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13 de dezembro de 2017

José Teixeira e Padre Rivaldo tornam-se ‘imortais’ na Academia de Letras do Médio Parnaíba; confira


Hospital de Olhos

O escritor regenerense José Teixeira e o amarantino Padre Rivaldo Muniz Araújo, da Paróquia do Perpétuo Socorro de Água Branca, tornaram-se os mais novos “imortais” da Academia de Letras do Médio Parnaíba na manhã deste domingo, 4. Ambos assumiram as cadeiras 22 e 8, respectivamente.

A solenidade de posse, que aconteceu no Salão Paroquial da Igreja Matriz de São Gonçalo de Amarante, contou com a presença de 16 membros da Academia, além de familiares e centenas amigos, todos dos municípios de Água Branca, São Gonçalo, Angical, Regeneração, Amarante, entre outros.

Os acadêmicos Neto Carvalho e Nileide Soares, fizeram os discursos de perfil e recepção dos acadêmicos Padre Rivaldo e José Teixeira, nesta ordem.

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A humildade e a simpatia de Padre Rivaldo foram apresentadas pelo acadêmico Francisco Catarino como os elementos essenciais no fortalecimento da sua história sacerdotal na Paróquia do município de Água Branca. Dentre as ações citadas por ele na apresentação das ações do novo acadêmico estão a Pastoral da Comunicação, o resgate do jornal Vagalume (com tiragem mensal) e a rádio Boa Nova.

Rivaldo Muniz, que também é filósofo e teólogo, nasceu em Amarante em 11 de julho de 1971, é filho de José Muniz de Carvalho Sobrinho e Maria das Graças de Araújo. O pároco depois de assumir o sacerdócio em 2001 criou a Fundação Padre Pio, que congregava uma livraria, a casa ‘Menino Jesus’ para acolher idosos, a ‘Casa de Vida Verdadeira’ para a recuperação de dependentes químicos.

Adentrando na Literatura, Rivaldo Muniz escreveu os livros “Especialista no amor” e “Livre Sou”, este último está em sua 2ª edição.

Nileide Soares, durante o discurso de perfil e recepção de José Teixeira, focou a generosidade como a maior virtude de um ser humano. “Este menino vem de uma família de amigos. Ele teve toda a sua vida dedicada a contar e a escutar histórias”.

José Teixeira, nascido em 1 de agosto de 1956, em Regeneração, é filho de Manoel Alves Pacheco e de Isabel Teixeira Pacheco. O acadêmico, é licenciado em Filosofia, Artes, Letras e Inglês. Autor de várias obras, sua última foi o livro que homenageou Emília da Paixão Costa, ex-prefeita de Amarante intitulado ‘Bizinha, um legado vivo da Cultura de Amarante’. O lançamento aconteceu neste sábado, 3, no Hotel Pousada Velho Monge.

Nileide encerrou a apresentação do novo “imortal” com a frase que, segundo ela, é a que melhor caracteriza José Teixeira. “Ele produziu, produz e socializa conhecimentos por ser culto, respeitoso e de elevado senso crítico.”

A solenidade foi encerrada com o discurso emocionado de agradecimento dos novos acadêmicos.

FOTOS DA SOLENIDADE

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Edição: Denison Duarte

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