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Brasileiros iniciam disputa do Mundial de Endurance neste sábado

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O Brasil será representado por André Negrão e Pipo Derani na divisão principal do Campeonato Mundial de Endurance (WEC, na sigla em inglês), categoria de protótipos esportivos e veículos de turismo. A temporada deste ano começa no sábado (1), às 8h30 (horário de Brasília), com as 6 Horas de Spa-Francorchamps. Apenas Negrão estará na etapa disputada na cidade de Spa (Bélgica).

Os dois paulistas competem na Hipercarros, classe de protótipos que tinha o nome LMP1 (Le Mans Prototype 1) até ano passado e que reúne os veículos de mais potência e tecnologia do Mundial. Na temporada 2019/2010, Derani disputou uma etapa do campeonato da LMP1. Nesta edição, ele dividirá um dos carros da equipe britânica Glickenhaus com o australiano Ryan Briscoe e os franceses Romaijn Dumas e Franck Mailleux.

Já Negrão estreará na divisão principal. Entre 2017 e 2020, ele correu na LMP2, a segunda principal classe do Mundial de Endurance, também de protótipos, sendo campeão na edição 2018/2019. Neste ano, o brasileiro ocupará o carro da francesa Alpine, que pertence à montadora Renault, ao lado de dois pilotos da casa: Nicolas Lapierre e Matthieu Vaxivière.

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“Temos duas metas este ano: brigar pelo título mundial e tentar vencer em Le Mans. Ambas são possíveis. Os dois são um sonho para os franceses da Alpine”, disse Negrão em nota à imprensa.

Le Mans, a que ele se refere, é a cidade francesa que recebe as 24 Horas de Le Mans, considerada a prova mais importante do Endurance. Ela é disputada desde 1923 e faz parte do Mundial da categoria há nove temporadas. Negrão ganhou a corrida duas vezes, em 2018 e em 2019, na LMP2. Nunca um brasileiro venceu na classe principal. José Carlos Pace (1973), Raul Boesel (1991), Lucas di Grassi (2014) e Bruno Senna (2020) estão entre os que chegaram mais perto.

“Se você imaginar que Le Mans é a corrida de Endurance mais importante do mundo, é fácil perceber que efetivamente tem um efeito nas vendas de esportivos, especialmente no mercado europeu (e é isso o que faz uma fábrica entrar no esporte). Se pensar que se trata de uma corrida disputada na França, o quintal da Renault, dá para entender como uma vitória na categoria principal em Le Mans pode ser importante para eles. Sou o único piloto não-francês do time. Estou balançado só de pensar nessa possibilidade. É muita responsabilidade”, destacou.

A corrida em Le Mans está marcada para os dias 21 e 22 de agosto e será a quarta da temporada do WEC. Antes, além da etapa de Spa-Francorchamps, estão previstas as 8 Horas de Portimão (Portugal), em 13 de junho, e as 6 Horas de Monza (Itália), em 18 de julho. As provas finais serão as 6 Horas de Fuji (Japão), em 26 de setembro, e as 8 Horas do Bahrein, em 20 de novembro.

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Outros quatro brasileiros competem no WEC nas disputas entre carros de turismo. Daniel Serra pilotará um dos veículos da AF Corse, equipe da italiana Ferrari, na classe LMGTE Pro (Le Mans Grand Touring Endurance Pro). Os demais estão na divisão abaixo, a LMGTE: Felipe Fraga (TF Sports, do Reino Unido), Augusto Fargus e Marcos Gomes (ambos NorthWest, do Canadá). As duas equipes têm carros da construtora britânica Aston Martin. Ao todo, são cerca de cem pilotos no Mundial, com 27 países representados.

Edição: Fábio Lisboa

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Uefa anuncia sanções a clubes, após acordo com desertores da Superliga

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Os três times que continuam envolvidos na operação da Superliga dissidente, Real Madrid, Barcelona e Juventus, enfrentarão sanções da Uefa, que chegou a um acordo com os nove outros clubes.

A entidade que governa o futebol europeu disse nesta sexta-feira (7) que os nove clubes que desistiram do plano assinaram uma “Declaração de Comprometimento de Clube” que inclui uma série de etapas de “reintegração”.

Os seis times ingleses – Manchester United, Liverpool, Manchester City, Chelsea, Tottenham Hotspur e Arsenal – além de Milan, Inter de Milão e Atlético de Madri, assinaram o acordo, disse a Uefa em um comunicado.

“Estes clubes reconheceram seus erros rapidamente e agiram para demonstrar sua contrição e seu comprometimento futuro com o futebol europeu”, disse o presidente da Uefa, Aleksander Ceferin. “O mesmo não pode ser dito dos clubes que continuam envolvidos na chamada ‘Superliga’, e a Uefa lidará com estes clubes subsequentemente”.

A Uefa disse que agora está iniciando procedimentos disciplinares contra Juventus, Real e Barca.

“A Uefa se reservou todo o direito de adotar qualquer ação que considere adequada contra estes clubes que até agora se recusam a renunciar à chamada ‘Superliga’. A questão será encaminhada prontamente aos organismos disciplinares competentes da Uefa”.

Os nove times que voltaram à Uefa concordaram em “adotar todas as medidas em seu poder” para encerrar seu envolvimento na empresa Superliga.

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A liga dissidente foi anunciada no mês passado, mas fracassou depois de meras 48 horas.

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