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Butantan entrega mais 420 mil doses da CoronaVac ao PNI

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O Instituto Butantan entregou hoje (30) uma remessa com 420 mil doses da vacina contra o novo coronavírus, a CoronaVac. Até o momento, já foram disponibilizadas para o Programa Nacional de Imunizações mais de 42 milhões de doses da vacina.

O instituto está produzindo o imunizante a partir dos 3 mil litros de matéria-prima recebidos da China. A previsão é que mais 1 milhão de doses sejam enviadas para serem distribuídas para todo o país na próxima quinta-feira (6).

A previsão inicial era de que terminasse hoje a entrega do primeiro contrato assinado com o Ministério da Saúde, para o fornecimento de 46 milhões de doses do imunizante. No entanto, houve um atraso na última entrega de insumo farmacêutico ativo (IFA), que estava previsto para chegar até o fim de março. Assim, o Butantan trabalha agora para finalizar a entrega do primeiro contrato nas próximas semanas.

O segundo contrato assinado entre o governo federal e o Butantan estipula a disponibilização de mais 54 milhões de doses de vacina até o final de agosto.

Nova vacina

Nessa semana, o Butantan também começou a produção de uma vacina própria contra o coronavírus, chamada de Butanvac. O imunizante ainda aguarda a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser testado em seres humanos.

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Segundo o governador de São Paulo, João Doria, caso haja rapidez na aprovação da nova vacina pela Anvisa, poderão ser fabricadas até 150 milhões de doses do imunizante até o final do ano. Até o momento, o instituto tem uma previsão de produzir, de acordo com o governador, pelo menos 40 milhões de doses.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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Covid-19: mortes seguem caindo lentamente, mas casos voltam a subir

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As mortes por covid-19 no Brasil têm apresentado uma leve tendência de queda, segundo dados do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. No período de 25 de abril a 1º de maio (Semana Epidemiológica 17), foram registrados 16.945 óbitos, enquanto na semana anterior foram detectadas 17.814 vidas perdidas para a doença.

O resultado revela uma queda de 5% no número de óbitos, o que é considerado um quadro de estabilidade pelo ministério. A média móvel de mortes (total de vidas perdidas durante a semana dividida pelo número de dias) ficou em 2.421.

A curva de mortes durante a pandemia segue o movimento de reversão da tendência de alta da 2ª onda registrada neste ano, iniciada por um aumento intenso a partir do fim do mês de fevereiro. A inflexão teve início na semana epidemiológica 14, na 1ª quinzena de abril.

Os boletins epidemiológicos do Ministério da Saúde sobre o novo coronavírus reúnem a avaliação da pasta sobre a evolução da pandemia, considerando as semanas epidemiológicas, tipo de mediação empregada por autoridades de saúde para essas situações.

Gráfico boletim epidemiológico Gráfico boletim epidemiológico

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Novos casos

A curva de novos casos, que também vinha caindo, inverteu o movimento e oscilou 2% para cima. Na Semana Epidemiológica 17, foram registrados 417.760 novos diagnósticos positivos para covid-19, contra 408.124 na semana anterior. A média móvel de casos ficou em 59.680.

O resultado da Semana Epidemiológica 17 marca uma mudança na tendência de queda no registro de novos casos de covid-19, iniciada em março, mas apenas com um revés na Semana Epidemiológica 13.

Gráfico boletim epidemiológico Gráfico boletim epidemiológico

Estados

De acordo com o boletim epidemiológico, o número de estados com aumento de novos casos voltou a superar aqueles com redução. Na semana em estudo, 12 estados tiveram incremento nos diagnósticos confirmados, cinco estados e o Distrito Federal ficaram estáveis e nove registraram redução. Os acréscimos mais efetivos ocorreram no Rio Grande do Norte (47%) e Amapá (40%). Já as quedas mais intensas se deram no Piauí (-25%) e em Rondônia (-18%).

Quando consideradas as mortes, o número de estados com queda das curvas foi de 13 mais o DF, oito ficaram estáveis e outros cinco tiveram acréscimo em relação ao balanço da semana anterior. Os aumentos mais representativos foram registrados em Roraima (52%) e Pernambuco (43%). As quedas mais expressivas aconteceram em Rondônia (-44%) e em Goiás (-28%).

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Mundo

Na semana analisada, o Brasil foi ultrapassado pela Índia em registro de novas mortes.  A Índia vive uma explosão da pandemia e registrou 23.231 novos óbitos no período. Em seguida vem o Brasil, com 16.945 óbitos, os Estados Unidos (4.647), a Colômbia (3.106) e o Irã (2.970).

Em relação ao número de casos registrados da doença, o Brasil também ocupa a 2ª posição no ranking. A liderança foi registrada na Índia, que teve 2.597.285 novos diagnósticos no período. O Brasil, com 417.760 casos, é seguido por Estados Unidos (347.161), Turquia (257.992) e França (168.849).

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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