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18 de Janeiro de 2018

Sem apoio, produtores se arriscam em Amarante e se tornam vendedores às margens da BR-343


Hospital de Olhos

Um misto de empreendedorismo e necessidade de escoação de produtos colhidos na zona rural de Amarante está fazendo das comunidades Ararinha, Mimbó e Araras um verdadeiro centro comercial às margens da BR-343.

Atualmente, dezenas de agricultores encontraram como alternativa, oferecer seus produtos aos motoristas que trafegam pelo trecho, situado a 40 Km da zona urbana de Amarante.

Dentre os itens oferecidos é possível encontrar galinhas, cajuína, frutas, milho verde, tapioca, bolos doces e com sal, cafezinho, abóbora, água mineral, feijão verde, feijão seco, refrigerantes, melancias, entre outros.

A venda acontece em barracas improvisadas e, segundo os feirantes, sem nenhum apoio da gestão pública municipal.

A atividade informal se inicia diariamente às 7h com término às 19h e reúne vários tipos de produtores que residem no entorno da BR.

Segundo os empreendedores, não existe nenhuma forma de incentivo da gestão municipal aos produtores. “Nós precisamos nos arriscar à beira da BR, tentando vender o que produzimos. Não temos nenhum apoio da Prefeitura, eles não compram os nossos produtos nem sob forma de ajuda. A gente precisa vender para não passar fome”, disse um morador, que preferiu não se identificar “para evitar perseguições políticas”.

A área utilizada pelos produtores está sendo ampliada para abrigar melhor os produtos e os “clientes”. O local já se tornou parada obrigatória para vários motoristas que trafegam diariamente pelo trecho.

A rentabilidade nos negócios tem sido um dos atrativos para os novos empreendedores que surgem a cada dia.

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Edição e postagem: Denison Duarte

Fotos: Leomar Duarte

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