados para a produção que tem, como destaque, a soja (aumento de 4,2% ou 1,6 milhão de hectares), e o milho segunda safra (aumento 8,8%, ou 1,2 milhão de hectares).

Os dados constam do 8º Levantamento da Safra 2020/2021 de Grãos, divulgado hoje (12) pela Conab. De acordo com a companhia, o resultado se deve à produção recorde da soja e ao  aumento estimado do milho total.

“A situação das culturas de primeira safra, com exceção do milho e arroz, estão no encerramento da colheita. Para as de segunda safra, caso do feijão, predominam os estádios de floração e enchimento de grãos. Já quanto ao milho segunda safra, em face do atraso na semeadura, mas com um percentual significativo de desenvolvimento vegetativo e floração, a cultura dependerá das condições climáticas. Já no caso das culturas de inverno, o plantio se intensifica este mês, mas dependerá do volume das precipitações”, informou a Conab.

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Soja e milho

De acordo com a Conab, o volume representa um novo recorde. Na comparação com a estimativa anterior, divulgada em abril, há uma redução de 2,1 milhões de toneladas, motivada principalmente pelo atraso da colheita de soja e, consequentemente, do plantio de grande parte da área do milho segunda safra fora da janela ideal. A redução na produtividade do cereal foi influenciada também pela baixa ocorrência de chuvas.

A previsão é que a soja registre produção recorde, de 135,4 milhões de toneladas, o que corresponde a um aumento de 8,5% (ou 10,6 milhões de toneladas), na comparação com a safra registrada entre 2019 e 2020. Com isso, segundo a Conab, “o Brasil assegura o título de maior produtor mundial da leguminosa”.

A produção total estimada para o milho é de 106,4 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 3,7% em relação à produção de 2019/20. De acordo com a companhia, serão produzidas 24,7 milhões de toneladas na primeira safra; 79,8 milhões na segunda safra; e 1,9 milhão na terceira.

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Algodão, arroz e feijão

A estimativa para a produção de algodão é de 6 milhões de toneladas para o caroço, o que corresponde a 2,4 milhões de toneladas de pluma. O arroz deve chegar a 11,6 milhões de toneladas, número 3,9% maior do que o da safra anterior.

O feijão terá uma redução de 3,6% no acumulado das três safras, totalizando 3,1 milhões de toneladas; e a produção de amendoim aumentará 7,1% na produção, na comparação com a safra de 2019/20, devendo resultar em uma colheita de 597 mil toneladas.

Edição: Maria Claudia

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