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Missa de Sétimo Dia, em Amarante; veja relatos de familiares após a morte do maquinista Gilvan

Edição e postagem: Denison Duarte, em 17-11-2015 15:27 | Última modificação: 17-11-2015 15:48
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Nesta terça-feira, 17, está completando sete dias do falecimento do maquinista Gilvan Brito, 64, ocorrido durante a colisão do metrô com o trem da Empresa Ferrovia Transnordestina, nas proximidades da ponte Wall Ferraz, em Teresina.

Logo mais, nesta terça, será realizada a visita de cova, a partir das 17h, e às 19h a Missa de Sétimo Dia celebrada pelo padre Tertuliano Alves, na Igreja Matriz de São Gonçalo de Amarante.

Gilvan Brito foi sepultado no Cemitério São Gonçalo, na região central do município, às 17h20 da última quinta-feira, 12, um dia após a colisão.

Familiares e amigos têm feito orações na celebração do Terço todos os dias às 18h desde o sepultamento. A celebração do terço tem acontecido na residência da família onde foi velado o corpo.

Ao longo dos últimos dias, relatos emocionados foram revelados pelos familiares sobre os últimos dias que antecederam a morte do maquinista. “Ele esteve no local onde foi sepultado, poucos dias antes de morrer. Gilvan colocou flores para a vovó e deixou o local bem limpo, até parece que estava preparando o lugar para ele mesmo”, disse a professora e irmã, Giovanna Brito.

Outro relato aponta que, em razão das atividades profissionais, Gilvan não mais almoçava com a família. “No dia em que ele morreu, fez questão de almoçar com a esposa e os filhos”, disse a irmã.

“Ele me disse no dia anterior ao acidente que a sua maior preocupação no trabalho era a falta de segurança”, afirmou a cunhada Alda Maria.

A esposa Ana Célia, emocionada, disse ao Somos Notícia que em outras ocasiões o metrô havia faltado freios e Gilvan havia pulado para não morrer. “Porque ele não pulou desta vez?”, questionou em prantos, Ana Célia.

gilvan e família

Edição e postagem: Denison Duarte

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